Não chore ainda pela Primavera Árabe
Immanuel Wallerstein analisa os novos cenários no Egito e Tunísia. Sua opinião: é cedo para dizer que revoluções foram derrotadas
Immanuel Wallerstein analisa os novos cenários no Egito e Tunísia. Sua opinião: é cedo para dizer que revoluções foram derrotadas
Como EUA executam, sem julgamento, supostos “inimigos”. Por que civis são alvo. De onde partem ataques. Que precedentes programa abre
China e EUA disputarão Ásia. Europa seguirá em crise. Obama pode encerrar bloqueio de Cuba. Israel tentará bombardear Irã.
Robert Fisk alerta: num Oriente Médio transformado, operação militar brutal de Telaviv ameaça, a médio prazo, própria existência do país
Chomsky: em novo episódio do ataque à democracia, eleições norte-americanas escondem da sociedade exatamente o que ele mais precisaria saber
Wallerstein prevê: Palestina reocupará centro do debate internacional, por ação surpreendente do Egito e para desconforto de Washington e Telaviv Por Immanuel Wallerstein* | Tradução: Gabriela Leite Ao analisarmos a geopolítica do Oriente Médio, qual deveria ser o foco principal? Há pouco consenso na resposta, mas…
Num gesto surpreendente e ousado, presidente depôs comandantes militares que queriam tutelá-lo. Mas tem tarefas imensas e arriscadas pela frente
Robert Fisk alerta: no xadrez do Oriente Médio, talvez haja potências interessadas em levar alguns países árabes ao colapso
Wallerstein: em países como EUA e Israel, nem governos, nem sociedades enxergam seu declínio relativo. Tal cegueira produz erros desastrosos
No Iêmen, ativistas acompanham homicídio teleguiado, praticado pelos EUA. Denúncia amplia repúdio internacional a esta forma de terrorismo de Estado