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Tudo o que você precisa saber sobre o iceberg gigante da Antártida

por Observatório do Clima –  Bloco de gelo do tamanho do DF se desprendeu de plataforma na Antártida nesta semana; saiba como a mudança climática pode (ou não) estar envolvida no fenômeno e o que acontece agora DO OC – Um evento colossal que era esperado havia meses enfim aconteceu: em algum momento entre segunda e quarta-feira, um iceberg de 5.800 quilômetros quadrados, maior que o Distrito Federal, se desprendeu da plataforma de gelo Larsen-C, na Antártida.O bloco de gelo, batizado A68, pesa 1 trilhão de toneladas e é um dos maiores icebergs já registrados na história. É também o maior a se formar desde 2002. O evento reduz em 10% a plataforma de gelo Larsen-C, a maior da Península Antártica. A quebra foi confirmada por imagens de satélite, após três anos de monitoramento da rachadura na plataforma de gelo feito por pesquisadores do Projeto Midas, da Universidade de Swansea, no País de Gales. Entenda o fenômeno, suas ligações com a mudança climática e suas eventuais repercussões nas perguntas e respostas abaixo: 1 – Por que está todo mundo falando nisso? Porque, sob qualquer perspectiva, a formação do iceberg A68 é um evento espetacular. Ele ocorre numa das regiões do planeta mais influenciadas pelo aquecimento da Terra, e mudará permanentemente a geografia do local. Não é todo dia que uma porção de gelo do tamanho de quatro cidades de São Paulo sai flutuando por aí. O último evento dessa magnitude ocorreu em 2002, quando o iceberg B15 se soltou da plataforma de Ross, no oeste antártico. Ele media 295 km e tinha uma área maior que a da Jamaica: 11 mil quilômetros quadrados. 2 – O novo iceberg vai aumentar o nível do mar em quanto? Em zero milímetro. Plataformas como a Larsen-C são blocos de gelo que já estão flutuando no mar. Como um cubo de gelo num copo de uísque, seu derretimento não afeta o nível do líquido, porque elas já deslocaram o equivalente em água ao seu volume (lembre-se da banheira de Arquimedes). Portanto, o trilhão de toneladas do A68 não vai impactar o nível global dos oceanos. O problema é o que aconteceria com o nível do mar se os outros 90% a plataforma Larsen-C se espatifassem inteiros. A plataforma é alimentada por várias geleiras que descem do interior montanhoso da Península Antártica, o “chifre” de 1.300 km de extensão do continente austral. Esse gelo, se fosse parar no oceano, poderia aumentar o nível do mar. As plataformas de gelo funcionam como “freios” ao escoamento dessas geleiras; portanto, sem elas, a tendência seria de aceleração dos glaciares, perda de gelo continental e elevação do oceano. Quando a plataforma Larsen-B quebrou, em 2002, as geleiras que ela freava passaram a acelerar, e hoje contribuem para o nível do mar. 3 – Mas a plataforma Larsen-C pode desaparecer? Neste momento é difícil dizer qualquer coisa a esse respeito. Há um estudo de 2015 que estima que, com a quebra do iceberg gigante, toda a plataforma Larsen-C ficaria numa configuração instável e […]

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Fritjof Capra: “O universo não pode mais ser visto como uma máquina”

Observação – Em 2015 o pensador Fritjof Capra esteve em Cuiabá, a convite do Centro SEBRAE de Sustentabilidade para participar do congresso CICLOS. Resgatamos essa matéria para dar uma dimensão da importância e da qualidade desse evento, que tem sua edição de 2017 começando hoje. –  Por Juliana Arini*, especial para a Envolverde –   A verdadeira sustentabilidade requer uma transformação de paradigmas “As pequenas empresas têm um importante papel na construção de um futuro sustentável”, apontou Fritjof Capra, físico, teórico de sistemas e escritor de vários best-sellers, como o Ponto de Mutação e A Teia da Vida. Durante palestra no Congresso Internacional de Sustentabilidade para Pequenos Negócios – Ciclos, realizado pelo Sebrae-MT, em Cuiabá, Capra enfatizou a necessidade de mudarmos a nossa forma de pensar o mundo para alcançarmos uma sociedade que funcione de forma sistêmica e sustentável. “O universo não pode mais ser visto como uma máquina. O planeta é um sistema vivo e auto regulado, tal qual uma dança colaborativa formada por todos os organismos e formas de vida envolvidos. Se pensarmos no açúcar, por exemplo, não são as suas partículas que geram o seu sabor doce, e sim o relacionamento de todas as suas substâncias. Assim é a vida também. O todo é maior que as partes e tudo está interligado pelas redes da vida”, explica. Para Capra, podemos vencer desafios como a crise energética, a escassez dos recursos hídricos e as mudanças climáticas, se nos tornamos pensadores sistêmicos, voltados para compreendermos como a natureza sustenta a vida. “A capacidade de adaptabilidade e mudança são as grandes características dos sistemas vivos. São essas qualidades que podem salvar a nossa sociedade e ajudar as empresas e os governos a construírem uma nova economia”, explica. Abandonar o pensamento linear, voltado apenas para o lucro e o crescimento ilimitado, seria o primeiro passo. Capra enfatizou o papel das pequenas e médias empresas nesse contexto. “Elas possuem muito mais facilidade para transformarem a sua forma de produção e criarem soluções inovadoras nos campos do ecodesign e da geração de energia”, afirma. “Existe mais agilidade e autonomia nesses negócios, pois as decisões não dependem de autorização de conselhos e diretorias. Elas simplesmente podem trilhar novos caminhos de forma autônoma”. O físico relembra que tal como as soluções, os problemas que enfrentamos estão interligados. “Para resolvermos a questão da pobreza devemos mudar a forma de lidar com a água e produzirmos alimentos. Um caminho leva ao outro. É como na agricultura, que se abandonar o formato agroindustrial em larga escala e voltar-se para o modelo orgânico poderá ajudar a superarmos problemas como o esgotamento do solo e dos recursos hídricos”, explica. A sociedade e o governo também possuem um papel fundamental para a construção de um futuro sustentável. “Crescer é uma característica da natureza. Mas, precisamos que esse crescimento seja limitado. Alguns sistemas precisam parar de crescer para que outros floresçam, em um ciclo de geração e regeneração, como em uma floresta. Mas, essa auto-regulação não virá do atual sistema econômico, e […]

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Academia ecológica Ecofit Club inaugura sua primeira franquia

Há 12 anos, surgia em São Paulo um novo conceito de academia. Criada para desenvolver não apenas o bem-estar dos alunos, mas também seu comportamento sustentável, a Ecofit Club revolucionou o mercado com seu pioneirismo e seu modelo totalmente ecológico, consolidando-se como um negócio rentável, por meio dos sólidos resultados conquistados a cada ano. O mais recente passo dessa caminhada, a criação de um programa de franquias, ganha um novo capítulo em agosto, com a inauguração da Unidade Aclimação, na Rua Pires da Mota. “Queremos formar uma rede do bem, em que empresários apaixonados pela causa disponibilizem capital e vocação para levar bem-estar e comportamento sustentável para um número cada vez maior de pessoas”, explica Toni Gandra, fundador da Ecofit Club. Segundo Gandra, a marca, o modelo e os resultados consolidados são algumas das vantagens de se abrir uma franquia da academia. A nova unidade vai manter os principais diferenciais da sede, como atendimento e gestão humanizados, cuidado especial com cada detalhe das instalações, foco no bem-estar e não na alta performance e total atenção a uma filosofia de vida sustentável. “Acreditamos que a Ecofit Club se diferencia no mercado pela estrutura; pela arquitetura; pelas diversas conveniências encontradas no espaço; por atender toda família, valorizando todas as idades; e pelo uso consciente dos recursos naturais, sempre pensando nas próximas gerações. Estamos extremamente otimistas e o suporte ativo que recebemos do Toni Gandra vem sendo fundamental durante todo o processo”, comemora Frank Wu, franqueado da Ecofit Club e responsável pela Unidade Aclimação. Além de oferecer todas as modalidades encontradas na sede, a Unidade Aclimação vai conservar as características e iniciativas sustentáveis que são marcas da Ecofit Club. Entre elas,  aproveitamento da água da chuva, do gotejamento do ar condicionado e da água que brota do subsolo; uso da energia solar para aquecimento dos chuveiros e piscinas; iluminação natural em abundância, com piscina salinizada com teto solar; utilização de madeiras e papéis certificados; instalação de torneiras inteligentes e mictórios secos; aproveitamento do calor residual dos aparelhos do ar condicionado para pré-aquecer as piscinas; jardins verticais; coleta seletiva; composteira e minhocário, entre outros. Frank Wu enfatiza, ainda, o ambiente descontraído da academia, que espera preservar na nova unidade. “A gestão humanizada é mais um diferencial. É visível o orgulho dos colaboradores em fazer parte desta família e esta energia é transmitida a cada um dos alunos, que se sentem totalmente acolhidos”, comenta. A nova unidade se destacará, ainda, pela arquitetura de cada espaço, planejada com base em 12 anos de aprendizado; por equipamentos modernos, de última geração; pelas salas e quadras amplas; e pelo estacionamento ainda mais confortável, entre outros detalhes. ECOFIT CLUB – UNIDADE ACLIMAÇÃO Rua Pires da Mota, 762 Pré-venda a partir de 15 de julho Inauguração em 8 de agosto Sobre a Ecofit Inaugurada em 2005, a Ecofit Club surgiu com o objetivo de oferecer um novo conceito em qualidade de vida, melhorando o dia a dia das pessoas por meio da atividade física prazerosa. A proposta da academia é desenvolver não […]

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Terra, um planeta envenenado

Por correspondentes da IPS –  ROMA (IPS) – Os solos estão contaminados por conta das atividades dos homens, que descartam uma grande quantidade de produtos químicos nas áreas utilizadas para produzir alimentos. O alerta é da Organização das nações unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). Há no solo excesso de nitrogênio e metais pesados, como arsênico, cadmio, chumbo e mercúrio, segundo a FAO. “Quando esses compostos entram na cadeia alimentar representam riscos para a segurança alimentar, para os recursos hídricos, para a subsistência das populações rurais e para a saúde das pessoas”, assinalou um relatório da FAO divulgado dia 23 de junho. E destaca ainda que o combate à contaminação dos solos e a busca por uma gestão sustentável dos recursos agrícolas é essencial para fazer frente às mudanças climáticas e à insegurança alimentar que se acerca. A poluição dos solos é um problema cada vez mais importante e que acontece de muitas maneiras. A única forma da combate-la é aumentar a disponibilidade de informações a respeito e promover a gestão sustentável da terra. “É preciso intensificar a colaboração global na busca de provas científicas confiáveis para que se mude a forma de plantar e o uso dos agrotóxicos”, disse Ronald Vargas, secretário geral da Aliança Mundial pelo Solo. A assembleia da Aliança Mundial pelo Solo é uma plataforma neutra e multipartite para discutir os temas globais em relação aos solos e busca agrupar conhecimentos sobre boas práticas de manejo, “além de estimular medidas para manter os solos saudáveis para que sigam garantindo os serviços ambientais que garantem alimentos para todos”, disse Maria Helena Semedo, diretora geral adjunta da FAO. A Assembleia realizada no final de junho aprovou novas iniciativas para facilitar a troca de informações sobre solo, a criação da Rede Global de Laboratórios de Solos, que deverá coordenar e criar modelos de medição para uso entre todos os países, a Rede Internacional e Solos Negros, que pretende melhorar o conhecimento sobre os solos agrícolas mais férteis, que também são conhecidos por seu alto conteúdo de carbono. Cerca de um terço dos solos do mundo estão contaminados, devido principalmente a práticas insustentáveis de gestão. Além disso bilhões de toneladas de terra se perdem a cada ano na agricultura e uma das causas principais é a poluição por agrotóxicos e pelo manejo ineficiente do solo. Em alguns países cerca de um quito de todas as terras cultiváveis estão comprometidas com contaminações diversas. Contaminação do solo significa a presença na terra de substâncias químicas que estão fora de lugar ou em concentrações superiores às normais, por ação de mineração, atividades industriais ou má gestão das águas. A FAO alerta que em alguns casos as contaminações se estendem por grandes áreas por conta das chuvas e dos ventos. Os insumos agrícolas, como os fertilizantes, os herbicidas e os pesticidas, incluindo os antibióticos que são encontrados nos estercos dos animais, são importantes contaminantes que provocam problemas também por conta de suas fórmulas que são constantemente alteradas. “A contaminação dos solos é um […]

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Global Water Summit incentiva diálogo intersetorial e voltado para ação

Evento liderado pela Coca-Cola Brasil, CEBDS e WWF Global direciona temas e sugestões discutidas em três dias para o 8º Fórum Mundial da Água Foi navegando pelo Rio Amazonas, uma das principais bacias de água de doce do país, que representantes da sociedade civil e do setor privado discutiram durante três dias, entre 29 de junho e 1º de julho, a segurança hídrica e os desafios de como as mudanças climáticas podem afetar a população, diante de um cenário desafiador: até 2030, se nada for feito, duas em cada três pessoas não terão acesso à água. Realizado no percurso de barco entre Manaus e Parintins, no Amazonas, o Global Water Summit tem como objetivo contribuir para a construção da agenda do 8º Fórum Mundial da Água, que acontecerá em março de 2018 em Brasília. A Carta de Parintins endereçará uma série de demandas e sugestões, como a necessidade de um diálogo voltado para ação, e sem protagonismo individual, mas sim coletivo, com um pensamento integrado e intersetorial. O evento foi realizado pela Coca-Cola Brasil em parceria com o Grupo Focal de Sustentabilidade do 8º Fórum Mundial da Água, sob liderança do CEBDS e WWF Global. Os painéis de diálogo reuniram representantes de diversas entidades brasileiras e internacionais que trabalham com o tema água, aproximando o setor privado e a sociedade civil. As discussões foram embasadas nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Organizações das Nações Unidas (ONU), em especial o ODS 6+, que trata especificamente de água e saneamento para todos. A avaliação dos organizadores “Foi muito inspirador ouvir todas as discussões que tivemos nesses três dias. Sabemos que é através do diálogo que evoluímos nas nossas estratégias. Isso tem sido uma constante para a Coca-Cola Brasil. Nosso papel, como líderes do setor, é começar a ouvir e chamar a indústria e outros parceiros. Estamos convencidos de que é papel das empresas atuar além dos marcos regulatório e leis”, disse Henrique Braun, presidente da Coca-Cola Brasil. “Queremos fazer do tema água uma alta prioridade, levá-lo para um patamar como os das discussões de mudanças climáticas. Temos sempre de buscar novas formas e soluções que nos ajudem a conscientizar, engajar e mobilizar a sociedade, os governos e as empresas para essa agenda. Água é fundamental e sem ela não temos nada nesse mundo. O Fórum no Brasil será a oportunidade que teremos de juntar uma série de stakeholders de diferentes níveis. Nosso desafio é conseguir incentivar essa agenda única, com objetivos convergentes, em prol de todos”, disse Karin Krchnak, diretora do World Wide Fund for Nature e membro do Conselho do Fórum Mundial de Água. “A parceria entre a Coca-Cola Brasil e o CEBDS para a realização do Global Water Summit foi inovadora e muito importante para construção da agenda do Fórum Mundial da Água. Nestes três dias de encontro, tivemos a oportunidade de falar e debater temas relevantes e fundamentais para o desenvolvimento da agenda. Juntamos representantes do setor privado e da sociedade civil em um diálogo livre. Pudemos vivenciar […]

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XV BENCH DAY, os Melhores Times e Cases de Sustentabilidade do País

Em 29 de Junho, estiveram reunidos especialistas, gestores, pesquisadores, ativistas, autoridades e estudantes que atuam com e pela sustentabilidade nas suas organizações, instituições de ensino e comunidades. Aproximadamente 400 pessoas participaram do XV BENCH DAY – o dia dos legítimos da sustentabilidade. O dia de ver a sustentabilidade na prática. De ver a sustentabilidade que deu certo. Com uma programação intensa e simultânea, organizações de 10 diferentes estados apresentaram seus cases certificados Benchmarking. Instituições representativas, movimentos socioambientais, universidades e escolas técnicas fizeram plantões para demonstração de suas atividades e inovações. Um dia com casa cheia para ver os melhores times de sustentabilidade do país mostrando seus cases, projetos, apps, obras e trajetórias. Benchmarking na veia e em tempo real proporcionando a rara oportunidade de ver a sustentabilidade interagir e desenhar cenários futuros. A sustentabilidade que deu certo “Aqui mostramos a sustentabilidade que deu certo nos cases certificados, e também a projeção futura nos projetos de inovações verdes certificados pelo Programa. Mas não somos apenas cases e projetos. A condição humana em sua essência tem seu espaço no Benchmarking. Trajetórias inspiradoras e a arte também fazem parte do Programa. São 5 modalidades para mostrar as boas práticas socioambientais dos melhores times de sustentabilidade deste país” diz Marilena Lavorato idealizadora do Programa Benchmarking que este ano completou 15 anos. BENCHMARKING 15 anos Mais de 300 especialistas de 24 diferentes países de todos os continentes do globo participaram da Banca de Avaliadora neste período. E, aproximadamente 400 cases e projetos foram certificados. Este é o Programa Benchmarking Brasil. Conheça os “Benchmarking 2017”, certificados das 5 modalidades em 2017: RANKING BENCHMARKING SENIOR 2017 Detentoras das Melhores Práticas Socioambientais – Empresas e Instituições (Times de Gestores e Especialistas) 1º Case Plantas Medicinais – Itaipu Binacional (PR) 2º Prédio Energia Zero – SEBRAE Sustentabilidade (MT) 3º Coleta Segura: Destino Ambiental – AURORA ALIMENTOS (SC) 4º Paxuá e Paramim – Coelba Celpe Cosern (RJ) 5º Sustent’Arte Pallets – Colorado Máquinas (SP) 6º Viveiros Comunitários. – Kinross Brasil Mineração (MG) 7º Campanha pró Código Florestal – Cargill Agrícola (SP) 8º Projeto Água e Renda – VOLTALIA (RJ) 9º Jovem Sustentável Aprendiz – Fundação Alphaville (SP) 10º Programa Vivendo e Aprendendo – Chesf (PE) 11º Programa Linha Livre – COPEL GET (PR) 12º Educonex@o – Instituto NET Claro Embratel (SP) 13º Programa de Gestão Sustentável – SEBRAE Sustentabilidade (MT) 14º Redução da Pegada de Resíduos – ALUMAR (MA) 15º Plantio Social Murtura VLI (MG) 16º Papel Zero – Agência Nacional de Águas-ANA (DF) 17º BMS- Uma solução inteligente – Instituto do Câncer (SP) RANKING BENCHMARKING JUNIOR Projetos de Inovações Verdes – Escolas Técnicas (Alunos) 1º Cimento Ósseo – Etec Prof Carmelino Correa Junior 2º Cola de Bitucas – Escola SENAI Fundação Zerrenner 3º Plástico Comestível – ETEC Trajano Camargo 4º Selante de Goma de Mascar – SENAI Fundação Zerrenner 5º Pigmentos de Pilhas Exauridas – ETEC Trajano Camargo RANKING HACKATHON MAIS APPs de Sustentabilidade – Universidades e Escolas Técnicas (Alunos) 1º Terios Saviour –Fatec Itu 2º Zanki Business APP […]

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Por que os adolescentes se expõem aos riscos do Baleia Azul?

Por Sylvia van Enck Meira para a Carta Educação –  Psicóloga dá dicas a pais e educadores de como orientar os adolescentes e protegê-los dos perigos do jogo Desde o início de abril, as mídias vêm divulgando notícias sobre os riscos do uso de um jogo virtual chamado “Desafio da Baleia Azul”. Com terreno bastante fértil entre os adolescentes, o jogo – criado na Rússia, em 2015, e recém chegado ao Brasil – vem causando muito temor entre famílias e educadores. O “Desafio da Baleia Azul” começa a partir de um convite enviado pelas redes sociais (WhatsApp ou Facebook) por um administrador ou curador, nome dado aos organizadores do jogo. Uma vez aceito o desafio, começam as trocas de mensagens com tarefas que devem ser cumpridas pelo jogador. A partir desse momento, o participante é coibido a não desistir do jogo sob pena de punições a si próprio e aos familiares e amigos, já que os organizadores têm acesso aos seus dados pessoais. Ao todo, são 50 desafios sendo o último o suicídio. Há outras tarefas que consideram por exemplo, assistir filmes deprimentes e de terror durante a madrugada, estimulando sentimentos de menos valia e a depressão. Os jogadores recebem o desafio do dia às 4h20. Sequencialmente, eles se tornam mais perigosos, inserem técnicas como a automutilação e estimulam a privação do sono, simulando etapas preparatórias para o objetivo final. Nos perguntamos por que muitos adolescentes se expõem aos riscos? Como conseguem driblar a vigilância paterna? É sabido que a fase adolescente está ligada à busca de identidade pessoal e, muitas vezes, os jovens sentem-se melancólicos e solitários. Eles estão num momento precioso de buscas de novos referenciais e, pertencer a um grupo, passa a ter importância fundamental. Temos observado que, cada vez mais, as pessoas têm se utilizado dos recursos tecnológicos e de seus benefícios. No entanto,  os filhos, sobretudo os menores de idade, carecem de supervisão paterna frequente. Na medida em que os próprios adultos se mantém conectados aos aparelhos é comum surgir a dificuldade de estabelecer limites às crianças e adolescentes, inclusive no que diz respeito ao cumprimento das atividades de rotina. Frente a este cenário, as relações familiares se tornam superficiais, distanciadas. O “Desafio da Baleia Azul” sugere reflexões e ações por parte de pais e educadores para: Atentar às mudanças no comportamento dos jovens, dentre eles mudanças nos hábitos de rotina (alimentação, sono, vestuário, falta às aulas, isolamento) e no humor; Abrir espaço para o diálogo sobre diferentes assuntos; Acolher, ouvir o que o adolescente tem a falar sobre si, sobre seu mundo de relações e incertezas; Orientá-lo acerca dos riscos do uso de jogos que podem colocar sua vida em risco; Estimulá-lo e valorizar suas competências e interesses genuínos; Estabelecer limites de forma coerente e consistente. Sylvia van Enck Meira: Psicóloga Clínica. Mestre em Psicologia Clínica. Especialista em Terapia Familiar e de Casais. Terapeuta Comunitária. Psicóloga do Ambulatório dos Transtornos do Impulso no Programa de Dependências Tecnológicas do Instituto de Psiquiatria do HCFMUSP. (Carta Educação/Envolverde)

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Novo satélite buscará planetas similares à Terra

Jornal da USP –  Satélite com telescópios irá procurar variações no brilho de estrelas durante passagem de planetas em suas órbitas Descobrir planetas fora do sistema solar é o objetivo da missão Trânsito Planetário e Oscilação de Estrelas (Plato), anunciada pela Agência Espacial Europeia (ESA) no último dia 19 de junho. A busca será feita por um satélite equipado com um conjunto de telescópios, que irá procurar variações na intensidade do brilho de estrelas causadas pela passagem de planetas em suas órbitas. No Brasil, o programa é coordenado pelo professor Eduardo Janot Pacheco, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP. O lançamento do satélite está previsto para 2026. “O Plato buscará por exoplanetas, isto é, planetas fora do sistema solar, pelo método dos trânsitos, mas o fará com muito mais precisão que os experimentos anteriores desse tipo, como os satélites Most e CoRoT, e a sonda espacial Kepler”, explica Pacheco. “A busca será feita por um satélite com um conjunto de cerca de 30 telescópios – o CoRoT, por exemplo, tinha apenas um telescópio – o que permitirá obter imagens mais precisas das estrelas e detectar variações de luz”. A missão irá monitorar aproximadamente um milhão de estrelas. O método dos trânsitos consiste em procurar pequenas variações regulares de intensidade em seu brilho que seriam causadas pela passagem de planetas em suas órbitas (eclipses). “A busca terá ênfase em planetas do tipo terrestre, ou seja, planetas rochosos como a Terra, onde há possibilidade da existência de vida”, conta o professor, “orbitando estrelas semelhantes ao Sol, em sua zona habitável, isto é, em distâncias da estrela que possibilitem a existência de água líquida na superfície do planeta”. O projeto também será capaz de detectar atividades sísmicas em algumas dessas estrelas (sismologia estelar), que servirão para determinar suas massas, tamanhos e idades. Essas informações ajudarão a compreender melhor cada sistema planetário. Contribuições Diversos centros de pesquisa brasileiros já colaboram com a missão Plato, com contribuições científicas e de engenharia (software e hardware). “Com isso, teremos acesso aos dados do satélite, num regime de compartilhamento com os outros países que fazem parte do projeto”, afirmou Janot. “Na parte de engenharia, pesquisadores brasileiros desenvolvem o software de controle do satélite. Um grupo do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul (Grande São Paulo), constrói uma réplica dos componentes que fazem a leitura das imagens captadas para os telescópios, de forma a poder de resolver problemas de funcionamento em terra quando o satélite estiver em órbita”. . Na área científica, os cientistas de diversas instituições do Brasil participam das comissões responsáveis pelas previsões e observações preliminares do Plato, e com o lançamento do satélite, das observações em solo que complementarão a observação no espaço. “O IAG pesquisa os exoplanetas e sua habitabilidade”, diz Janot. “Além disso, também são feitos estudos de sismologia estelar [estudo da estrutura interna de estrelas pulsantes], fundamentais para determinar o tamanho das estrelas, e dos planetas que orbitam em torno delas. Os planetas rochosos, similares à […]

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Moradores da região com mais água doce do planeta encontram solução coletiva para ter abastecimento em casas e escolas

por Patrícia Kalil* — especial para Rede Mocoronga –  Eles colocam a mão na massa para fazer a captação e distribuição de água encanada para 2500 famílias através de microssistemas de gestão comunitária  Já são 140km de encanamento hidráulico subterrâneo cavado em mutirões pelos moradores da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, levando água potável para casas, escolas e centros comunitários. Sem poder mais esperar que o Estado resolva o déficit de acesso à água em comunidades rurais da Amazônia, os moradores da Resex estão, de forma participativa, empenhados na busca de soluções coletivas de abastecimento que são de baixo custo, atendam com eficiência a demanda local e possam ser facilmente replicadas nos vilarejos da região.   Ao longo dos últimos 20 anos, com apoio técnico do Projeto Saúde e Alegria (PSA), metade das vilas dessa reserva nacional mapearam as casas de quase 2500 famílias. Como as comunidades são em áreas de difícil acesso e distantes umas das outras, no lugar de partirem para um sistema centralizado de abastecimento, a visão foi descentralizar para tornar a gestão e sustenção comunitária possível. Já são 38 microssistemas independentes e com autogestão, feitos com a participação e controle dos moradores, com total transparência na administração de recursos e na prestação do serviço.   Em 38 das 74 comunidades, grupos perfuraram poços e construíram o elevado para sustentar a grande caixa d’água. Enquanto os poços eram feitos com ajuda técnica, outros moradores, também acompanhados por especialistas, cavaram redes de distribuição para levar água tratada de porta em porta, além das escolas e postos de saúde. Ao fim da etapa, todos conheciam em detalhes o funcionamento da rede local. Durante esse processo de construção e aprendizado coletivo, criaram regulamentos de uso próprios, elegeram comitês gestores e definiram metas de qualidade do serviço. A partir de planejamento e planilhas transparentes discutidas em reuniões, usuários pagam em média 10 reais mensais pela água. No custo está o salário dos comunitários responsáveis pela bomba, pela manutenção da rede, pela administração, pelo motorista e pela compra dos materiais necessários para a operação do sistema. Sabem exatamente para onde vai o dinheiro e conseguem até guardar uma reserva para imprevistos. É o caso da aldeia de Solimões, que no ano passado foi a primeira a construir um sistema de bombeamento com uma tecnologia flexível, conseguido nos meses de verão usar exclusivamente energia solar, dispensando a compra de combustível. No primeiro semestre de 2017, é a vez de três outras comunidades terem seus microssistemas: Cabeceira do Amorim, Pajurá e Anumã. Com patrocínio da Fundación Avina e Xyleen, o programa oferece os materiais para a construção e cada comunidade entra com a realização, a operação, a manutenção e a gestão coletiva. O engajamento e participação dos moradores reduz drasticamente o custo da obra. Além disso, o controle social e a transparência da gestão fazem com que as coisas sejam feitas como planejadas, sem os “custos adicionais” tão frequentes em obras infraestruturais pelo país. Para se ter ideia do que isso significa na prática, com aproxidamente R$ 330 […]

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Amazônia e a Economia Social de Mercado

Dal Marcondes, especial para a Envolverde, direto de Alter do Chão –  A organização social Saúde e Alegria, que atua na região de Santarém, no Pará, e a Fundação Konrad Adenauer, instituição alemã que leva o nome do primeiro governante alemão do pós guerra, reuniram especialistas e lideranças comunitárias no balneário de Alter do Chão, para dialogar sobre como o modelo da Economia Social de Mercado pode ser a base para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. O evento, de trouxe ao Brasil o economista Markus Marktanner, que leciona nos Estados Unidos. Na conversa com executivos de empresase lideranças locais, Marktanner defendeu a necessidade de empoderamento das populações locais na busca de soluções para seus problemas. Pela lógica da Economia Social de Mercado a primeira linha de trabalho para a solução de problemas deve ser formada pela população diretamente impactada e seu poder local. As instâncias acima devem ser acionadas apenas quando os locais não tem a capacidade de solucionar sozinhos o problema. Mas não se deve atuar, segundo o economista, com paternalismo. Apesar de ser chamado por seus colegas norte-americanos de “socialista europeu”, Marktanner se considera conservador e defende que o mercado é um bom mecanismo para gerar desenvolvimento. Mas, ao contrário dos neoliberais, não acredita na capacidade equitativa do mercado, porque há discrepâncias em oportunidades que precisam ser trabalhadas através de mecanismos de políticas públicas. “O mercado apenas funciona se todos os tores tiverem igualdade de oportunidades”, explica. No entanto isso não é uma realidade recorrente em países periféricos e certamente não é na Amazônia. Durante o seminário ficou claro que uma das questões de fundo para o desenvolvimento de modelos de negócios para a Amazônia é a harmonização de um projeto econômico capaz de reduzir a dependência em relação ao Estado central e apoiar as comunidades a se apropriar de seus valores e riquezas. Esse trabalho de suporte dados as comunidades para levar tecnologia e visão de negócios tem sido feito por organizações sócias, como o Saúde e Alegria, o Imaflora, o ISA e muitas outras que se desdobram para garantir empoderamento na disputa por direitos, como o acesso à água, à saúde e à educação, e, para além disso, a garanti de acesso qualificado a mercado para seus produtps. Caetano Scannavino, diretor do Saúde e Alegria, explica que a ação das organizações em rede é um fator de alavancagem do desenvolvimento regional e um dos fatores de apoio das comunidades para o enfrentamento de forças muito desiguais. “As comunidades não têm como fazer o enfrentamento de decisões de Brasília para a construção de 90 hidrelétricas na bacia do rio Tapajós”, alerta. Por isso a construção de espaços para dar voz às comunidades é estruturante. O ativista é um crítico do processo que está criminalizando políticos em todo o país, no entanto não parte para uma revisão daquilo que foi “vendido” por esses políticos, através de leis ou medidas provisórias que abriram as portas para ações de degradação em todo o país, mas especialmente na Amazônia. “Desde a […]

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