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ONU lança lista das ameaças ambientais para 2018

A ONU Meio Ambiente listou as principais ameaças ambientais que precisarão ser enfrentadas este ano. Entre elas, estão os danos provocados nos recifes de corais, a poluição por plástico dos mares e oceanos, entre outras. Veja a lista completa.
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O Dia Mundial das Abelhas é estabelecido pela ONU como 20 de maio

O próximo 20 de maio será observado pela ONU como o Dia Mundial das Abelhas. A data foi adotada por consenso entre os países membros e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas para lembrar a importância da polinização para o desenvolv…

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Relatórios do IPCC mostram que extremos estão ligados ao novo clima do planeta

Relatórios do IPCC mostram que os estudos publicados desde o Acordo de Paris  ligam cada vez mais as mudanças climáticas aos eventos climáticos extremos em todo o mundo. Desde a conclusão da cúpula do clima da ONU em Paris, em dezembro de 2015, …

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Relatórios do IPCC mostram que extremos estão ligados ao novo clima do planeta

Relatórios do IPCC mostram que os estudos publicados desde o Acordo de Paris  ligam cada vez mais as mudanças climáticas aos eventos climáticos extremos em todo o mundo. Desde a conclusão da cúpula do clima da ONU em Paris, em dezembro de 2015, …

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ONG reúne jovens e personalidades para discutir questões globais, em São Paulo

Aretuza Lovi, Lisiane Lemos e Diogo Bezerra foram alguns dos formadores de opinião que estiveram na 6ª edição do YouthSpeak, promovido pela AIESEC
Com o propósito de ouvir as gerações mais novas sobre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentá…

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UNIC Rio lança ‘Guia do Preguiçoso para Salvar o Mundo’ 

Você quer ajudar a mudar e salvar o mundo mas tem preguiça até de levantar do sofá para pegar o controle remoto? Então confira o Guia do Preguiçoso para Salvar o Mundo, campanha digital que o Centro de Informação das Nações Unidas para …

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PNUD aponta onde setor privado pode investir melhor em filantropia

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em parceria com a Rockefeller Philanthropy Advisors, lançou em 12 de dezembro, no Rio de Janeiro, o relatório Filantropia e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: engajando o investimento social privado na agenda do desenvolvimento global. O documento é um esforço de mapeamento da implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no Brasil por atores de filantropia, empresas e sociedade civil. Aponta onde o setor privado melhor pode investir em termos de filantropia, além de indicar as principais lacunas nesse tipo de investimento.  O relatório foi fruto da parceria de várias fundações nacionais e institutos, como a Fundação Roberto Marinho, a Rede Globo, o Itaú, a Fundação Itaú Social, a Fundação Banco do Brasil e o Instituto Sabin, além de contar com o apoio de associações filantrópicas GIFE, IDIS, WINGS e Comunitas. A Plataforma de Filantropia é uma iniciativa global que busca encorajar a filantropia e conectá-la ao conhecimento de redes que possam aprofundar a cooperação, alavancar recursos e aumentar seu impacto. O ambicioso esforço da iniciativa é reconhecer os obstáculos e as capacidades de cada país para a filantropia, oferecendo soluções adaptadas a cada contexto local, ao mesmo tempo em que tem os ODS como referência. No Brasil, a Plataforma da Filantropia foi estabelecida no fim de 2016, sob a coordenação de empresas e organizações parceiras e associações de filantropia, com o apoio do PNUD. Um dos resultados dessa parceria foi a conexão de dados, conhecimentos e redes de práticas para uma compreensão aprofundada do ambiente filantrópico no Brasil, compilados no relatório O documento confirma algumas expectativas, mas também apresenta surpresas de um setor dinâmico que tem ganhado força no Brasil. O relatório indica, entre outros fatos, que a educação é a área que recebe mais investimento social privado no Brasil (84%), seguido por desenvolvimento profissional e cidadão para jovens (60%) e artes e cultura (51%). A área de Direitos Humanos ganhou força nos investimentos privados, crescendo 14% entre 2014 e 2016. O volume dos investimentos filantrópicos em 2016 foi de R$ 2,9 bilhões, as doações chegam a 0,23% do PIB nacional. Nos Estados Unidos, em comparação, a parcela do PIB doada é de 2%. Mais informações estão disponíveis em www.SDGphilanthropy.org. (#Envolverde)

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COP23 – O que o Brasil fez na Alemanha e as propostas para o futuro

O objetivo desta COP era iniciar o “livro de regras” para combinar o jogo da implementação do Acordo de Paris, que deverá ser finalizado na próxima conferência, na Polônia. Dada a característica técnica da reunião, era esperado que ela terminasse hoje, sexta-feira 17 de novembro, com um texto pronto para a negociação a partir de 2018. No entanto, essa não é a realidade. Até a maneira como o diálogo entre os países será feito não foi consensuada ainda. Durante toda a COP, o Governo brasileiro enfrentou fortes críticas sobre sua contradição entre os retrocessos socioambientais domésticos e sua posição nas negociações, especialmente, sobre a proposta de incentivar os subsídios aos combustíveis fósseis até 2040, o que claramente vai na contramão dos esforços para descarbonizar nossa economia e valorizar as energias renováveis, como os biocombustíveis e a biomassa. Por outro lado, o Brasil mandou um recado forte, ao lado de outros países em desenvolvimento, sobre a necessidade de aumentar a ambição do Acordo de Paris e buscar compromissos pré 2020. Além disso, o ministro Sarney também anunciou duas importantes notícias para a agenda de clima floresta e agricultura, durante a conferência, como o RenovaBio e o Planaveg. COP25 no Brasil O Brasil se candidatou para ser o anfitrião da COP 25, em 2019. Essa é uma oportunidade de reafirmar a liderança do Brasil na agenda climática e, para isso, precisamos estar preparados para esse momento, já com a lição feita, mostrando que já estamos alinhados com a economia de baixo carbono e em estágio avançado da implementação da NDC brasileira. Doações A COP foi um momento de anúncios importantes para o Brasil. As doações dos governos da Alemanha e do Reino Unido de cerca de 100 milhões de euros para projetos de preservação ambiental a Estados da região amazônica representam os maiores repasses internacionais já recebidos por estados brasileiros para esta finalidade. Essa é uma indicação de que existe interesse e apetite internacional para investir em um Brasil sustentável e de baixo carbono. RenovaBio O Programa RenovaBio, encaminha ao Congresso durante a COP 23, é uma oportunidade única para que o Brasil possa reafirmar sua liderança global na produção e uso de energias renováveis, como os biocombustíveis. A partir do controle de emissões, o programa dará ao setor energético previsibilidade, estabilidade de regras e a clareza do que representam o etanol e o biodiesel na matriz energética brasileira. Mas, além disso, é preciso também que o Programa promova a inclusão de novas tecnologias e o estímulo à produção e consumo de novos biocombustíveis. Planaveg A assinatura do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg) abre caminho para que o Brasil se torne um líder global em restauração tropical, beneficiando sua biodiversidade, economia, população e todo o planeta. A execução de um plano eficiente será fundamental para reduzirmos o custo de adequação ao Código Florestal, bem como darmos acesso aos produtores rurais a investidores e mercados relacionados com a nova economia do carbono. Os oito eixos estratégicos de ação (Sensibilização; Sementes […]

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COP23 – MP do trilhão rende ao Brasil o prêmio Fóssil do Dia

O gigante verde sul-americano, que ostenta os biocombustíveis sustentáveis, é a mais nova vítima da febre do petróleo, justifica a Climate Action Network O prêmio mais tradicional das Conferências da ONU sobre Mudanças Climáticas, o Fóssil do Dia, está indo para o Brasil hoje. Não por causa dos seus negociadores, mas por causa do presidente. De acordo com o grande grupo de ONGs ambientais que selecionam os vencedores do prêmio – uma brincadeira para sinalizar aqueles que tornam as negociações climáticas mais difíceis – o Fóssil de hoje vai ao Brasil por causa da Medida Provisória enviada por Temer ao Congresso que pode dar às empresas de petróleo US$ 300 bilhões em subsídios para perfurar suas reservas offshore. O Fóssil do Dia é uma tradição das negociações climáticas que teve início em 1999 – quando a COP também foi realizada em Bonn, na Alemanha. A premiação foi iniciada pela NGO alemã Forum e é conduzido pela Climate Action Network (CAN): seus membros elegem os países que julgaram ter feito o seu “melhor” para bloquear o progresso nas negociações ou na implementação do Acordo de Paris durante as negociações das Nações Unidas sobre mudanças climáticas. Veja abaixo a declaração lida pelas ONGs ao premiar o Brasil com o prêmio fóssil: Brasil acometido pela febre do petróleo O Fóssil para hoje vai para o Brasil, por propor um projeto de lei que poderia dar às companhias de petróleo US $ 300 bilhões em subsídios para perfurar suas reservas offshore.  Você ouviu isso certo, US $ 300 bilhões. Pensemos sobre isso por um minuto – é aproximadamente o valor de uma Torre Eiffel ou seis torres de Londres. Basicamente, uma quantidade insana de dinheiro. Também é cerca de 360 ​​vezes mais do que o mundo inteiro fornece em apoio anual para financiamento de resiliência climática e desastre nos Pequenos Estados insulares em desenvolvimento, destacando como os fluxos de financiamento do clima atual são diferentes em comparação com os subsídios maciços de combustíveis fósseis. O Brasil, o gigante verde sul-americano, a terra dos biocombustíveis sustentáveis ​​e o orgulhoso portador de uma mistura de energia com baixa emissão de carbono, é a mais nova vítima da febre do petróleo. Uma Medida Provisória enviada ao Congresso pelo presidente Michel Temer, que pode ser votada nas próximas semanas, abre o país a um frenesi do petróleo, dando às empresas um pacote de isenções fiscais que podem ascender a US $ 300 trilhões nos próximos 25 anos. O ministro do Meio Ambiente do Brasil chamou o projeto de lei “inaceitável“. A taxa de aprovação pública da Temer é de 3%, aproximadamente a mesma que a margem de erro das pesquisas. Mas certamente, as grandes empresas de petróleo têm uma opinião sobre ele melhor do que os eleitores brasileiros. O objetivo da medida é acelerar o desenvolvimento da camada de pré-sal ultra-profunda, uma reserva do petróleo offshore que se pensa conter 176 bilhões de barris recuperáveis. Se esse óleo fosse queimado, o Brasil sozinho consumiria 18% do orçamento de carbono […]

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COP23 – Ministro anuncia plano de recuperação de florestas

Em discurso de despedida da conferência do clima, Sarney Filho disse que vai intensificar o uso de biocombustíveis, ampliar os leilões de fontes renováveis para geração elétrica e a eficiência energética no consumo de eletricidade Vamos esquecer por um instante que o Brasil foi laureado, no dia da Proclamação da República, com o Fóssil do Dia, por tornar as negociações climáticas mais difíceis devido à MP enviada por Temer ao Congresso – que pode dar às empresas de petróleo US$ 300 bilhões em subsídios para perfurar reservas offshore. Mais uma vez o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, encheu de esperanças os corações daqueles que aguardam pelo despertar da ação climática no governo brasileiro, em discurso na abertura do segmento de alto nível da COP23, está manhã, em Bonn, na Alemanha. Além de apresentar o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (PLANAVEG) e estabelecer uma nova política nacional de biocombustíveis (RenovaBio), que deve aumentar a eficiência de produção dos biocombustíveis e reduzir as emissões de gases de efeito estufa, reforçou que o Brasil está oficialmente se candidatando a sediar a COP25, em 2019. “Temos um longo histórico de importantes encontros internacionais e pretendemos manter esta tradição”, disse Sarney. No setor de energia, o ministro afirmou que o governo brasileiro vai intensificar o uso de biocombustíveis, ampliar os leilões de fontes renováveis para geração elétrica e a eficiência energética no consumo de eletricidade. No setor agro, retomou a meta de restaurar 15 milhões de hectares de pastagens degradadas até 2030 e aumentar cinco milhões de hectares de sistemas de integração lavoura-pecuária e florestas até 2030. Sem mencionar dados históricos desfavoráveis à trajetória do desmatamento, que revelam a retomada do ritmo de destruição da floresta, o ministro destacou a Política de Recuperação da Vegetação Nativa, cuja meta é restaurar 12 milhões de hectares até 2030, intensificando os Pagamentos por Serviços Ambientais às populações que vivem na floresta e alternativas econômicas que valorizem o bem ambiental. Sarney também anunciou o BASIC, grupo formado por Brasil, África do Sul, Índia e China, países que apresentaram declaração conjunta em defesa da implementação dos termos estabelecidos em Paris. Para finalizar os trabalhos, Sarney apelou para a necessidade de incentivo a investimentos verdes, com a intenção de criar o que chamou de “modelo de desenvolvimento que almejamos e de que necessitamos nas próximas décadas”. Enquanto isso no Brasil… Ainda esta manhã o Ministério do Meio Ambiente anunciou que o Programa Bolsa Verde será aprimorado e ampliado a partir do ano que vem, via projeto do MMA junto ao Fundo Amazônia, priorizando a conservação ambiental e a busca por um maior engajamento do público-alvo no processo. O projeto já teria sido aprovado pelo Conselho Gestor do Fundo. O valor negociado permitirá a expansão da ordem de 20% no número de famílias atendidas pelo Bolsa Verde. (Observatório do Clima/Envolverde)

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