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Programa Cidades Sustentáveis participa do Fórum Político de Alto Nível na ONU

Instalado pelo secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, o Fórum tem por objetivo avaliar, passados dois anos, o avanço dos países em seis Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O foco principal é o objetivo número 1, erradicação da pobreza. Quarenta e quatro países, entre os quais o Brasil, apresentarão relatórios sobre o andamento desses objetivos. Na reunião deste domingo na Missão Brasileira da ONU, entre o governo e a sociedade civil, houve críticas ao relatório do país. O documento foi feito unilateralmente pelo governo, sem a participação da sociedade civil. Ao apresentar o relatório do governo brasileiro, na segunda-feira, o embaixador José Antônio Marcondes de Carvalho destacou a relação entre o Plano Plurianual (PPA) e os ODSs. Segundo ele, o relatório também contém ações da sociedade civil e empresas, “já que a agenda é responsabilidade de muitos atores”. E citou nominalmente o Programa Cidades Sustentáveis como importante plataforma para a incorporação da Agenda 2030 nos municípios. Jorge Abrahão, coordenador geral do Programa Cidades Sustentáveis, está em Nova Iorque acompanhando todo o Fórum. Em sua opinião, o documento do governo brasileiro é bastante genérico e deixa evidente a falta do que dizer sobre as efetivas ações realizadas nestes dois últimos anos. “O Brasil está atrasado dois anos na agenda. O único avanço que podemos destacar é o lançamento, no último dia 29 de junho, da Comissão Nacional do Desenvolvimento Sustentável, responsável pela governança da Agenda 2030 no Brasil, e apresentou o relatório nacional sobre o avanço dos ODS no País”, avaliou. Abrahão criticou o fato de a elaboração do relatório nacional não ter contado com a participação da sociedade civil. Também destacou que as reais ações do governo brasileiro vão no sentido contrário do compromisso com os ODS, como a PEC do teto de gastos e a Reforma Trabalhista. O coordenador geral do Programa Cidades Sustentáveis relatou, ainda, que algumas propostas foram apresentadas durante o Fórum, como uma reunião com a delegação brasileira no sentido de construir caminhos para ampliar a participação. Além disso, contou que o Ministro-chefe da Secretaria de Governo do Brasil, Antônio Imbassahy, e o Itamaraty se comprometeram a defender que as políticas públicas no país estejam condicionadas aos ODS. “É importante ressaltar que é uma agenda de Estado, de longo prazo, e não de governos”, concluiu Abrahão, destacando que “o reconhecimento do Programa Cidades Sustentáveis nos coloca como interlocutores de uma agenda de vanguarda”. (Nossa São Paulo/Envolverde)

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ONU Brasil lança documentos temáticos sobre os ODS

O Grupo Assessor da ONU no Brasil sobre a Agenda 2030 lançou no final de junho (29) a publicação “Documentos Temáticos” – ou issue papers durante a cerimônia de posse da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (O…

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ONU lança programa para orientar países a cumprir metas de nutrição

Países que aprovaram a resolução da Assembleia Geral da ONU sobre a Década de Ação pela Nutrição – lembrada de 2016 a 2025 – podem consultar um programa de trabalho com recomendações sobre metas globais de combate à fome e à má nutriç…

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Comissão Nacional dos ODS será instalada dia 29

Nesta quinta-feira, dia 29, será instalada pelo governo federal a Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS).  Essa Comissão tem o objetivo de apoiar a  implementação da Agenda 2030 no Brasil. A Agenda 2030 é fr…

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ONU: uma em cada cinco refugiadas é vítima de violência sexual

No Dia Laranja Pelo Fim da Violência contra as Mulheres deste mês – 25 de junho –, a ONU alerta sobre a violência contra mulheres e meninas refugiadas. Estudos acadêmicos estimam que uma em cada cinco refugiadas – ou mulheres deslocadas em complexos contextos humanitários – tenha sofrido violência sexual, número ainda subnotificado. No Dia Laranja Pelo Fim da Violência contra as Mulheres deste mês – 25 de junho –, a ONU alerta sobre a violência contra mulheres e meninas refugiadas. Estudos acadêmicos estimam que uma em cada cinco refugiadas – ou mulheres deslocadas em complexos contextos humanitários – tenha sofrido violência sexual, número ainda subnotificado (1). A discriminação contra as mulheres e meninas é causa e consequência do deslocamento forçado e da apatridia. Muitas vezes, esta discriminação é agravada por outras circunstâncias, como origem étnica, deficiências físicas, religião, orientação sexual, identidade de gênero e origem social. De acordo com os dados do relatório “Tendências Globais” do ACNUR – a Agência da ONU para Refugiados –, 49% das pessoas refugiadas eram mulheres em 2016. Aquelas que estão desacompanhadas, grávidas ou são idosas estão ainda mais vulneráveis. Muitas dessas mulheres estão fugindo de conflitos em sua terra natal e sofreram violências extremas e violações dos direitos humanos, incluindo o assassinato e o desaparecimento de seus familiares, a violência sexual e de gênero e o acesso restrito a alimentos, água e eletricidade. Algumas foram repetidamente deslocadas ou foram exploradas ou abusadas em busca de segurança. As mulheres refugiadas também são muitas vezes as principais cuidadoras das crianças e dos membros idosos da família, o que aprofunda ainda mais sua necessidade de proteção e apoio. Com oportunidades econômicas limitadas, suas opções para construir meios de subsistência geralmente são limitadas ao trabalho informal de baixa remuneração, o que aumenta o risco de serem colocadas em situações precárias de trabalho. Em todo o mundo, as mulheres refugiadas têm demonstrado uma enorme resiliência ao refazer suas vidas e a de seus familiares, levando desenvolvimento e progresso às comunidades de acolhida. Segundo a representante do ACNUR no Brasil, Isabel Marquez, a história das mulheres e meninas refugiadas no Brasil demonstra um “grande poder de resiliência e uma imensa colaboração para o desenvolvimento de nossa sociedade”. Para ela, o empoderamento das mulheres e meninas, assim como a igualdade de gênero e de oportunidades, são essenciais para prevenir o deslocamento forçado e promover o desenvolvimento humano sustentável. “Precisamos garantir que as mulheres migrantes e refugiadas conheçam seus direitos, incluindo o direito a viver uma vida livre de violência. Que a Lei Maria da Penha seja cumprida para todas as mulheres, com atenção redobrada para aquelas em situação vulnerável como migrantes e refugiadas que estão chegando ao país ou que aqui já vivem há anos. As instituições têm que estar preparadas para providenciar serviços de qualidade”, destacou Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres no Brasil. “É fundamental que haja orçamento suficiente e pessoal qualificado para a atenção das mulheres e que a saúde, a segurança pública, o Judiciário e a educação trabalhem em parceria […]

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Itaú Unibanco assina acordo de compromisso com a ONU para empoderamento das mulheres e incentivo à equidade de gênero

O Itaú Unibanco aderiu aos Princípios de Empoderamento das Mulheres (Women’s Empowerment Principles – WEPs, em inglês) propostos pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global das Nações Unidas. O compromisso representa um posicionamento e um comprometimento formal do Itaú Unibanco em atuar pela promoção da equidade de gênero, um dos princípios do Pacto Global da ONU. “Com a adesão aos Princípios de Empoderamento das Mulheres, da ONU, estamos dando um passo importante em direção à diversidade de gênero no Itaú Unibanco.  O pacto é mais um comprometimento nosso para garantir a igualdade de oportunidades para mulheres na organização e na sociedade”, afirma Claudia Politanski, vice-presidente do Itaú Unibanco. “Atualmente, as mulheres representam 60% de todo o quadro de colaboradores do banco, mas ainda temos desafios quando olhamos essa proporção em cada nível hierárquico. Por isso, temos imprimido esforços constantes em todo o banco, inclusive com o envolvimento da nossa alta administração.  A diversidade está presente em nossa cultura e em nossos valores e acreditamos que estamos no caminho certo”, conclui a executiva. O Itaú Unibanco tem colocado em prática uma série de iniciativas com a finalidade de incentivar a diversidade na instituição para a valorização da mulher na organização. A discussão tem permeado diversas áreas do banco, ampliando a agenda com a participação em fóruns sobre inclusão de gênero, além de assinaturas de compromissos formais como o Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, Movimento Mulher 360º, a representação no Conselho da Global Banking Alliance for Women (GBA) e o apoio às iniciativas promovidas pela Rede Mulher Empreendedora. A instituição tem mirado, também, no engajamento da liderança, por meio da inclusão do tema em comitês, seminários e workshop, além de atuar na sensibilização da organização com a promoção de diálogos institucionais fomentando a discussão para novas políticas e em campanhas internas voltadas aos temas diversidade e empoderamento feminino. Os sete Princípios de Empoderamento das Mulheres proposto pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global das Nações Unidas: Estabelecer uma liderança corporativa de alto nível para a igualdade de gênero. Tratar todos os homens e mulheres de forma justa no trabalho – respeitar e apoiar os direitos humanos e a não discriminação. Assegurar a saúde, a segurança e o bem estar de todos os trabalhadores e trabalhadoras. Promover a educação, a formação e o desenvolvimento profissional das mulheres. Implementar o desenvolvimento empresarial e as práticas da cadeia de abastecimento e de marketing que empoderem as mulheres. Promover a igualdade através de iniciativas comunitárias e de defesa. Medir e publicar relatórios dos progressos para alcançar a igualdade de gênero. A ONU Mulheres é a nova liderança global em prol das mulheres e meninas. A sua criação, em 2010, foi aplaudida no mundo todo e proporciona a oportunidade histórica de um rápido progresso para as mulheres e as sociedades. A ONU Mulheres trabalha com as premissas fundamentais de que as mulheres e meninas ao redor do mundo têm o direito a uma vida livre de discriminação, violência e pobreza, e de que a igualdade de […]

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Negros são maioria entre população mais pobre no Brasil

Há uma concentração significativamente mais elevada da população negra entre as menores rendas no Brasil na comparação com a população não afrodescendente, revelou na terça-feira (30) novo relatório da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL). Analisando dados de quatro países latino-americanos, o documento “Panorama Social da América Latina 2016” mostrou que enquanto havia 33% de negros na menor faixa de renda no Brasil, a proporção era de 16% entre os que se declaram não afrodescendentes, segundo dados de 2014. A mesma situação é vista em outros três países latino-americanos analisados. Enquanto os negros respondiam por 34% das menores rendas no Equador, esse percentual era de 22% entre os brancos. No Peru, a proporção era de 20% e 13%, respectivamente. No Uruguai, a desigualdade chega a ser ainda maior: os negros respondiam por 50% das menores rendas, enquanto entre os não afrodescendentes essa proporção era de 27%. A situação se reverte quando são analisadas as maiores rendas nos quatro países latino-americanos analisados. Segundo a CEPAL, no Brasil, os negros respondem por 8% do topo da pirâmide, enquanto os brancos são 24%. Tendência semelhante ocorre nos demais três países. “As desigualdades étnico-raciais, junto com as socioeconômicas, as de gênero, as territoriais e aquelas associadas ao ciclo de vida constituem eixos da matriz da desigualdade social na América Latina”, afirmou o documento da CEPAL. “Elas se manifestam nos diversos âmbitos do desenvolvimento social, entre eles a posição socioeconômica, a saúde, a educação e o trabalho”, completou. Segundo a CEPAL, uma das evidências mais eloquentes da interação que ocorre entre as desigualdades socioeconômicas, de gênero e étnico-raciais é a que se manifesta na situação das trabalhadoras domésticas assalariadas. De acordo com o organismo da ONU, esta é uma das ocupações que geram mais fontes de emprego para as mulheres na América Latina, ao mesmo tempo em que se constitui uma das atividades menos valorizadas social e economicamente, apresentando um alto déficit do ponto de vista do trabalho decente. “Ao considerar a dimensão étnico-racial, se observa que, no total da ocupação feminina, o percentual de trabalhadoras domésticas assalariadas varia de cerca de 3% (no caso das mulheres afrodescendentes da Colômbia) até 20% (no caso das mulheres afrodescendentes do Brasil)”, disse a CEPAL. No Brasil e no Equador, o percentual de mulheres ocupadas como trabalhadoras domésticas equivale ao dobro do percentual de mulheres não afrodescendentes na mesma ocupação. Saúde da população afrodescendente Segundo a CEPAL, as condições de pobreza na qual vivem as mulheres afrodescendentes da região agravam suas condições de saúde, ao que se somam as limitações de acesso e acessibilidade cultural aos serviços de saúde, incluindo saúde sexual e reprodutiva. A gravidez na adolescência é outra manifestação da desigualdade que afeta as jovens afrodescendentes. As cifras dos censos revelam que o percentual de adolescentes afrodescendentes entre 15 e 19 anos que são mães se mantém em níveis elevados, e em sete dos dez países com dados disponíveis supera o percentual de maternidade das adolescentes não afrodescendentes. As maiores desigualdades relativas […]

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Alex Atala defende que pessoas ‘se reconectem’ com os alimentos

Em visita ao escritório brasileiro da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o chef Alex Atala defendeu que as pessoas “se reconectem com os alimentos” e tenham contato direto com as matérias-primas e os modos de preparo por trás do que chega à mesa. Encontro na sede nacional da agência da ONU, em Brasília, aconteceu na semana passada (24) e contou com a participação do representante da FAO no país, Alan Bojanic. Segundo Atala, nos últimos anos as pessoas deixaram de saber a origem do que comem e perderam a capacidade de reconhecer a procedência dos alimentos. “As pessoas não conseguem mais reconhecer um pé de laranja, isso é falta de conexão com os alimentos e isso vale para qualquer tipo de alimento. O que antigamente nossas avós faziam de matar uma galinha e o processo de prepará-la, (isso) quase não se vê mais no cotidiano. Precisamos promover uma campanha de conscientização para que todos voltem a se reconectar com os alimentos”, enfatizou o chef. Atala também conversou sobre alimentação saudável, preservação dos saberes tradicionais e indígenas e promoção de produtos silvestres entre a população brasileira. Bojanic disse que os temas abordados pelo chef estão em sintonia com o trabalho da FAO. “Precisamos para o futuro garantir acesso a alimentos frescos e in natura com a meta de que as populações possam se alimentar de forma mais saudável. O grande desafio para a segurança alimentar nos próximos anos não é apenas fazer com que os alimentos cheguem a todos, mas sim que contribuam para uma alimentação nutritiva e saudável”, frisou. O dirigente acrescentou que a “aproximação da FAO com chefs de cozinha e de outros atores desse segmento é bastante produtiva para reunir esforços e conseguir alcançar essa meta”. A expectativa da agência da ONU é dar continuidade aos diálogos com o setor e estabelecer estratégias conjuntas com os projetos incentivados e coordenados por Alex Atala. (ONU/#Envolverde)

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Prêmio de tecnologia social tem inscrições prorrogadas

Fundação Banco do Brasil estende prazo até 19 de junho; nona edição tem apoio de Banco Mundial, CAF, Unesco no Brasil, Pnud e FAO
Experiências de êxito para solucionar desafios sociais têm agora nova chance para serem reconhecidas no Prêmio …

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ONU alerta para o importante trabalho de parteiras na América Latina e Caribe

No Dia Internacional das Parteiras e Parteiros Profissionais, 5 de maio, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) destacou a importância do trabalho desses profissionais que salvam vidas, garantem nascimentos sem risco e gestações seguras e desejadas. Na América Latina e Caribe, no entanto, muitas mulheres ainda não têm acesso a tais serviços. Como resultado, a cada ano, mais de 7,3 mil morrem durante a gravidez e o parto na região. Cerca de 1 milhão dão a luz fora de instituições de saúde, e 2 milhões de recém-nascidos não recebem o tratamento necessário para evitar complicações. No Dia Internacional das Parteiras e Parteiros Profissionais, 5 de maio, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) destacou a importância do trabalho desses profissionais que salvam vidas, garantem gestações seguras e desejadas, assim como nascimentos sem risco. Na América Latina e Caribe, no entanto, muitas mulheres ainda não têm acesso a tais serviços. Como resultado, a cada ano, mais de 7,3 mil morrem durante a gravidez e o parto na região. Cerca de 1 milhão dão a luz fora de instituições de saúde, e 2 milhões de recém-nascidos não recebem o tratamento necessário para evitar complicações. No Brasil, o UNFPA, em colaboração com o Ministério da Saúde e a Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras (ABENFO), desenvolve o projeto “Qualificação da Atenção Obstétrica e Neonatal em Hospitais com Atividades de Ensino”. A iniciativa é dedicada à qualificação dos processos de atenção, gestão e formação relacionados ao parto, nascimento e ao abortamento seguro nos hospitais, envolvendo atividades de ensino e incorporando um modelo baseado em evidências científicas, humanização, segurança e garantia de direitos. O UNFPA também promove e dá visibilidade ao trabalho de parteiras e parteiros profissionais: atualmente, colabora com uma publicação sobre os 10 anos do curso de obstetrícia da Universidade de São Paulo (USP), a ser lançada no segundo semestre deste ano. A da ONU agência também apoia eventos na área, como o Congresso Brasileiro de Enfermagem Neonatal de 2016. As parteiras e parteiros contribuem para evitar aproximadamente dois terços de todas as mortes maternas e neonatais no mundo, de acordo com o mais recente relatório “Estado da Obstetrícia no Mundo”. Tais profissionais também poderiam prestar 87% dos serviços essenciais de saúde sexual, reprodutiva, materna e neonatal. O UNFPA apoia a capacitação e o trabalho das parteiras em mais de 100 países. Desde 2009, realiza com parceiros um trabalho para apoiar mais de 600 escolas de obstetrícia, através das quais foram formados mais de 80 mil profissionais. A agência da ONU também tem ajudado o fortalecimento das associações nacionais de parteiras e parteiros em 75 países e contribuído para melhorar o marco normativo para a prática da obstetrícia, com o objetivo de garantir a prestação de contas. De acordo com a assessora regional de Saúde Sexual e Reprodutiva do UNFPA para América Latina e o Caribe, Alma Camacho, a agência “centra suas intervenções no apoio ao desenvolvimento e fortalecimento da obstetrícia profissional baseada nas competências definidas pela Confederação Internacional […]

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