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ONU aponta que soluções para a gestão da água estão na natureza

Por Reinaldo Canto de Brasília especial para a Envolverde e Carta Capital –  Durante o Fórum Mundial da Água Nações Unidas divulgamo Relatório sobre situação dos Recursos Hídricos no planeta Os problemas da escassez de água no mundo podem e devem contar com a natureza para resolve-los. Essa é a conclusão do Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos 2018 divulgado nesta tarde de segunda, 19/03, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O documento afirma que a crescente demanda mundial por água, seja por aumento populacional, seja pelo desenvolvimento econômico ou mudanças no padrão de consumo exigem ações urgentes, principalmente no que se refere à recuperação e preservação dos ecossistemas. Muitos países já tem enfrentado situações críticas de escassez hídrica e o problema tende a se intensificar. Atualmente a demanda mundial está em torno de 4.600 km cúbicos por ano e a ONU calcula que esse consumo irá aumentar de 20% a 30%, atingindo um volume entre 5.500 e 6 mil quilômetros cúbicos até 2050. Na produção agrícola e energética (alimentos e eletricidade majoritariamente) o crescimento deverá ser ainda maior entre 60% e 80%, respectivamente, já em 2025. O consumo doméstico é estimado em aproximadamente 10% do total explorado na captação de água do mundo e deve aumentar significativamente no período 2010-2050. Para se ter ideia do tamanho do problema, na década de 2010, 1,9 bilhão de pessoas (ou 27% da população mundial) viviam em áreas com grande potencial de escassez. Se forem consideradas as variações mensais, esse número atinge 3,6 bilhões de pessoas em que ao menos em um mês do ano enfrenta o problema da falta de água. E as ameaças são crescentes, segundo o relatório das Nações Unidas, desde a década de 1990, a poluição hídrica piorou dramaticamente em quase todos os rios da África, Ásia e América Latina, comprometendo todos os níveis de análise da saúde humana ao desenvolvimento sustentável. A estimativa apontada pelo estudo da ONU é de que 80% de águas utilizadas em processos industriais são despejadas no meio ambiente sem tratamento. O que é mais importante no relatório é o caminho a ser enfrentado para esses e outros problemas relativos ao insumo básico da vida no planeta, a própria natureza. Simples assim! Para termos água limpa e de boa qualidade precisamos incrementar as iniciativas na gestão dos recursos naturais, ou seja, florestas, solo, mangues, pântanos, rios e lagos. Tanto no que se refere à preservação quanto a recuperação ambiental. Para coordenador e diretor do Programa Mundial de Avaliação dos Recursos Hídricos (WWAP, na sigla em inglês) da UNESCO, Stefan Uhlenbrook, “os ecossistemas precisam estar bem para serem eficazes e fazer frente ao aumento na demanda por água”. “Existem soluções naturais como a conservação de florestas e para isso é importante uma aliança de consumidores, comunidades, setor privado e público para trabalhar a conservação da água”, explica Grethel Aguilar, diretora regional da IUCN para América Central e Caribe (International Union for the Conservation of Nature, em inglês). Afirmação que […]

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Gestão sustentável da água precisa ser prioridade para empresas brasileiras

As empresas brasileiras precisam ampliar sua consciência sobre a necessidade de adotar boas práticas de gestão dos recursos hídricos, disse no domingo (18) Carlo Pereira, secretário-executivo da Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas, durante evento que tratou do tema às vésperas da abertura do Fórum Mundial da Água, que ocorre esta semana em Brasília (DF). As empresas brasileiras precisam ampliar sua consciência sobre a necessidade de adotar boas práticas de gestão dos recursos hídricos, disse no domingo (18) Carlo Pereira, secretário-executivo da Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas, durante evento que tratou do tema às vésperas da abertura do Fórum Mundial da Água, que ocorre esta semana em Brasília (DF). As declarações foram feitas na abertura do Water Business Day, promovido pela Rede Brasil do Pacto Global em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). O evento discutiu a atuação do setor privado brasileiro na busca dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, especialmente o ODS número 6, que trata de assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos. “Muitas empresas vêm fazendo muitas ações, muitas práticas, pensando na questão hídrica”, disse Pereira. “Mas se olharmos as empresas do ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) da BM&FBovespa, na percepção das 30 empresas que estão ali, o ODS 6 fica como um dos últimos (em termos de prioridade para as companhias)”, declarou. “E isso é inconcebível, uma vez que essas empresas têm atuação em todo o território nacional, mas com uma atuação ainda mais forte no Sudeste, que ainda passa por uma crise hídrica bastante forte”, completou. O ODS 6 tampouco está entre as prioridades das empresas no nível global. De acordo com pesquisa do Pacto Global realizada em 2017 com mais de 1,9 mil companhias, a questão da gestão sustentável da água e o ODS número 14, que trata da proteção da vida nos oceanos, estavam entre os objetivos globais menos priorizados. Para Pereira, um dos principais objetivos do Water Business é justamente reverter esse quadro, levantar um alerta e disseminar as boas práticas já existentes no Brasil. “Há distância entre a crise que a gente vive e a consciência que a gente (empresários) tem para o tema. (…) Todo mundo entende que o tema água é bastante importante, mas pouca gente está aplicando isso”, afirmou. Segundo o secretário-executivo da Rede Brasil do Pacto Global, não se trata apenas de responsabilidade social das empresas, mas também econômica e financeira, na medida em que as crises hídricas afetam fortemente a produtividade. Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), disse no mesmo evento que a gestão dos recursos hídricos vem ganhando importância na agenda global econômica e empresarial. “Isso se deve à percepção do risco e da vulnerabilidade envolvidos nessa questão. Nos últimos anos, o risco da água tem figurado entre os dez mais capazes de afetar as economias no curto e no longo prazo”, declarou. […]

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EDP deixa casal de velhinhos doentes sem energia elétrica e apresenta conta de R$ 10 mil

por Júlio Ottoboni,  Editor – Chefe da Envolverde –  O Brasil envelhece e seus governantes e empresas não aprenderam a tratar o idoso e muito menos cumprir o Estatuto que rege essa relação.  Provas da crueldade abarrotam tanto o cotidiano como as ações dos governos, elas vão  além do caso recente da aposentadoria com idade ampliada para cobrir o rombo previdenciário por má gestão e corrupção, partem também das empresas, entre elas bancos e prestadoras de serviços essenciais. Segundo levantamento da Coordenação-Geral dos Direitos do Idoso, vinculada à Secretaria Especial de Direitos Humanos (SDH), do governo federal, os bancos estão entre os mais lesivos aos Direitos dos Idosos. Mas as concessionárias não ficam atrás. Por exemplo, a falta de energia elétrica a um casal de idosos impede que ambos vivam com dignidade e contraria regras da legislação brasileira, como o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03). A decisão foi tomada pela 3ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo. A EDP Energia de São Paulo mostra que não só ignorou isso como extrapolou qualquer limite do bom senso,  da legalidade e da dignidade humana quando no começo de março cortou a eletricidade de um casal de idosos humildes e doentes em Taubaté, no Vale do Paraíba, os deixando sem o fornecimento por praticamente uma semana. A brutalidade foi cometida contra Isabel Rabelo dos Santos, de 65 anos, recém operada de um câncer agressivo, e seu marido, Benedito Hilário, de 67 anos, que trabalha de porteiro, desesperou o casal com a “conta extra” de R$ 10 mil sobre as demais despesas, todas regiamente pagas, do fornecimento de energia pela EDP Bandeirante. Uma empresa que traz em sua ficha corrida também o fato de mutilar árvores por onde passa sua fiação e ficar impune também neste crime. A manicure Isabel Rabelo dos Santos, moradora numa casa simples no Jardim Mourisco, em Taubaté, tem passado por sessões semanais de quimioterapia. Benedito é diabético, usa um aparelho de ventilação respiratória e a geladeira para manter a insulina, e teve de diminuir o ritmo do serviço de porteiro noturno de um prédio, que reforçava sua pequena renda de aposentado, para acompanhar a esposa no tratamento, sua companheira num casamento de 44 anos. Gente humilde, honesta e que enfrenta uma rotina de lutas diárias para sobreviver. Mas isso pouco importante para a voracidade do lucro e do ganho contabilizado no último dia 5 de março quando funcionários da EDP cortaram a energia da residência e o caso ganhou contornos dramáticos, para não dizer criminosos. E só religada no último dia 9, depois de muita tensão, sofrimento e angústia, após o pagamento de quase R$ 8 mil com dinheiro emprestado. Apesar das contas mensais estarem todas em dia, a alegação da concessionária era que o reestabelecimento da energia ocorreria somente mediante pagamento de uma “conta extra” de R$ 9.654,61, de um valor “não calculado” em razão de um mau funcionamento do relógio de luz. Algo que é de inteira responsabilidade da empresa, pois a […]

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Uma Chance para a Esperança, por José Graziano

Por José Graziano da Silva, diretor-geral da FAO* Em 2016, depois de mais de uma década de sucessivos recuos que reduziram a população subalimentada do planeta, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) constatou uma inflexão ascendente. No seu último relatório “O Estado da Segurança Alimentar e a Nutrição no Mundo”, a FAO contabilizou um acréscimo de quase 40 milhões de vidas capturadas pela engrenagem da fome, elevando-se o total global de 777 milhões (em 2015) para 815 milhões de pessoas (em 2016). O rebote da fome no mundo não pode ficar sem resposta e a hora de construí-la não admite protelações. Esse jogo não terminou. Ele está sendo jogado nesse momento em vários pontos do planeta, com resultados que se alteram a cada minuto. O saldo traduz o ocaso de milhões de vidas humanas. A omissão diante de um retrocesso ainda reversível, a um custo ainda irrisório, seria descabida em qualquer circunstância. Mais ainda agora, quando finalmente avolumam sinais de uma retomada econômica global. A experiência ensina que um ciclo de alta da economia facilita, mas não corrige sozinho as perdas e danos da etapa negativa que o precedeu. A qualificação do crescimento em desenvolvimento para toda a sociedade persiste como um apanágio das políticas públicas e da ação coordenada de instituições voltadas à cooperação internacional. No entanto, o que se passa hoje é mais complicado do que simplesmente resgatar o que se perdeu. A retomada em curso talvez não produza um novo e abrangente ciclo de expansão do emprego associado a vagas de qualidade, com ganhos reais de poder de compra por um longo período. Ao declínio do emprego na década crítica iniciada em 2008, soma-se agora um inédito degrau de automação trazido pela quarta revolução industrial. O conjunto maximizará a produtividade, mas também o desafio histórico de redistribuir a riqueza por ela gerada. É nessa fronteira de múltiplas encruzilhadas que a FAO constrói um repto à inquietante recidiva da fome na atualidade. Um bilhão de dólares em contribuições internacionais pode salvar 30 milhões de vidas em 26 países e reverter o núcleo duro da insegurança alimentar em nosso tempo. O apelo encerra múltiplas dimensões. Se a cooperação internacional não for capaz disso, que chance terá a meta do desenvolvimento sustentável na equação do clima no século XXI, como previsto no Acordo de Paris? Que espaço restará à meta daí inseparável de zerar a fome e a pobreza extrema nos próximos doze anos, com base em novos padrões produtivos previstos nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável? A agenda da FAO em 2018 está integralmente centrada na construção cooperativa das respostas a essas perguntas, que vão selar o destino do século XXI. Não se trata apenas de acudir a emergência. As causas da fome precisam ser compreendidas para que se possa agir com a rapidez necessária no presente e prevenir réplicas no futuro. A fome no século XXI deixou de ser um alvo estático. Há tempos não se traduz a fome por escassez de alimento, […]

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Uma Chance para a Esperança, por José Graziano

Por José Graziano da Silva, diretor-geral da FAO* Em 2016, depois de mais de uma década de sucessivos recuos que reduziram a população subalimentada do planeta, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) constatou uma inflexão ascendente. No seu último relatório “O Estado da Segurança Alimentar e a Nutrição no Mundo”, a FAO contabilizou um acréscimo de quase 40 milhões de vidas capturadas pela engrenagem da fome, elevando-se o total global de 777 milhões (em 2015) para 815 milhões de pessoas (em 2016). O rebote da fome no mundo não pode ficar sem resposta e a hora de construí-la não admite protelações. Esse jogo não terminou. Ele está sendo jogado nesse momento em vários pontos do planeta, com resultados que se alteram a cada minuto. O saldo traduz o ocaso de milhões de vidas humanas. A omissão diante de um retrocesso ainda reversível, a um custo ainda irrisório, seria descabida em qualquer circunstância. Mais ainda agora, quando finalmente avolumam sinais de uma retomada econômica global. A experiência ensina que um ciclo de alta da economia facilita, mas não corrige sozinho as perdas e danos da etapa negativa que o precedeu. A qualificação do crescimento em desenvolvimento para toda a sociedade persiste como um apanágio das políticas públicas e da ação coordenada de instituições voltadas à cooperação internacional. No entanto, o que se passa hoje é mais complicado do que simplesmente resgatar o que se perdeu. A retomada em curso talvez não produza um novo e abrangente ciclo de expansão do emprego associado a vagas de qualidade, com ganhos reais de poder de compra por um longo período. Ao declínio do emprego na década crítica iniciada em 2008, soma-se agora um inédito degrau de automação trazido pela quarta revolução industrial. O conjunto maximizará a produtividade, mas também o desafio histórico de redistribuir a riqueza por ela gerada. É nessa fronteira de múltiplas encruzilhadas que a FAO constrói um repto à inquietante recidiva da fome na atualidade. Um bilhão de dólares em contribuições internacionais pode salvar 30 milhões de vidas em 26 países e reverter o núcleo duro da insegurança alimentar em nosso tempo. O apelo encerra múltiplas dimensões. Se a cooperação internacional não for capaz disso, que chance terá a meta do desenvolvimento sustentável na equação do clima no século XXI, como previsto no Acordo de Paris? Que espaço restará à meta daí inseparável de zerar a fome e a pobreza extrema nos próximos doze anos, com base em novos padrões produtivos previstos nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável? A agenda da FAO em 2018 está integralmente centrada na construção cooperativa das respostas a essas perguntas, que vão selar o destino do século XXI. Não se trata apenas de acudir a emergência. As causas da fome precisam ser compreendidas para que se possa agir com a rapidez necessária no presente e prevenir réplicas no futuro. A fome no século XXI deixou de ser um alvo estático. Há tempos não se traduz a fome por escassez de alimento, […]

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A troca de estratégias e práticas de inovação social em políticas públicas para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) foi o tema central de seminário realizado esta semana em Brasília (DF) com apoio institucional do Prog…

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