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STF vai julgar proibição do uso de aditivos para mudar sabor e cheiro de cigarros

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar na tarde desta quinta-feira (17) a possibilidade de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) impedir o uso de aditivos em produtos derivados do tabaco. A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) se manifesta favorável à proibição desses agentes, que são usados para, por exemplo, modificar o sabor e o cheiro de cigarros, tornando-os mais atrativos, principalmente para os jovens. O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar na tarde desta quinta-feira (17) a possibilidade de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) impedir o uso de aditivos em produtos derivados do tabaco. A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) se manifesta favorável à proibição desses agentes, que são usados para, por exemplo, modificar o sabor e o cheiro de cigarros, tornando-os mais atrativos, principalmente para os jovens. O Brasil foi o primeiro país no mundo a proibir, em 2012, o uso desses aditivos. Nos anos seguintes, pelo menos 33 outros países baniram produtos de tabaco com flavorizantes. Retroceder nessa medida pode atrapalhar a bem-sucedida trajetória brasileira na redução do número de pessoas que fumam, segundo a agência da ONU. A maioria dos fumantes começa a consumir produtos de tabaco antes dos 18 anos, o que torna esse público estrategicamente importante para a indústria do tabaco. Um estudo realizado em 2014 nos Estados Unidos demonstrou que 73% dos estudantes da high school (equivalente no Brasil ao ensino médio) e 53% dos alunos da middle school (equivalente ao ensino fundamental) que haviam consumido derivados de tabaco nos últimos 30 dias usaram produtos com sabor. Atualmente, o Brasil figura como um dos países que tem implementado as principais medidas de controle de tabaco. Como consequência, vem alcançando redução na prevalência de fumantes. Em 1989, pesquisas realizadas no país mostraram que a prevalência de fumantes na população com 18 anos ou mais era de 34,8%. Em 2008, esse índice caiu para 18,5%. Em 2013, a prevalência continuou em queda: 14,7%. Isso significa uma redução de mais de 50% em 24 anos. A OPAS/OMS baseia suas posições nos acordos internacionais firmados pelos países e na defesa de medidas que sejam fortemente sustentadas por argumentos técnicos e científicos, reconhecidos mundialmente, bem como experiências nacionais bem-sucedidas. Não cabe ao organismo internacional opinar sobre competência jurídica. Segundo as diretrizes parciais, aprovadas por consenso durante a 4ª Conferência das Partes (COP) em 2010, a regulamentação dos ingredientes destina-se a reduzir a atratividade dos produtos de tabaco podendo, assim, contribuir para diminuir a prevalência do seu uso e a dependência entre usuários novos e contínuos. Recomenda-se aos países que regulamentem, proíbam ou restrinjam colorantes e ingredientes que possam ser usados para melhorar o gosto ou criar a impressão de que sejam positivos para a saúde. O mesmo vale para ingredientes que estejam associados à energia e vitalidade. Vários países já adotaram medidas para regulamentar a adição desses agentes, como Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Singapura e Tailândia. Na América Latina, a Costa Rica, o Equador, o Panamá e o Uruguai já […]

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Virada Sustentável confirma principais atrações em SP

Evento será realizado entre os dias 24 e 27 de agosto, com programação diversificada na cidade de São Paulo São Paulo, agosto de 2017 – A 7ª edição da Virada Sustentável em São Paulo, que será realizada de 24 a 27 de agosto, vai ocupar pontos importantes da cidade como o Parque Ibirapuera, o Unibes Cultural, diversos espaços na região da avenida Paulista como o Conjunto Nacional e os parques Mario Covas e Trianon, unidades do SESC-SP e dezenas de outros locais da capital paulista. O evento, que vem reunindo cerca de um milhão de pessoas a cada edição, vai promover uma programação com shows, exposições, palestras, aulas de meditação e atividades especiais, e terá como destaques os shows de Marcelo Jeneci com Tulipa Ruiz, em uma apresentação conjunta, inesquecível, e Arnaldo Antunes, no Parque Ibirapuera.  A sétima edição da Virada Sustentável apresenta mais de 500 atividades que propõem uma visão ampla, positiva e inspiradora da sustentabilidade em temas como biodiversidade, cidadania, mobilidade urbana, água, direito à cidade, mudanças climáticas, consumo consciente e economia verde, entre outros. Esta edição paulistana é mais uma vez alinhada aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), uma agenda de desenvolvimento apresentada de modo a definir novos caminhos, que tragam melhorias na vida das pessoas e do planeta, em todos os lugares. Essa agenda tem como objetivo determinar o curso global de ações da sociedade, indivíduos e governos, para acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar geral, proteger o meio ambiente e enfrentar as mudanças climáticas, até 2030. Confira a programação completa e detalhada: www.viradasustentavel.org.br Parque Ibirapuera Este ano, o Parque Ibirapuera ganha destaque com uma programação especial para toda família, podendo aproveitar as oficinas e brincadeiras e jogos infantis em estações dedicadas especialmente a estes temas, além de aproveitar a área de piquenique e as diversas atividades espalhadas pelo parque, que vai contar até com ponto de coleta de lixo eletrônico e a feira de trocas Trocaí, que vai permitir ao visitante trocar até 7 itens, entre roupas, acessórios (chapéu, bolsa, cinto), calçados, livros e brinquedos. Durante todo o fim de semana (26 e 27), a Braskem apresenta o Visual Dome, uma experiência imersiva com projeção 360º que colocará o visitante no centro da questão climática. Outro destaque fica por conta do circuito de instalações. Localizado no corredor cultural do parque, junto à pista de cooper, o circuito apresenta trabalhos de 17 renomados artistas brasileiros e estrangeiros, tendo como tema os 17 ODS da ONU. As obras, que ficarão no parque até dia 24 de setembro, reúnem nomes como Kadu Pifo, Paula Plim, Rimon, Fefe Talavera, Mag Magrela, Ananda Nahu, Vitche, Magoo Felix, Mzk, Danilo Oliveira , Daniel Melim, Tec, Carlos Dias, Jaime Prades, João Lelo, Atsuo e Shn. No Museu de Arte Moderna, uma série de oficinas realizadas durante a semana vai culminar na instalação Melhores Pessoas, composta de 16 guarda-chuvas, que será posicionada junto à área de piquenique. O Ibirapuera abriga ainda o palco […]

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O renascer do futuro

Dal Marcondes, da Envolverde –  O combate objetivo da desigualdade é o principal, se não o único, caminho da humanidade em direção ao futuro, que não deve ser encarado como inexorável Este início de século pode ser definido como uma nova encruzilhada no tempo para a humanidade, assim como foi há 100 anos, no início do século XX. Um adulto de 1915, se perguntado como seria o futuro, não teria a mais remota possibilidade de prever o nosso presente. Olharia em volta e veria um mundo conturbado, em guerra (muito semelhante ao nosso), mas com tecnologias que estavam apenas nascendo (também muito parecido com os nossos dias). No entanto, não teria nenhuma informação de tendência que permitisse prever a sociedade pós-industrial deste século 21. Certamente, com alguma boa vontade ele poderia desejar que a humanidade já tivesse superado as guerras e a desigualdade, principais flagelos do seu tempo. O início do século XX assistiu às primeiras máquinas complexas tornarem-se a base da sociedade humana, se iluminou com a eletricidade e se maravilhou com as descobertas da química. Também viu essas novas maravilhas sendo utilizadas como armas. Nada daquele momento permitia vislumbrar as fantásticas conquistas desse início de século XXI. Eletricidade, mecânica e química se transcenderam em uma ciência interligada e capaz de elevar o conhecimento humano a um patamar quase divino. A humanidade deste século á mais bem preparada, mais culta, mais habilitada em todas as áreas de conhecimento. Enquanto a informação era para poucos em 1915, em 2015 a internet e suas ferramentas tornaram ciência e conhecimentos de acesso universal. Durante a maior parte da história humana havia a crença generalizada de que o futuro é algo inexorável, é auto realizável e nada se poderia fazer para mudar o destino. O Oráculo, desde os tempos de Delfos, tem poder de vida e morte sobre os crentes. Reis e generais consultaram os oráculos ao longo dos tempos para saber de sua sorte nas batalhas, assim como pessoas comuns seguem outras superstições para tentar descortinar o futuro inexorável à sua frente. O cenário de 2015 é completamente diferente. O futuro é algo a ser construído de acordo com os desejos e o planejamento da humanidade e de suas instituições. A casualidade tem pouco espaço em um momento da história em que a humanidade precisa tomar as rédeas de seu destino em decidir os rumos de sua civilização. Há dilemas fundamentais a serem enfrentados de forma objetiva e com um plano de trabalho capaz de superar inércias históricas, com o potencial de inovar nas relações humanas e, principalmente, com a capacidade de apoiar a humanidade em um salto evolucionário em direção ao futuro. Os desafios a serem superados são inúmeros, estão presentes em quase todos os campos do conhecimento e das relações humanas. No entanto, nenhum é maior do que a necessidade de superação da desigualdade. O planeta Terra abriga neste início de século sete bilhões de seres humanos. As estimativas dos demógrafos aponta que chegaremos a nove bilhões por volta de […]

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O controverso uso de esgoto na irrigação

Em todo o mundo, uma área cultivada totalizando de 29,3 milhões de hectares (o tamanho aproximado da Alemanha) é irrigada com água saída diretamente de esgotos, revelou um estudo publicado na revista Environmental Research Letters. Isso significa um risco à saúde considerável para quem come os vegetais originários desses locais. Segundo os modelos projetados pelos pesquisadores, cerca de 885 milhões de moradores de áreas urbanas ficam assim expostos a patógenos, como parasitas e bactérias. A irrigação com águas residuais não tratadas é problemática sobretudo em torno de cidades grandes sem tratamento adequado de esgotos, em especial na China, Índia, Paquistão, México e Irã. “Na maior parte dos casos, talvez os agricultores nem saibam”, comenta à DW Pay Drechsel, diretor de projetos do Instituto Internacional de Gestão de Água (IWMI, na sigla em inglês), no Sri Lanka, e coautor do estudo. Outros, por outro lado, usam propositalmente água de esgoto para irrigar suas plantações. “Ela tem um monte de nutrientes. Sabemos de casos em que os plantadores lutam pelo uso da água residual, mesmo dispondo de água fresca. É uma forma de não terem que pagar pelos fertilizantes” Falta de alternativa Por vezes, em regiões mais secas, os esgotos são a única fonte de irrigação. Por exemplo em Gana, onde Drechsel viveu e trabalhou por 11 anos. No país, todos os fazendeiros urbanos usam água poluída em suas safras, pois “não há alternativa”. Na maioria dos casos, contudo, o agricultor acredita estar usando água fresca e limpa. Em nível global, menos de 10% das águas residuais coletadas são tratadas. Junto com as chuvas, elas acabam nos rios, diluídas com o que antes era água potável, e entram na cadeia alimentar. No entanto, essa água “ainda carrega todos os patógenos”, afirma Drechsel, “muito além do que seja admissível para se beber ou para irrigação”. Ao lado de ovos de parasitas e até bactérias da cólera, ela muito frequentemente é causa de diarreia, que para crianças menores de cinco anos pode ser fatal. Danos ao meio ambiente Além dos riscos para a saúde humana, a prática traz também riscos ambientais, pois, ao escoar para os lagos e rios, os esgotos podem causar danos à fauna silvestre. Em 2013, pesquisadores de Gana e Uganda examinaram as águas residuais domésticas de Old Fadama, a maior favela urbana ganense, constatando “potenciais implicações ambientais deletérias”. Na estação seca, elas formavam uma massa malcheirosa extremamente pobre de oxigênio, matando peixes e outras formas de vida aquática. Na Inglaterra, em setembro de 2016, mais de 15 mil peixes morreram quando o rio Trent, na área de North Staffordshire, foi poluído por esgotos. Água residual também costuma conter grande quantidade de fosfatos e outras substâncias que promovem o crescimento de algas, consumindo ainda mais oxigênio e criando “zonas mortas”, onde outras formas de vida aquática não subsistem. Segundo a ONG ambientalista WWF, foram identificadas mais de 400 áreas no mundo onde ocorre essa privação de oxigênio. Microrrobôs são usados para eliminar bactérias na água Única fonte de água que aumenta com a população Cerca de 1 milhão de habitantes das regiões urbanas de Gana […]

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Ocupação Literária promove atividades públicas de leitura durante 7ª ViradaSustentável de São Paulo

Biblioteca Pública é uma estante de livros móvel, com rodízios, construída com material reciclado com mais de 100 livros, disponibilizados para leitura no local ou para troca. Foto Divulgação São Paulo, julho de 2017 – Com realização do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura e patrocínio da Kimberly Clark, a Ocupação Literária levará uma série de atrações durante a 7ª edição da Virada Sustentável de São Paulo, que será realizada entre os dias 24 a 27 de agosto e vai ocupar pontos importantes da cidade, como o Parque Ibirapuera, Parque Trianon, Parque Mário Covas, Avenida Paulista e praças nos bairros de São Miguel Paulista e Vila Leopoldina. Serão 20 intervenções urbanas que promovem a leitura através de atividades como salas de leitura em espaços públicos ou de livre acesso, troca de livros e saraus com participação de jovens autores brasileiros. A Ocupação Literária é idealizada por Heloísa Sobral, diretora da MUDA Práticas Culturais e Educativas, empresa que trabalha com incentivo à leitura e fomenta a formação de leitores porque acredita que a leitura transforma e melhora as pessoas e a sociedade. “Temos que ter mais leitores nesse país. Ajudar as pessoas a conhecer outras ideias, posições, buscar informação, para que possam refletir, formar e externar suas opiniões com embasamento”, ressalta Heloísa Sobral. Com expectativa de mais de um milhão de pessoas durante a Virada Sustentável, a Ocupação Literária contará com as seguintes intervenções gratuitas e públicas: Rede de Leitura com Sarau Independente; Casa de Livros; Banho de Leitura; Biblioteca Pública; Espaço de Leitura; Vôo Livro; Tá Chovendo Livro; e Carrinho literário (abaixo mais detalhes das ações). DIAS 24, 25, 26 E 27 DE AGOSTO (QUINTA, SEXTA, SÁBADO E DOMINGO) Rede de Leitura e Sarau Independente Redes de descanso bem confortáveis ao lado de um varal com mostra de publicações de jovens autores independentes, que a cada meia hora interpretam trechos de seus livros para o público. As publicações, às quais não se tem acesso em livrarias, bibliotecas e outros equipamentos públicos, são disponibilizadas para leitura no local e também para a venda pelos próprios autores a quem quiser adquiri-las. Quinta-feira, 24/08, na Viela entre a Rua Constantino Fraga e Avelino Chaves, na Vila Leopoldina – das 10 às 14h Sexta-feira, dia 25/08, na praça ao lado do Centro Cultural da Rua Serra da Juroca, 102, São Miguel Paulista – das 14h às 18 horas Sábado, dia 26/08, no Parque Ibirapuera, no bosque atrás do Auditório Ibirapuera – das 14h às 18 horas Domingo, dia 27/08, no Parque Trianon – das 13h às 17 horas Anna Zêpa, Bobby Baq, Caco Pontes, Daniel Minchoni, Daniel Viana, Eveline Sin , Felipe Marinho, Ligia Minami, Luiza Romão e Victor Rodrigues,  são alguns dos autores que participarão dos saraus. DIAS 25, 26 E 27 DE AGOSTO (SEXTA, SÁBADO E DOMINGO) Banho de Leitura Uma banheira sobre rodízios, cheia de almofadas e uma minibiblioteca. Tudo isso ao ar livre, com um guarda-sol para mais conforto. Livros-imagem, poesias, crônicas, contos para mergulhar na leitura de bons livros, com muito prazer e ludicidade. […]

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IPÊ e ESCAS promovem palestra e debate sobre produção sustentável e conservação da biodiversidade

Durante a Virada Sustentável 2017 de São Paulo, o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas e a sua escola ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade realizarão o evento Conservação da Biodiversidade: um …

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Documentário “Cultura do Desperdício – Por uma sociedade mais consciente” encerra Virada Sustentável deste ano em São Paulo

Desperdício de alimentos é tema de documentário que será destaque na sétima edição daVirada Sustentável, que acontece de 24 a 27 de agosto  São Paulo, 10 de agosto de 2017 – Com estreia marcada para o dia 27 de agosto no roof top (terraço 2) do Conjunto Nacional, o documentário Cultura do Desperdício fará parte da Virada Sustentável de 2017 em São Paulo. Produzido pela Conteúdos Diversos do publicitário Sérgio Lopes, o filme de 52 minutos mostra o desperdício em toda a cadeia produtiva de alimentos e tem como objetivo educar e provocar reflexões sobre o tema. Cultura do Desperdício conta com a participação de personalidades como Eduardo Giannetti da Fonseca, economista e escritor, e a fundadora da ONG Banco de Alimentos e “desobediente civil” Luciana C. Quintão, também autora da ideia original do documentário. Eduardo e Luciana dividem suas opiniões e expertise sobre o assunto, com ativistas, pensadores e especialistas no tema de desperdício e da nova economia visando a conscientização dos espectadores e sugestão de ações para gerar mudanças que possam promover um futuro melhor. O projeto é multiplataforma e estará em diversas redes sociais como Facebook, Twitter e Instagram além de contar com canal no Youtube. A trilha musical, um “Manifesto” contra o desperdício que estará disponível no Spotify, é composta por Vinícius Porto e Paulo Garfunkel e interpretada por Marco Antônio Gonçalves dos Santos, mais conhecido como “Skowa”. A exibição será seguida de um debate moderado por Fabrício Soler, especialista em resíduos sólidos, e com alguns dos participantes do documentário: Thaís Cardoso – Agrobanking – Rabobank Brasil Cláudio Zanão – Indústria Alimentícia – ABIMAPI Flávio de Miranda Ribeiro – CETESB – Companhia Ambiental do Estado \ SP Luciana Chinaglia Quintão – ONG Banco de Alimentos José Valverde – CONSEA – CEAGRO SP LANÇAMENTO:  Dia 27 de Agosto 2017 das 15h00 às 18h00 Rooftop (terraço 2) do Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – São Paulo, SP  

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Direitos humanos não é “direito dos manos”

por Ciro Barros, da Agência Pública –  O oficial aposentado da PM, mestre em Direitos Humanos, cobra punição aos superiores hierárquicos dos policiais que hostilizaram docentes e estudantes durante discussão do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos de São Paulo Na última sexta-feira, dezenas de policiais militares invadiram uma audiência pública no campus Baixada Santista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) onde professores, alunos e técnicos discutiam o Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos de São Paulo. Os policiais traziam cartazes com palavras de ordem e gritavam contra os direitos humanos, segundo relatos de alguns dos presentes à Pública. Durante a audiência, docentes e estudantes que manifestavam discordância durante e a audiência foram filmados pelos invasores e a pressão continuou na votação do plano. Alguns itens  – aos quais os policiais se opunham –foram suprimidos como a obrigação de formar agentes de segurança pública sob os princípios dos direitos humanos. Para o tenente-coronel da reserva e mestre em Direitos Humanos pela Universidade de São Paulo (USP), Adilson Paes de Souza, os PMs infringiram leis civis, penais e artigos do código de disciplina da corporação neste episódio. “São vários crimes praticados pelos policiais militares. Se quiserem punir, está fácil porque há várias imagens para identificá-los”, afirma Adilson. “Os superiores hierárquicos desses policiais devem ser punidos. Era um número imenso de policiais militares, eles não estavam lá à toa. Alguém determinou”, avalia. Estudioso do ensino de direitos humanos no curso de formação de oficiais da PM paulista, Adilson diz que o episódio reflete o profundo repúdio ao tema pela maioria dos policiais da tropa. “Se você falar em direitos humanos, você é um covarde, você é um fraco, você está protegendo um bandido. Eles não sabem nem o que são os direitos humanos, são vítimas e ao mesmo tempo os autores”, analisa o ex-policial. Em entrevista à Pública, ele critica a formação defasada, pouco transparente e alheia à realidade social a qual os policiais militares são submetidos na área de direitos humanos. “O que aconteceu na Unifesp é a prova – pra mim cabal – de que a política de segurança é a política do extermínio”, afirma. Por que há essa aversão por parte de alguns policiais à pauta de direitos humanos? Eu não acho que há uma certa aversão, acho que há um total repúdio ao tema de direitos humanos, onde se sedimenta esse sentimento equivocado que foi visto lá. Essa visão de que direitos humanos é direito “dos manos”, “direitos humanos para os humanos direitos”. Isso é típico. Isso é a pura verdade, não é uma mera aversão – há um repúdio à temática dos direitos humanos pela maioria dos policiais militares. Como pode haver um distanciamento tão grande da corporação com esse tema, uma vez que, pela nossa própria legislação, a atuação policial tem que ser pautada nos direitos humanos? No meu livro, “O Guardião da Cidade”, eu falo um pouco sobre o ensino de Direitos Humanos pela Polícia Militar. É um ensino extremamente formal, só […]

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História: Rio+20 e a economia de 2020

Dal Marcondes, da Envolverde –  Em 2012 escrevi este texto para fazer um contraponto entre a ficção catastrofista que previa um mundo apocalíptico para 2020 e o que os governos, ONGs e empresas estavam prevendo na Conferência Rio+20. Vale uma releitura. Em 1973 um filme alertou para os ricos da degradação ambiental em 2020. Soylent Green, dirigido por Richard Fleisher e estrelado por Charlton Heston e Edward G. Robinson, mostrou uma megalópole com 40 milhões de pessoas em um mundo degradado e sem condições de produzir alimentos para todos. Oceanos mortos e fazendas protegidas como caixas fortes completam o cenário da trama policial para desvendar o assassinato de um alto executivo da empresa Soylent, que fabrica biscoitos com os quais as pessoas se alimentam. A trama se desenvolve ao redor do biscoito verde (Soylent Green), que dá título ao filme, mas que em português foi traduzido para “O Mundo de 2020”. Esse biscoito, de proteínas, deveria ser fabricado de algas marinhas, mas os oceanos estão morrendo e não tem mais capacidade de alimentar a humanidade… O cenário é de fato catastrofista. Na época de seu lançamento, com 16 anos, comecei a pensar no que seria a mundo de 2020, principalmente porque o personagem de Edward G. Robinson, que morre no filme em uma cena memorável de eutanásia (e que de fato o ator morre duas semanas depois de terminar as filmagens), teria nascido no mesmo ano que eu, em 1956. Portanto, aquele poderia ser um olhar ao meu próprio futuro. Esse talvez tenha sido o principal incentivo para que me dedicasse, em minhas atividades profissionais, ao jornalismo econômico, às questões ambientais e ao desenvolvimento de um olhar sobre as possibilidades do futuro. Quase 40 anos depois de ter assistido Soylent Green em uma sala de cinema na av. Paulista, em São Paulo, passei um mês no Rio de Janeiro assistindo a apresentações, diálogos, debates e todo tipo de atividades na Conferência das Nações unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Por mais que se diga que essa conferência rendeu poucos frutos, ninguém em sã consciência pode negar a importância das mais de 3 mil reuniões da sociedade civil e da academia, além, é claro, das reuniões de governo, para a construção de uma base de consciência para as transformações na economia global nos próximos anos. O Mundo de 2020 ainda não chegou e há instrumentos disponíveis para que nunca chegue. O cenário de degradação ambiental irreversível e de insensatez capaz de alimentar as massas com proteína humana é tão inaceitável sob o ponto de vista ético que governos, empresas e sociedade civil devem seguir dialogando em busca de soluções. A economia de 2020 deve ser capaz de alimentar cerca de 8 bilhões de pessoas em todo o planeta e estar preparada para abrigar mais um ou dois bilhões ainda neste século. O Mundo pós Rio+20 Existe uma certa “ressaca” de discussões, investimentos e projetos ambientais e de sustentabilidade neste pós-Rio+20. Empresas, governos e sociedade civil pagaram alto para garantir suas […]

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Academia do Bem amplia seus horizontes

Por Eleni Lopes,  Diretora de Redação de Neo Mondo –  Pioneira no conceito de academia sustentável no Brasil, Ecofit inaugura sua segunda unidade em São Paulo, no bairro da Aclimação. Imagine um lugar onde, além de buscar seu bem-estar físico, o aluno tem a satisfação de estar num ambiente em que a sustentabilidade está nos mínimos detalhes, as diferenças são celebradas, em que crianças, jovens, adultos e idosos, sem preconceitos ou estereótipos, treinam como se fossem uma grande família num clube no meio da selva de pedra de São Paulo. Esta é a atmosfera que diferencia a ECOFIT da maior parte das academias. E, graças ao sucesso deste conceito, a segunda unidade da rede está sendo inaugurada em São Paulo, no bairro da Aclimação. Aulas vibrantes também ao ar livre “Nosso investimento é baseado no bem-estar e qualidade de vida, refletindo a respeito do “como” e “onde” vivemos. A proposta é criar um ambiente sustentável diretamente ligado a melhorar a vida das pessoas através de atividade física moderada e prazerosa”, explica Antonio Gandra, proprietário e idealizar da ECOFIT. A empresa é citada como referência em palestras da Ihrsa (o mais importante Congresso de Fitness e Wellness do mundo), nos Estados Unidos. Assim como a matriz, no bairro de Pinheiros, a nova franquia aplica a sustentabilidade, por meio do máximo aproveitamento de recursos, em sua operação diária: entrada de luz natural em abundância por meio de amplas janelas e vitrôs; a água da chuva, ar condicionado e que brota do subsolo é reaproveitada; a energia solar é utilizada para aquecimento dos chuveiros e piscinas; utilização de madeiras e papéis certificados, torneiras inteligentes e mictórios secos; calor residual dos aparelhos do ar condicionado para pré-aquecer as piscinas; jardins verticais; coleta seletiva; composteira e minhocário, entre outros. Alunos e professores comemoram mais um desafio cumprido Ambiente diferenciado Ao entrar na unidade Pinheiros da ECOFIT , a primeira impressão é de acolhimento, ao contrário do estereótipo que marca a maioria das academias, onde o culto à estética corporal é reverenciado. Um espaço kids entretém os pequenos enquanto seus pais praticam atividades físicas, exercícios especiais para a terceira idade ocupam parte da programação da manhã e tarde e um extenso calendário de aulas pode ser desfrutado por todos. Além disso, a prática da solidariedade é constantemente promovida por meio de campanhas e iniciativas, como arrecadações de alimentos e doações de roupas a instituições diversas, além do incentivo à troca de livros entre os alunos. E tudo isso deve se repetir na nova unidade Aclimação. GALERIA DE FOTOS CERRO CORÁ Continuação da sala de musculação Ala de esteiras Aulas especializadas Professora Bruna na sala de Spinning Sala de Pilates Espaço relax Vista de cima da academia Mais de 10 modalidades de aulas de natação e esportes aquáticos Da esquerda para a direita, Emanoela Cardoso, Silvia Hidalgo, Gabriella Oliveira e Giovanna Oliveira-apaixonadas por mergulho Espaço bebê na piscina Pausa para um café Brinquedoteca e tatame Quadra poliesportiva Aparelhos variados e modernos Continuação da sala de musculação Ala de esteiras Aulas especializadas Professora […]

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