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Documentário conta como startups brasileiras competem em mercados bilionários

O vídeo-documentário “Competindo no planeta das startups bilionárias” é baseado numa jornada de conhecimento e aprendizado nos mais importantes ecossistemas de startups, empreendedorismo e inovação do mundo, entre eles: Vale do Silício, Bost…

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Projeto sustentável aposta em educação com diversão

No distrito Caucaia do Alto, pertencente ao município de Cotia, Região Metropolitana de São Paulo, se encontra o Espaço Hot Kids, parque com opções de lazer especializado em Educação Infantil no Trânsito e Educação Ambiental. O local recebe …

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Revolução Verde 2.0

Alan Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil, afirmou que vivemos em uma Revolução Verde 2.0 ao comparar com a primeira revolução, que aconteceu há 70 anos e levou uma série de …

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Site monitora projetos de lei relativos ao direito de protesto no Brasil

A organização ARTIGO 19 e a Rede Justiça Criminal lançam esta semana o site “Projetos de Lei sobre Protestos”, iniciativa conjunta que monitorar projetos de lei (PL) em trâmite no Congresso Nacional que dispõem sobre questões relativas ao exercício do direito de protesto no Brasil. Quem acessar o site poderá encontrar informações referentes a 59 PLs apresentados na Câmara e no Senado, como o nome do parlamentar que propôs o projeto, a data de propositura, o status atual da tramitação e o conteúdo do texto do projeto. Os PLs são classificados em 15 temas distintos, que variam de acordo com o objeto sobre o qual se pretende legislar. Há projetos que dispõem sobre o uso da força policial, o bloqueio de vias públicas e até mesmo crimes de terrorismo. A principal preocupação é que a maior parte dos PLs listados no site procura impor algum tipo de restrição a manifestações, enquanto só uma pequena parcela visa resguardar o livre exercício do direito de protesto. (Envolverde)  

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Três dicas para que pequenas empresas não fechem as portas

Segundo o IBGE, 60% dos pequenos negócios fecham as portas em 5 anos O brasileiro não desiste nunca. Segundo um estudo feito pela startup americana Expert Market, o Brasil é o 5º país com empreendedores mais determinados. Isso quer dizer que, mesmo com todas as dificuldades enfrentadas no ano passado, uma parcela relevante da população vê incentivos suficientes para empreender – mesmo que tenha que contrair empréstimos para atingir seu objetivo. Em 2016, por exemplo, a Simplic, plataforma de crédito digital, concentrou 10% de sua linha de crédito para pessoas em busca de fundos para seus negócios pessoais. E essa procura incessante por uma sorte melhor em um negócio autônomo tem um grande impacto para a economia brasileira. Segundo o SEBRAE, micro e pequenos negócios foram responsáveis por 27% do PIB do país em 2014 e representam 98,5% de todas as empresas brasileiras. Mas, mesmo com incentivos e crédito disponíveis para o surgimento de novos negócios, a falta de planejamento e erros de administração acabam sendo, muitas vezes, os grandes vilões para as chances de sucesso de muitos pequenos empresários. Para se ter ideia do tamanho do problema, 6 a cada 10 pequenos negócios fecham no Brasil dentro de 5 anos, de acordo com o IBGE. Para evitar as armadilhas que prejudicam esse importante setor, os especialistas da Simplic separaram 3 hábitos que empreendedores devem adotar para serem bem-sucedidos. Manter o foco Uma das marcas registradas dos empreendedores é a criatividade. A inovação vem justamente da originalidade, mas, muitas vezes, esse tiro pode sair pela culatra no início de uma operação. Ao tentar abordar diversos problemas de uma vez, muitos pequenos negócios perdem a mão. Segundo a Harvard Business School, a falta de foco e controle de tempo custa cerca de US$ 7,4 bilhões de dólares à economia americana por dia. No começo de qualquer empreendimento, os recursos financeiros são mais escassos e esses prejuízos podem fazer a diferença para o sucesso no longo prazo. Para evitar prejuízos, é necessário definir muito bem o público-alvo e quais são as ações estritamente essenciais para obter os resultados pretendidos. Ao iniciar um novo negócio, um controle atento da folha de pagamento e outros custos pode ser o diferencial para o sucesso da empresa nos primeiros anos. Valorizar dados Com a tecnologia, o contato das empresas com seus consumidores mudou. O uso de sites e mídias sociais fornece uma grande quantidade de dados que podem ser usados para melhorar os produtos e ofertas. Segundo o estudo Accenture Technology Vision 2016, em 2020, haverá mais de 15,4 trilhões de gigabytes disponíveis para análise de quem é o consumidor, quais são seus hábitos e preferências. É espaço suficiente para armazenar cerca de 154 trilhões de metros de livros em prateleiras. Se usados apropriadamente, esses dados podem ajudar muito o processo de planejamento de qualquer empresa. Em estudo realizado pela Forbes, foi constatado que companhias que colocam os dados no centro de suas decisões de marketing e vendas tem um retorno de 15% a 20% maior […]

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Bacia do Tapajós é uma das mais ameaçadas por hidrelétricas na Amazônia

Por Sucena Shkrada Resk, do ICV ONGs brasileiras também fizeram levantamento sobre cenário de hidrelétricas na Bacia do Tapajós. Mapa: IR-Brasil, ICV e OPAN A Bacia do Tapajós, localizada nos estados do Mato Grosso, Pará e Amazonas, que liga o Cerrado à Amazônia, é uma das mais ameaçadas na Bacia Amazônica por projetos de empreendimentos hidrelétricos construídos e em planejamento, ao não ser considerado o efeito cumulativo de impactos destas barragens. Esta é uma das conclusões de um grupo de cientistas, no Estudo Damming the Rivers of Amazon Basin, publicado recentemente pela conceituada publicação científica, a Revista Nature, que sinaliza um cenário preocupante de degradação em larga escala, com um horizonte de mais de 500 empreendimentos em toda a Amazônia. O artigo reforça análises que já vêm sendo feitas no Brasil, nos últimos anos (veja abaixo). Os pesquisadores avaliam que o planejamento da matriz elétrica com a abordagem local geralmente ignora as dimensões muito maiores da escala da bacia, geomorfológicas, ecológicas e políticas que determinarão a condição produtiva e ambiental futura do sistema do rio como um todo. Ao mesmo tempo criticam que não são avaliados os impactos ambientais nas escalas regionais a continentais. São os chamados efeitos cumulativos, que levam à degradação em larga escala da planície de inundação e dos ambientes costeiros. Pensar num contexto de Pan-Amazônia é crucial, de acordo com o estudo. Segundo os cientistas, este cenário de degradação ambiental exige necessidade de ação coletiva entre nações e estados para evitar impactos cumulativos e de longo alcance. Para auxiliar neste objetivo, apresentam uma nova forma de métrica, por meio do Índice de Vulnerabilidade Ambiental da Barragem ou DEVI para quantificar os impactos de 140 barragens construídas e em construção e o impacto potencial de 428 barragens construídas e planejadas (que produzem mais do que 1 MW) na bacia amazônica. “O rio Tapajós precisa ser uma área prioritária para estudos detalhados sobre impactos de barragens em ecossistemas aquáticos e biodiversidade….e sofrerá impactos maiores do que o rio Xingu devido o número muito maior de barragens planejadas ao longo de centenas de quilômetros…” – esta é uma das principais recomendações apresentadas. Entre as fragilidades do Tapajós, é exposto que existe uma área menos protegida à montante da barragem mais baixa e uma maior taxa de desmatamento. Também a presença humana em larga escala causa um distúrbio antropogênico das paisagens, possibilitado pela escassez de áreas protegidas e aumento de estoques de sedimentos. Mais um aspecto importante a ser considerado é que na bacia existem espécies em risco de extinção. Pesquisas no Brasil sobre a Bacia do Tapajós No ano passado, um grupo de cerca de 50 pesquisadores de diferentes organizações escreveram 25 artigos a respeito deste tema e seus efeitos socioambientais, no livro Ocekadi: Hidrelétricas, Conflitos Socioambientais e Resistência na Bacia do Tapajós. A obra é uma iniciativa do International Rivers Brasil e do Programa de Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) em parceria com o Instituto Centro de Vida (ICV), a Operação Amazônia […]

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Amazônia e a Economia Social de Mercado

Dal Marcondes, especial para a Envolverde, direto de Alter do Chão –  A organização social Saúde e Alegria, que atua na região de Santarém, no Pará, e a Fundação Konrad Adenauer, instituição alemã que leva o nome do primeiro governante alemão do pós guerra, reuniram especialistas e lideranças comunitárias no balneário de Alter do Chão, para dialogar sobre como o modelo da Economia Social de Mercado pode ser a base para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. O evento, de trouxe ao Brasil o economista Markus Marktanner, que leciona nos Estados Unidos. Na conversa com executivos de empresase lideranças locais, Marktanner defendeu a necessidade de empoderamento das populações locais na busca de soluções para seus problemas. Pela lógica da Economia Social de Mercado a primeira linha de trabalho para a solução de problemas deve ser formada pela população diretamente impactada e seu poder local. As instâncias acima devem ser acionadas apenas quando os locais não tem a capacidade de solucionar sozinhos o problema. Mas não se deve atuar, segundo o economista, com paternalismo. Apesar de ser chamado por seus colegas norte-americanos de “socialista europeu”, Marktanner se considera conservador e defende que o mercado é um bom mecanismo para gerar desenvolvimento. Mas, ao contrário dos neoliberais, não acredita na capacidade equitativa do mercado, porque há discrepâncias em oportunidades que precisam ser trabalhadas através de mecanismos de políticas públicas. “O mercado apenas funciona se todos os tores tiverem igualdade de oportunidades”, explica. No entanto isso não é uma realidade recorrente em países periféricos e certamente não é na Amazônia. Durante o seminário ficou claro que uma das questões de fundo para o desenvolvimento de modelos de negócios para a Amazônia é a harmonização de um projeto econômico capaz de reduzir a dependência em relação ao Estado central e apoiar as comunidades a se apropriar de seus valores e riquezas. Esse trabalho de suporte dados as comunidades para levar tecnologia e visão de negócios tem sido feito por organizações sócias, como o Saúde e Alegria, o Imaflora, o ISA e muitas outras que se desdobram para garantir empoderamento na disputa por direitos, como o acesso à água, à saúde e à educação, e, para além disso, a garanti de acesso qualificado a mercado para seus produtps. Caetano Scannavino, diretor do Saúde e Alegria, explica que a ação das organizações em rede é um fator de alavancagem do desenvolvimento regional e um dos fatores de apoio das comunidades para o enfrentamento de forças muito desiguais. “As comunidades não têm como fazer o enfrentamento de decisões de Brasília para a construção de 90 hidrelétricas na bacia do rio Tapajós”, alerta. Por isso a construção de espaços para dar voz às comunidades é estruturante. O ativista é um crítico do processo que está criminalizando políticos em todo o país, no entanto não parte para uma revisão daquilo que foi “vendido” por esses políticos, através de leis ou medidas provisórias que abriram as portas para ações de degradação em todo o país, mas especialmente na Amazônia. “Desde a […]

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Novo livro infantil sobre a Mata Atlântica Paulista

A Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo (FACIS) acaba de concluir um projeto desafiador. O livro “A Lagarta” traz de forma lúdica e encantadora as curiosidades da fauna, da flora e dos animais da Mata Atlântica Paulista. O título, que s…

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MEC muda regulamentação de EaD e amplia a oferta de cursos

O Ministério da Educação (MEC) publicou portaria que regulamenta o Decreto nº 9057, de 25 de maio de 2017, para ampliar a oferta de cursos superiores na modalidade a distância, melhorar a qualidade da atuação regulatória do MEC na área, aperfe…

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Delícia de bolo de aniversário

Leno Silva, Especial para a Envolverde – 
Decidi fazer o bolo recheado que minha mãe, Dona Nalvinha, preparava nos aniversários da família. Para celebrar o início de um novo ciclo na vida de cada um de nós, a combinação era e, continua, d…

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