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Itaú Unibanco assina acordo de compromisso com a ONU para empoderamento das mulheres e incentivo à equidade de gênero

O Itaú Unibanco aderiu aos Princípios de Empoderamento das Mulheres (Women’s Empowerment Principles – WEPs, em inglês) propostos pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global das Nações Unidas. O compromisso representa um posicionamento e um comprometimento formal do Itaú Unibanco em atuar pela promoção da equidade de gênero, um dos princípios do Pacto Global da ONU. “Com a adesão aos Princípios de Empoderamento das Mulheres, da ONU, estamos dando um passo importante em direção à diversidade de gênero no Itaú Unibanco.  O pacto é mais um comprometimento nosso para garantir a igualdade de oportunidades para mulheres na organização e na sociedade”, afirma Claudia Politanski, vice-presidente do Itaú Unibanco. “Atualmente, as mulheres representam 60% de todo o quadro de colaboradores do banco, mas ainda temos desafios quando olhamos essa proporção em cada nível hierárquico. Por isso, temos imprimido esforços constantes em todo o banco, inclusive com o envolvimento da nossa alta administração.  A diversidade está presente em nossa cultura e em nossos valores e acreditamos que estamos no caminho certo”, conclui a executiva. O Itaú Unibanco tem colocado em prática uma série de iniciativas com a finalidade de incentivar a diversidade na instituição para a valorização da mulher na organização. A discussão tem permeado diversas áreas do banco, ampliando a agenda com a participação em fóruns sobre inclusão de gênero, além de assinaturas de compromissos formais como o Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, Movimento Mulher 360º, a representação no Conselho da Global Banking Alliance for Women (GBA) e o apoio às iniciativas promovidas pela Rede Mulher Empreendedora. A instituição tem mirado, também, no engajamento da liderança, por meio da inclusão do tema em comitês, seminários e workshop, além de atuar na sensibilização da organização com a promoção de diálogos institucionais fomentando a discussão para novas políticas e em campanhas internas voltadas aos temas diversidade e empoderamento feminino. Os sete Princípios de Empoderamento das Mulheres proposto pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global das Nações Unidas: Estabelecer uma liderança corporativa de alto nível para a igualdade de gênero. Tratar todos os homens e mulheres de forma justa no trabalho – respeitar e apoiar os direitos humanos e a não discriminação. Assegurar a saúde, a segurança e o bem estar de todos os trabalhadores e trabalhadoras. Promover a educação, a formação e o desenvolvimento profissional das mulheres. Implementar o desenvolvimento empresarial e as práticas da cadeia de abastecimento e de marketing que empoderem as mulheres. Promover a igualdade através de iniciativas comunitárias e de defesa. Medir e publicar relatórios dos progressos para alcançar a igualdade de gênero. A ONU Mulheres é a nova liderança global em prol das mulheres e meninas. A sua criação, em 2010, foi aplaudida no mundo todo e proporciona a oportunidade histórica de um rápido progresso para as mulheres e as sociedades. A ONU Mulheres trabalha com as premissas fundamentais de que as mulheres e meninas ao redor do mundo têm o direito a uma vida livre de discriminação, violência e pobreza, e de que a igualdade de […]

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Negros são maioria entre população mais pobre no Brasil

Há uma concentração significativamente mais elevada da população negra entre as menores rendas no Brasil na comparação com a população não afrodescendente, revelou na terça-feira (30) novo relatório da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL). Analisando dados de quatro países latino-americanos, o documento “Panorama Social da América Latina 2016” mostrou que enquanto havia 33% de negros na menor faixa de renda no Brasil, a proporção era de 16% entre os que se declaram não afrodescendentes, segundo dados de 2014. A mesma situação é vista em outros três países latino-americanos analisados. Enquanto os negros respondiam por 34% das menores rendas no Equador, esse percentual era de 22% entre os brancos. No Peru, a proporção era de 20% e 13%, respectivamente. No Uruguai, a desigualdade chega a ser ainda maior: os negros respondiam por 50% das menores rendas, enquanto entre os não afrodescendentes essa proporção era de 27%. A situação se reverte quando são analisadas as maiores rendas nos quatro países latino-americanos analisados. Segundo a CEPAL, no Brasil, os negros respondem por 8% do topo da pirâmide, enquanto os brancos são 24%. Tendência semelhante ocorre nos demais três países. “As desigualdades étnico-raciais, junto com as socioeconômicas, as de gênero, as territoriais e aquelas associadas ao ciclo de vida constituem eixos da matriz da desigualdade social na América Latina”, afirmou o documento da CEPAL. “Elas se manifestam nos diversos âmbitos do desenvolvimento social, entre eles a posição socioeconômica, a saúde, a educação e o trabalho”, completou. Segundo a CEPAL, uma das evidências mais eloquentes da interação que ocorre entre as desigualdades socioeconômicas, de gênero e étnico-raciais é a que se manifesta na situação das trabalhadoras domésticas assalariadas. De acordo com o organismo da ONU, esta é uma das ocupações que geram mais fontes de emprego para as mulheres na América Latina, ao mesmo tempo em que se constitui uma das atividades menos valorizadas social e economicamente, apresentando um alto déficit do ponto de vista do trabalho decente. “Ao considerar a dimensão étnico-racial, se observa que, no total da ocupação feminina, o percentual de trabalhadoras domésticas assalariadas varia de cerca de 3% (no caso das mulheres afrodescendentes da Colômbia) até 20% (no caso das mulheres afrodescendentes do Brasil)”, disse a CEPAL. No Brasil e no Equador, o percentual de mulheres ocupadas como trabalhadoras domésticas equivale ao dobro do percentual de mulheres não afrodescendentes na mesma ocupação. Saúde da população afrodescendente Segundo a CEPAL, as condições de pobreza na qual vivem as mulheres afrodescendentes da região agravam suas condições de saúde, ao que se somam as limitações de acesso e acessibilidade cultural aos serviços de saúde, incluindo saúde sexual e reprodutiva. A gravidez na adolescência é outra manifestação da desigualdade que afeta as jovens afrodescendentes. As cifras dos censos revelam que o percentual de adolescentes afrodescendentes entre 15 e 19 anos que são mães se mantém em níveis elevados, e em sete dos dez países com dados disponíveis supera o percentual de maternidade das adolescentes não afrodescendentes. As maiores desigualdades relativas […]

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Alex Atala defende que pessoas ‘se reconectem’ com os alimentos

Em visita ao escritório brasileiro da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o chef Alex Atala defendeu que as pessoas “se reconectem com os alimentos” e tenham contato direto com as matérias-primas e os modos de preparo por trás do que chega à mesa. Encontro na sede nacional da agência da ONU, em Brasília, aconteceu na semana passada (24) e contou com a participação do representante da FAO no país, Alan Bojanic. Segundo Atala, nos últimos anos as pessoas deixaram de saber a origem do que comem e perderam a capacidade de reconhecer a procedência dos alimentos. “As pessoas não conseguem mais reconhecer um pé de laranja, isso é falta de conexão com os alimentos e isso vale para qualquer tipo de alimento. O que antigamente nossas avós faziam de matar uma galinha e o processo de prepará-la, (isso) quase não se vê mais no cotidiano. Precisamos promover uma campanha de conscientização para que todos voltem a se reconectar com os alimentos”, enfatizou o chef. Atala também conversou sobre alimentação saudável, preservação dos saberes tradicionais e indígenas e promoção de produtos silvestres entre a população brasileira. Bojanic disse que os temas abordados pelo chef estão em sintonia com o trabalho da FAO. “Precisamos para o futuro garantir acesso a alimentos frescos e in natura com a meta de que as populações possam se alimentar de forma mais saudável. O grande desafio para a segurança alimentar nos próximos anos não é apenas fazer com que os alimentos cheguem a todos, mas sim que contribuam para uma alimentação nutritiva e saudável”, frisou. O dirigente acrescentou que a “aproximação da FAO com chefs de cozinha e de outros atores desse segmento é bastante produtiva para reunir esforços e conseguir alcançar essa meta”. A expectativa da agência da ONU é dar continuidade aos diálogos com o setor e estabelecer estratégias conjuntas com os projetos incentivados e coordenados por Alex Atala. (ONU/#Envolverde)

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Prêmio de tecnologia social tem inscrições prorrogadas

Fundação Banco do Brasil estende prazo até 19 de junho; nona edição tem apoio de Banco Mundial, CAF, Unesco no Brasil, Pnud e FAO
Experiências de êxito para solucionar desafios sociais têm agora nova chance para serem reconhecidas no Prêmio …

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ONU alerta para o importante trabalho de parteiras na América Latina e Caribe

No Dia Internacional das Parteiras e Parteiros Profissionais, 5 de maio, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) destacou a importância do trabalho desses profissionais que salvam vidas, garantem nascimentos sem risco e gestações seguras e desejadas. Na América Latina e Caribe, no entanto, muitas mulheres ainda não têm acesso a tais serviços. Como resultado, a cada ano, mais de 7,3 mil morrem durante a gravidez e o parto na região. Cerca de 1 milhão dão a luz fora de instituições de saúde, e 2 milhões de recém-nascidos não recebem o tratamento necessário para evitar complicações. No Dia Internacional das Parteiras e Parteiros Profissionais, 5 de maio, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) destacou a importância do trabalho desses profissionais que salvam vidas, garantem gestações seguras e desejadas, assim como nascimentos sem risco. Na América Latina e Caribe, no entanto, muitas mulheres ainda não têm acesso a tais serviços. Como resultado, a cada ano, mais de 7,3 mil morrem durante a gravidez e o parto na região. Cerca de 1 milhão dão a luz fora de instituições de saúde, e 2 milhões de recém-nascidos não recebem o tratamento necessário para evitar complicações. No Brasil, o UNFPA, em colaboração com o Ministério da Saúde e a Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras (ABENFO), desenvolve o projeto “Qualificação da Atenção Obstétrica e Neonatal em Hospitais com Atividades de Ensino”. A iniciativa é dedicada à qualificação dos processos de atenção, gestão e formação relacionados ao parto, nascimento e ao abortamento seguro nos hospitais, envolvendo atividades de ensino e incorporando um modelo baseado em evidências científicas, humanização, segurança e garantia de direitos. O UNFPA também promove e dá visibilidade ao trabalho de parteiras e parteiros profissionais: atualmente, colabora com uma publicação sobre os 10 anos do curso de obstetrícia da Universidade de São Paulo (USP), a ser lançada no segundo semestre deste ano. A da ONU agência também apoia eventos na área, como o Congresso Brasileiro de Enfermagem Neonatal de 2016. As parteiras e parteiros contribuem para evitar aproximadamente dois terços de todas as mortes maternas e neonatais no mundo, de acordo com o mais recente relatório “Estado da Obstetrícia no Mundo”. Tais profissionais também poderiam prestar 87% dos serviços essenciais de saúde sexual, reprodutiva, materna e neonatal. O UNFPA apoia a capacitação e o trabalho das parteiras em mais de 100 países. Desde 2009, realiza com parceiros um trabalho para apoiar mais de 600 escolas de obstetrícia, através das quais foram formados mais de 80 mil profissionais. A agência da ONU também tem ajudado o fortalecimento das associações nacionais de parteiras e parteiros em 75 países e contribuído para melhorar o marco normativo para a prática da obstetrícia, com o objetivo de garantir a prestação de contas. De acordo com a assessora regional de Saúde Sexual e Reprodutiva do UNFPA para América Latina e o Caribe, Alma Camacho, a agência “centra suas intervenções no apoio ao desenvolvimento e fortalecimento da obstetrícia profissional baseada nas competências definidas pela Confederação Internacional […]

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Economia com base nos ODS pode tirar o Brasil da crise

por Katherine Rivas, especial para a Envolverde –  Estratégia pode gerar 380 milhões de empregos até 2030 Com o lema Engenhosidade para a Vida, a Siemens, maior conglomerado de engenharia elétrica e eletrônica do país, lançou a iniciativa B2S (Business to Society), relatório que estabelece estratégias para o Brasil segundo os 17 ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) da ONU. A empresa reuniu instituições financeiras, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), jornalistas e ativistas do clima e educação para procurar alternativas que aliadas aos ODS permitam o crescimento econômico do país. “Em uma agenda de longo prazo é importante olhar para os ODS.  Essa parceria com o Pacto Global pode gerar 12 milhões de oportunidades de mercado sustentável e 380 milhões de empregos até 2030” afirma Marina Grossi do CEBDS. Segundo esses dados, mesmo num contexto de crise política, o cumprimento do Acordo de Paris oferecerá ao Brasil um novo modelo de desenvolvimento com economia de baixo carbono. “Sem dúvida os ODS são a alternativa para fugir da crise, estamos num momento tumultuado da economia, que tenta resolver problemas de inflação e taxa de juros, mas não podemos deixar de lado esta oportunidade” acrescenta Grossi. O estudo B2S da Siemens, iniciativa realizada em 12 países, entre eles Alemanha, Argentina, México, Reino Unido, Singapura e o Brasil quer contribuir com a construção sustentável do país e sua capacidade de agir de forma engenhosa, criando valor nos clientes e colaboradores. O relatório da empresa considerou 6 pilares importantes para o país até 2030: Impulsionar a economia, desenvolver empregos e qualificação local, inovar com agregação local, cuidar do meio ambiente, melhorar a qualidade de vida e apoiar a transformação da sociedade. Desafios da Agenda 2030 Para o jornalista da Rede Globo e especialista em sustentabilidade, André Trigueiro, uma agenda que tem 13 anos para ser resolvida precisa ser implementada desde já, deixando de lado o politicamente e ecologicamente correto “Nosso principal problema é que os governantes não se preocupam com os objetivos de 2030, eles só querem saber dos problemas no seu tempo de mandato, então a governança precisa ser nossa” comentou Trigueiros. Ele avalia como uma situação bastante triste o desprezo continuo dos representantes brasileiros com o cuidado do meio ambiente que reflete de forma negativa a imagem do Brasil no cenário internacional. “No futuro o consumo consciente será um ato político, então não pergunte para Temer ou para Trump o que eles querem, pergunte para o ser humano qual o mundo que ele quer para nos” mencionou. Para os empresários o principal desafio será internalizar nas empresas uma agenda global com transparência, transformando estas em formadoras de opinião e traduzindo os benefícios desta política sustentável para que a sociedade possa compreender e contribuir. Superintendente de sustentabilidade e negócios inclusivos do Itaú Unibanco, Denise Hills, destaca a influência das linhas de crédito na Agenda Verde. No passado 35% de ativos eram direcionados para setores de risco ambiental e somente 9% para a economia verde. Desde 2015 com os ODS houve […]

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Prêmio Itaú-Unicef abre inscrições

Programa reconhece parcerias entre organizações da sociedade civil (OSC) e escolas públicas no desenvolvimento de ações de educação integral. Neste ano, o número de parcerias que serão premiadas aumentou para 96 Estão abertas as inscrições para a 12ª edição do Prêmio Itaú-Unicef, que neste ano tem como mote “Educação Integral: Parcerias em Construção”. O objetivo do programa é reconhecer e estimular as boas parcerias entre organizações da sociedade civil (OSCs) e escolas públicas no desenvolvimento de ações de educação integral que ampliem tempo, espaços e conteúdos de aprendizagem para crianças e adolescentes. Desde 1995, já recebeu cerca de 16 mil inscrições, premiando iniciativas em 1.752 cidades. Neste ano, houve mudanças nas regras de premiação. Além dos vencedores nacionais e regionais, as 96 parcerias finalistas receberão prêmio em dinheiro. “Com isso, ainda mais parcerias passam a ser premiadas. O objetivo é ampliar a distribuição de recursos, alcançando maior número de ações e localidades beneficiadas”, explica a superintendente da Fundação Itaú Social, Angela Dannemann. Para o representante do UNICEF no Brasil, Gary Stahl,  a expectativa é de que neste ano o prêmio possa alcançar ainda mais as crianças e os adolescentes mais vulneráveis, aqueles mais difíceis de alcançar. “Queremos identificar e reconhecer iniciativas que possam contribuir com a redução de desigualdades no País e sejam inspiradoras para o aperfeiçoamento de políticas públicas que ajudem a levar o direito à educação integral a toda parte”, explica. As inscrições podem ser realizadas até o dia 17 de maio no site premioitauunicef.org.br, onde está publicado também o regulamento. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone 0800-7017104. O Prêmio O Prêmio Itaú-Unicef é uma iniciativa da Fundação Itaú Social e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), com coordenação técnica do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). Cada edição tem duração de dois anos, período no qual são contempladas duas linhas de ação. Durante os anos ímpares, acontece a premiação, com a mobilização para o processo de inscrição, avaliação e seleção de ações socioeducativas. No segundo ano, são realizadas ações de formação sobre a temática de educação integral. Ao se inscrever, a OSC indica a escola com a qual trabalha e as atividades socioeducativas que desenvolvem conjuntamente. As parcerias mais efetivas são reconhecidas e tanto a OSC quanto a escola pública são premiadas. As avaliações consideram o mérito das ações desenvolvidas e os aspectos de gestão para a sua sustentabilidade. “As parcerias são uma estratégia muito importante para que a Educação Integral se concretize. Elas ampliam os espaços para o trabalho com as crianças, oferecem atividades diversificadas e multiplicam as oportunidades educativas. São ainda uma forma de enfrentar as desigualdades sociais, especialmente em territórios de maior vulnerabilidade”, avalia Anna Helena Altenfelder, superintendente do Cenpec. Os projetos inscritos passam por análise preliminar, sendo agrupados por localidades do País. Nesta edição, serão oito regionais: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). As parcerias são avaliadas por agentes públicos das […]

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ODS: como “não deixar ninguém para trás”?

Por Aruna Dutt, da IPS –  Nações Unidas – “Não deixar ninguém para trás” passou a ser o lema dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), mas resta muito a ser feito para chegar a concretizá-lo, afirmaram esta semana organizações da sociedade civil presentes a uma conferência de revisão dos avanços da Agenda de Desenvolvimento Pós-2015. Ao contrário dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da Organização das Nações Unidas (ONU), que não conseguiram atender a desigualdade estrutural, a sustentabilidade ecológica e as responsabilidades do Norte Global, a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável reconhece a “enorme disparidade de oportunidades, de riqueza e de poder” como imensos desafios para se conseguir o desenvolvimento sustentável, uma novidade em matéria de documentos intergovernamentais. No primeiro ano dos 14 da Agenda 2030, ainda falta ver as mudanças no caminho para o desenvolvimento global, segundo o informe Spotlighton Sustainable Development 2016 (Foco no Desenvolvimento Sustentável 2016), publicado esta semana pelo Grupo de Reflexão da Sociedade Civil. “Não se deixa as comunidades para trás por esquecimento”, observou Warda Rina, da Women’s Major Group, uma das organizações que participaram da revisão dos avanços da Agenda 2030, “são políticas neoliberais que as excluem de forma sistemática”, destacou. O estado dos ODS em muitos países pode ser descrito como de prosperidade crescente das classes altas, mas piora a segurança pública, a qualidade de vida e a pobreza multidimensional, diz o informe. “Com relação à Agenda 2030, há progressos e retrocessos”, escreveu Hector Bejar, representando a coalizão Social Watch, no Peru, que no informe diz que o “produto interno bruto cresce, mas com ele também cresce a desigualdade”. Barbara Adams, também da Social Watch, disse que na implantação dos ODS, por ora, parece que alguns Estados membros aceitaram com reticência a agenda, e nas negociações houve muitas rejeições e muitos retrocessos. “As conversações sobre financiamento parecem voltar à sua dinâmica habitual. Se continuar o que está sobre a mesa, aparecerão obstáculos diretos para a concretização dos ODS”, alertou. Um dos grandes obstáculos que a Agenda 2030 não atende é a nova geração de acordos bilaterais de investimentos e de livre comércio, que reduzem a capacidade dos governos de promover os direitos humanos e a sustentabilidade, e incentivam os países a competirem em uma corrida para o abismo, oferecendo taxas mais baixas e mão de obra mais barata para atrair capitais. Por exemplo, o acordo de Associação Transpacífico, assinado em fevereiro, aguarda por ratificação, e a Associação Transatlântica para o Comércio e o Investimento, entre União Europeia e Estados Unidos, terminará no final deste ano. “Os acordos consideram padrões sociais, ambientais e de direitos humanos como possíveis barreiras não alfandegárias para o investimento e o comércio, que é preciso ‘harmonizar ou eliminar’”, diz o informe. Sandra Vermuyten, da organização Public Services International, disse que muitos grupos da ONU são dirigidos por interesses corporativos e não são inclusivos. Por exemplo, o coordenador da Global Business Alliance para a Agenda 2030 é a Câmara Internacional de Comércio, à qual se atribui um papel crucial na […]

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O que são os 17 ODS das Nações Unidas

Os ODS formam o principal acordo global para a redução dos principais problemas da humanidade, do planeta e da economia até 2013. São metas que devemos buscar para garantir um mundo socialmente mais justo, ambientalmente resiliente e economicamente…

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EUA retiram apoio ao Fundo de Populações da ONU

Por Tharanga Yakupitiyage, da IPS/Envolverde Os Estados unidos cancelaram qualquer tipo de ajuda ao Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA). Essa agência trabalha em temas como saúde sexual e reprodutiva em cerca de 150 países. Essa decisão se baseou em uma falsa acusação, segundo o Fundo, de que a organização apoia ou participa de […]

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