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Dois anos dos ODS: desafios e conquistas

 Por David Medina –  Há exatos dois anos, em 25 de setembro de 2015, o mundo passou a conhecer novos parâmetros para um futuro mais sustentável e resiliente, baseados em um plano de ação para as pessoas, o planeta e a prosperidade: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Fruto de longas consultas e debates entre governos, academia, sociedade civil e setor privado, ela foi lançada durante a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável e lista os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com 169 metas que englobam as esferas ambientais, sociais e econômicas de forma integrada e indivisível. Desde então, o Pacto Global da ONU vem engajando o setor privado em prol dos Objetivos Globais em quase 170 países, estabelecendo-se como a iniciativa interlocutora entre os ODS e as empresas. No Brasil, a Rede Brasil do Pacto Global promove diversas ações para impulsionar a participação corporativa na construção de um mundo mais sustentável e justo até 2030. Por este motivo, a Rede Brasil ganhou destaque no Relatório Nacional Voluntário sobre os ODS devido ao protagonismo em difundi-los para o setor privado. Apresentado durante o High Level Political Forum 2017, em Nova York, o documento reforça o empenho do Brasil em trilhar o caminho para a implementação dos Objetivos Globais. Uma das principais contribuições da Rede Brasil para a disseminação dos Objetivos Globais envolveu a produção do estudo Integração dos ODS na Estratégia Empresarial, que abordou como empresas do Comitê Brasileiro do Pacto Global (CBPG) – o comitê gestor da Rede Brasil do Pacto Global – têm buscado se comprometer com a Agenda 2030, seja de forma positiva ou negativa. Iniciado em agosto de 2016 e concluído em fevereiro de 2017, o estudo demonstrou que, além de estabelecer desafios, os ODS também podem ser implementados às estratégias corporativas e contribuir para a inovação em produtos e serviços e para a abertura de novos mercados. Os ODS também foram tema de palestras e workshops promovidos pela Rede Brasil. Ao longo deste ano, o workshop sobre o guia SDG Compass foi organizado em diversas cidades – São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói (RJ), Belo Horizonte, Curitiba e João Pessoa –, além de capacitações in company. O treinamento disponibiliza ferramentas importantes para posicionar os Objetivos Globais no centro das estratégias de negócio. De acordo com Carlo Pereira, Secretário Executivo da Rede Brasil do Pacto Global, a troca de experiências e informações sobre a implementação dos ODS na estratégia empresarial, utilizando o SDG Compass como referência, é uma das principais ações da iniciativa. “Além disso, estamos em constante contato com governos e ONGs no que tange a implementação dessa agenda no País, inclusive acompanhando o desenvolvimento da Comissão Nacional dos ODS”, explica. Pereira ainda salienta que é um dever de todos estar comprometido com o atingimento das metas propostas pelos ODS, em especial o setor privado. “Os ODS estão inteligados e, por isso, as organizações podem começar empreendendo esforços a um ou alguns ODS. O importante é dar o primeiro passo para agregá-los às estratégias empresariais”, afirma. (Rede Brasileira do Pacto Global/Envolverde)

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Rede Mulheres pela Sustentabilidade

A REDE DE MULHERES realizou em parceria com o Itaú Mulher Empreendedora uma roda de conversa para debater a pesquisa "Produzir, Consumir, viver e Imaginar: padrões sustentáveis de uso do tempo". Vários depoimentos emocionantes foram compartilhados na ocasião. Confira um pouquinho do que foi o encontro.#Itaú, #ItaúMulherEmpreendedora Posted by Rede de Mulheres Brasileiras Líderes pela Sustentabilidade on Sunday, April 9, 2017

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Brasil na COP 23, da Alemanha

por Thomas Augusto, especial para a Envolverde –  O que esperar das resoluções ambientais do país na conferência ambiental da ONU Depois de uma COP 21 de muita esperança, uma COP 22 de muita cautela, a próxima deve prometer ânimos acalorados dos chefes de estado, afinal, essa será a primeira Conferência de Trump. A edição desse ano acontecerá em Bonn, na Alemanha, e será presidida por Fiji, que terá a difícil missão de promover o andamento e cumprimento do Acordo de Paris, enquanto mostra ao mundo os desastres ambientais já causados pelo aquecimento global – isso, sem contar que terá que manter na rédea os EUA. Não será fácil. Mas, nesse barulho todo, onde se encontra o Brasil? Segundo o secretário-executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl, “Seis ou sete anos atrás, o Brasil chegava às COPs, um dos diplomatas fazia o anúncio da taxa de desmatamento e isso era seguido de uma salva de palmas porque significava que o Brasil estava enfrentando o desafio de reduzir o desmatamento e, com isso, diminuindo muito suas emissões”. Mas a situação já não é mais a mesma. Ano passado, o Brasil apresentou à COP um cenário oposto. Um aumento de 24% do desflorestamento na Amazônia em 2015 e a alta da violência no campo. Porém, engana-se quem achava que esse seria o fundo do poço. As previsões para 2016 apontam uma alta de quase 30% no desmatamento amazônico. Ou seja, a pior taxa desde 2008. “Agora não existe mais ambiente para aplausos. Pelo contrário, o presidente Michel Temer ter criado um ambiente onde as questões socioambientais são moeda de troca para conseguir votos no Congresso é constrangedor por si só”, complementa Rittl. Prova disso, são os recentes projetos no Congresso que visam minar o meio-ambiente brasileiro. O texto que muda o licenciamento ambiental no país já possui seis problemas identificados pelo Ibama. Um decreto de lei em trâmite prevê que crimes ambientais poderão ser pagos em serviços. Outro projeto de lei visa alterar os limites da Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará, reduzindo o nível de proteção ambiental da área. E a lista continua… O único possível ponto positivo na COP 23, o RenovaBio, nova política para biocombustíveis, ainda peca ao não estabelecer metas mais claras. Talvez seja tempo de repensar onde perdemos o rumo. Talvez devemos entender que interesse político e meio-ambiente juntos são muito perigosos. (Envolverde)  

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O poder dos estados insulares do Pacífico

por Caroline Ligório, especial para a Envolverde –  Nações que podem desaparecer ganham destaque na COP 23  As atenções estarão voltadas para os pequenos estados insulares em desenvolvimento (SIDS) nos dias 6 a 17 de novembro em Bonn na Alemanha. A 23ª Conferência das Partes organizada pela Secretaria das Nações Unidas para Mudanças Climáticas com o apoio da Alemanha será presidida pelo primeiro-ministro de Fiji, Frank Bainimarama. Frank Bainimarama será responsável por demonstrar ao mundo a urgência de se impedir o avanço do aquecimento global, o aumento das temperaturas e as consequências naturais que colocam em risco a sobrevivência das populações e a existência desses Estados. O degelo das geleiras e o aumento do nível do mar, estimado em 28cm a 89cm, causará num futuro próximo (até 2100) o desaparecimento do país que está apenas 5 metros a cima do nível do mar. A crescente intensidade dos ciclones, inundações, secas e o aumento do nível do mar provocam catástrofes e perdas irreparáveis.  As nações vulneráveis não possuem capacidade e recursos para atender suficiente e adequadamente a soma dos desafios. Os Estados com menor contribuição para as mudanças climáticas são aqueles que há anos pagam essa conta. Os eventos climáticos extremos ameaçam e prejudicam a terra, a agricultura, os alimentos, a água potável e a economia, de países como: Ilhas Cook, Fiji, Kiribati, Ilhas Marshall, Estados Federados da Micronésia, Nauru, Niue, Palau, Papua Nova Guiné, Samoa, Ilhas Salomão, Timor-Leste, Tokelau, Tonga, Tuvalu e Vanuatu. O primeiro-ministro de Fiji será o porta voz dessa luta representando as demais regiões insulares, que podem desaparecer do mapa em poucos anos e todos os 7,5 bilhões de seres humanos. Logo, a implementação do Acordo de Mudança Climática de Paris é uma questão de sobrevivência. As Ilhas Fiji no Pacífico foi o primeiro país a ratificar o Acordo de Paris. Em 2014, uma comunidade de 30 famílias foi realocada com o avanço do nível do mar. Ao mesmo tempo em que é afetada, Fiji também recebe refugiados climáticos vindos de outras localidades, como Kiribati. Em 2016, a passagem do ciclone Winston com ventos de 230 km/h e rajadas de 325km/h deixou 5 mortos, muita destruição nas cidades e a população sem acesso à água potável. 94% das famílias de Kiribati foram impactadas por riscos naturais nos últimos 10 anos, sendo que 81% foram afetados pelo aumento do nível do mar, que sobe em média 1,2 centímetros por ano – 4 vezes mais rápido do que a média mundial. Em 2015, Tuvalu sofreu com a passagem do ciclone Pam uma tempestade de categoria 5 que matou pelo menos 15 pessoas e deixou US$ 360 milhões em prejuízos. Perdas com as plantações e alimentos também tem prejudicado o estilo de vida da população e tornado ainda mais inviável a sobrevivência no país que há anos corre contra o tempo para impedir o decreto de seu fim. O aumento do nível do mar (76% dos inquiridos), a invasão de água salgada (74%), a seca (72%) e as inundações (71%) são […]

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STF vai julgar proibição do uso de aditivos para mudar sabor e cheiro de cigarros

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar na tarde desta quinta-feira (17) a possibilidade de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) impedir o uso de aditivos em produtos derivados do tabaco. A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) se manifesta favorável à proibição desses agentes, que são usados para, por exemplo, modificar o sabor e o cheiro de cigarros, tornando-os mais atrativos, principalmente para os jovens. O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar na tarde desta quinta-feira (17) a possibilidade de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) impedir o uso de aditivos em produtos derivados do tabaco. A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) se manifesta favorável à proibição desses agentes, que são usados para, por exemplo, modificar o sabor e o cheiro de cigarros, tornando-os mais atrativos, principalmente para os jovens. O Brasil foi o primeiro país no mundo a proibir, em 2012, o uso desses aditivos. Nos anos seguintes, pelo menos 33 outros países baniram produtos de tabaco com flavorizantes. Retroceder nessa medida pode atrapalhar a bem-sucedida trajetória brasileira na redução do número de pessoas que fumam, segundo a agência da ONU. A maioria dos fumantes começa a consumir produtos de tabaco antes dos 18 anos, o que torna esse público estrategicamente importante para a indústria do tabaco. Um estudo realizado em 2014 nos Estados Unidos demonstrou que 73% dos estudantes da high school (equivalente no Brasil ao ensino médio) e 53% dos alunos da middle school (equivalente ao ensino fundamental) que haviam consumido derivados de tabaco nos últimos 30 dias usaram produtos com sabor. Atualmente, o Brasil figura como um dos países que tem implementado as principais medidas de controle de tabaco. Como consequência, vem alcançando redução na prevalência de fumantes. Em 1989, pesquisas realizadas no país mostraram que a prevalência de fumantes na população com 18 anos ou mais era de 34,8%. Em 2008, esse índice caiu para 18,5%. Em 2013, a prevalência continuou em queda: 14,7%. Isso significa uma redução de mais de 50% em 24 anos. A OPAS/OMS baseia suas posições nos acordos internacionais firmados pelos países e na defesa de medidas que sejam fortemente sustentadas por argumentos técnicos e científicos, reconhecidos mundialmente, bem como experiências nacionais bem-sucedidas. Não cabe ao organismo internacional opinar sobre competência jurídica. Segundo as diretrizes parciais, aprovadas por consenso durante a 4ª Conferência das Partes (COP) em 2010, a regulamentação dos ingredientes destina-se a reduzir a atratividade dos produtos de tabaco podendo, assim, contribuir para diminuir a prevalência do seu uso e a dependência entre usuários novos e contínuos. Recomenda-se aos países que regulamentem, proíbam ou restrinjam colorantes e ingredientes que possam ser usados para melhorar o gosto ou criar a impressão de que sejam positivos para a saúde. O mesmo vale para ingredientes que estejam associados à energia e vitalidade. Vários países já adotaram medidas para regulamentar a adição desses agentes, como Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Singapura e Tailândia. Na América Latina, a Costa Rica, o Equador, o Panamá e o Uruguai já […]

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CEPAL prevê queda de 5% para investimento estrangeiro direto na América Latina e Caribe em 2017

Em seu relatório anual, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) projeta queda de 5% do investimento estrangeiro direto (IED) em 2017 na região, e sugere que os países latino-americanos e caribenhos gerem políticas para atrair fluxos que apoiem os processos nacionais de desenvolvimento sustentável. Apesar da recessão, o Brasil aumentou em 5,7% suas entradas de IED em 2016 e se manteve como principal receptor na região (78,9 bilhões de dólares, equivalentes a 47% do total). No México, que recebeu 32,1 bilhões de dólares e foi o segundo país receptor (19% do total), o IED caiu 7,9%, mas ainda se manteve em níveis históricos elevados. Os fluxos de investimento estrangeiro direto (IED) para a América Latina e o Caribe diminuíram 7,9% em 2016 na comparação com o ano anterior, somando 167,04 bilhões de dólares. O volume representa também uma queda de 17% frente ao teto alcançado em 2011, informou nesta quinta-feira (10) a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) em sua sede em Santiago, no Chile. Esses resultados são explicados pelos preços baixos das matérias-primas e seu impacto nos investimentos direcionados para o setor de recursos naturais, pelo lento crescimento da atividade econômica em várias economias e pelo cenário global de sofisticação tecnológica e expansão da economia digital que tende a uma concentração dos investimentos multinacionais nas economias desenvolvidas, indicou o relatório anual “O Investimento Estrangeiro Direto na América Latina e Caribe 2017” (em espanhol) apresentado em coletiva de imprensa. Em 2016, a América Latina e o Caribe receberam 10% do IED global, participação similar à de 2015, porém, menor que a média de 14% alcançada entre 2011 e 2014. Apesar da tendência de queda, os fluxos de IED representam 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) da região, quando a média global é de 2,5%, o que explica a relevância dessas entradas para as economias latino-americanas e caribenhas. Para 2017, a CEPAL projeta uma nova queda das entradas do IED, em torno de 5%. “O investimento estrangeiro direto tem sido um fator importante para o desenvolvimento das atividades exportadoras, essenciais para o crescimento da América Latina e do Caribe, assim como para a criação de novos setores, porém, as elevadas diferenças de produtividade que persistem na região e os novos cenários tecnológicos que propõe a quarta revolução industrial exigem novas políticas para aproveitar os benefícios do IED nos processos nacionais de desenvolvimento sustentável”, informou Alicia Bárcena, secretária-executiva da CEPAL. Bárcena, também, pediu para observar com atenção o fato de que em vários países da região as saídas de capital por rendas do IED superaram o fluxo das entradas no período de 2010-2016. Apesar da recessão, o Brasil aumentou em 5,7% suas entradas de IED em 2016 e se manteve como principal receptor na região (78,9 bilhões de dólares, equivalentes a 47% do total). No México, que recebeu 32,1 bilhões de dólares e foi o segundo país receptor (19% do total), o IED caiu 7,9%, mas ainda se manteve em níveis históricos elevados. […]

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ONU abre concurso de vídeos para jovens que lutam contra as mudanças climáticas

Jovens engajados em iniciativas para combater as mudanças climáticas estão convidados a participar de uma competição de vídeos promovida pelo Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD) e pela Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Vencedor receberá como prêmio uma viagem de ida e volta para participar da 23ª Conferência do Clima da ONU. Evento acontece em Bonn, de 6 a 17 de novembro. Ganhador da competição ajudará a equipe de jornalistas da ONU na cobertura da 23ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Foto: PNUD Jovens engajados em iniciativas para combater as mudanças climáticas estão convidados a participar de uma competição de vídeos promovida pelo Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD) e pela Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Vencedor receberá como prêmio uma viagem de ida e volta para participar da 23ª Conferência do Clima da ONU. Evento acontece em Bonn, de 6 a 17 de novembro. Participantes devem ter de 18 a 30 anos. Para concorrer, os jovens deverão enviar um vídeo sobre um projeto que eles próprios criaram em um das duas áreas temáticas abordadas pela competição — “Cidades resilientes e respeitadoras do clima” ou “Oceanos e mudança global do clima”. Além de participar da conferência, o premiado terá também a oportunidade de atuar como jovem repórter, auxiliando a equipe de redação das Nações Unidas com vídeos, artigos e publicações em redes sociais. O prazo para participar da Global Youth Video Competition 2017 vai até 18 de agosto. O concurso é fruto de uma parceria entre a UNFCCC, o Programa de Bolsas do PNUD e do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e a TVE. Como participar? Para participar da competição, basta ter entre 18 e 30 anos de idade e fazer um vídeo envolvente de no máximo três minutos de duração, usando qualquer tipo de câmera. O vídeo deve ser enviado por meio do site tvebiomovies — acesse clicando aqui — e deve mostrar uma iniciativa criada pelo participante sobre uma das duas categorias temáticas: “Cidades resilientes e respeitadoras do clima” ou “Oceanos e mudança global do clima”. Construir cidades e comunidades sustentáveis é um dos principais caminhos para a redução das emissões de gases do efeito estufa e para a adaptação aos impactos inevitáveis das mudanças do clima. Dentro dessa categoria, os vídeos devem mostrar iniciativas sobre um dos temas abaixo: A implementação de ideias/soluções que levem em conta as questões climáticas sobre como promover a sustentabilidade em comunidades/áreas urbanas, incluindo ações sobre energia limpa, transporte limpo, hortas comunitárias, reciclagem e redução de resíduos e outros projetos para reduzir emissões; A construção de resiliência a impactos climáticos, como ondas de calor e inundações, por meio do plantio de árvores por exemplo, aumentando os espaços verdes e criando barreiras às inundações; Ações para aumentar a conscientização pública e advogar por mudanças no nível político no que tange à necessidade de redução das emissões de gases do efeito estufa e de construção de […]

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ONU abre concurso de vídeos para jovens que lutam contra as mudanças climáticas

Jovens engajados em iniciativas para combater as mudanças climáticas estão convidados a participar de uma competição de vídeos promovida pelo Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD) e pela Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Vencedor receberá como prêmio uma viagem de ida e volta para participar da 23ª Conferência do Clima da ONU. Evento acontece em Bonn, de 6 a 17 de novembro. Ganhador da competição ajudará a equipe de jornalistas da ONU na cobertura da 23ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Foto: PNUD Jovens engajados em iniciativas para combater as mudanças climáticas estão convidados a participar de uma competição de vídeos promovida pelo Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD) e pela Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Vencedor receberá como prêmio uma viagem de ida e volta para participar da 23ª Conferência do Clima da ONU. Evento acontece em Bonn, de 6 a 17 de novembro. Participantes devem ter de 18 a 30 anos. Para concorrer, os jovens deverão enviar um vídeo sobre um projeto que eles próprios criaram em um das duas áreas temáticas abordadas pela competição — “Cidades resilientes e respeitadoras do clima” ou “Oceanos e mudança global do clima”. Além de participar da conferência, o premiado terá também a oportunidade de atuar como jovem repórter, auxiliando a equipe de redação das Nações Unidas com vídeos, artigos e publicações em redes sociais. O prazo para participar da Global Youth Video Competition 2017 vai até 18 de agosto. O concurso é fruto de uma parceria entre a UNFCCC, o Programa de Bolsas do PNUD e do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e a TVE. Como participar? Para participar da competição, basta ter entre 18 e 30 anos de idade e fazer um vídeo envolvente de no máximo três minutos de duração, usando qualquer tipo de câmera. O vídeo deve ser enviado por meio do site tvebiomovies — acesse clicando aqui — e deve mostrar uma iniciativa criada pelo participante sobre uma das duas categorias temáticas: “Cidades resilientes e respeitadoras do clima” ou “Oceanos e mudança global do clima”. Construir cidades e comunidades sustentáveis é um dos principais caminhos para a redução das emissões de gases do efeito estufa e para a adaptação aos impactos inevitáveis das mudanças do clima. Dentro dessa categoria, os vídeos devem mostrar iniciativas sobre um dos temas abaixo: A implementação de ideias/soluções que levem em conta as questões climáticas sobre como promover a sustentabilidade em comunidades/áreas urbanas, incluindo ações sobre energia limpa, transporte limpo, hortas comunitárias, reciclagem e redução de resíduos e outros projetos para reduzir emissões; A construção de resiliência a impactos climáticos, como ondas de calor e inundações, por meio do plantio de árvores por exemplo, aumentando os espaços verdes e criando barreiras às inundações; Ações para aumentar a conscientização pública e advogar por mudanças no nível político no que tange à necessidade de redução das emissões de gases do efeito estufa e de construção de […]

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Denise Hills é a nova presidente da Rede Brasil do Pacto Global da ONU

Denise Hills, Superintendente de Sustentabilidade do Itaú Unibanco, tomou posse na quarta-feira (09) como presidente da Rede Brasil do Pacto Global da ONU (Organização das Nações Unidas). Fundado em 2000, o Pacto Global da ONU é uma iniciativa id…

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Programa Cidades Sustentáveis participa do Fórum Político de Alto Nível na ONU

Instalado pelo secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, o Fórum tem por objetivo avaliar, passados dois anos, o avanço dos países em seis Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O foco principal é o objetivo número 1, erradicação da pobreza. Quarenta e quatro países, entre os quais o Brasil, apresentarão relatórios sobre o andamento desses objetivos. Na reunião deste domingo na Missão Brasileira da ONU, entre o governo e a sociedade civil, houve críticas ao relatório do país. O documento foi feito unilateralmente pelo governo, sem a participação da sociedade civil. Ao apresentar o relatório do governo brasileiro, na segunda-feira, o embaixador José Antônio Marcondes de Carvalho destacou a relação entre o Plano Plurianual (PPA) e os ODSs. Segundo ele, o relatório também contém ações da sociedade civil e empresas, “já que a agenda é responsabilidade de muitos atores”. E citou nominalmente o Programa Cidades Sustentáveis como importante plataforma para a incorporação da Agenda 2030 nos municípios. Jorge Abrahão, coordenador geral do Programa Cidades Sustentáveis, está em Nova Iorque acompanhando todo o Fórum. Em sua opinião, o documento do governo brasileiro é bastante genérico e deixa evidente a falta do que dizer sobre as efetivas ações realizadas nestes dois últimos anos. “O Brasil está atrasado dois anos na agenda. O único avanço que podemos destacar é o lançamento, no último dia 29 de junho, da Comissão Nacional do Desenvolvimento Sustentável, responsável pela governança da Agenda 2030 no Brasil, e apresentou o relatório nacional sobre o avanço dos ODS no País”, avaliou. Abrahão criticou o fato de a elaboração do relatório nacional não ter contado com a participação da sociedade civil. Também destacou que as reais ações do governo brasileiro vão no sentido contrário do compromisso com os ODS, como a PEC do teto de gastos e a Reforma Trabalhista. O coordenador geral do Programa Cidades Sustentáveis relatou, ainda, que algumas propostas foram apresentadas durante o Fórum, como uma reunião com a delegação brasileira no sentido de construir caminhos para ampliar a participação. Além disso, contou que o Ministro-chefe da Secretaria de Governo do Brasil, Antônio Imbassahy, e o Itamaraty se comprometeram a defender que as políticas públicas no país estejam condicionadas aos ODS. “É importante ressaltar que é uma agenda de Estado, de longo prazo, e não de governos”, concluiu Abrahão, destacando que “o reconhecimento do Programa Cidades Sustentáveis nos coloca como interlocutores de uma agenda de vanguarda”. (Nossa São Paulo/Envolverde)

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