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Ideia Sustentável – Jorge Lopez – Produtos mais eficientes, clientes mais competitivos

  Depoimento do presidente da 3M na Plataforma Liderança Sustentável, movimento criado pela consultoria Ideia Sustentável com a missão de inspirar, conectar e educar jovens líderes para o tema da sustentabilidade. As vídeo-palestras da iniciativa já foram vistas por mais de 1,7 milhão de pessoas.

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Editora Unesp lança dezoito e-books para download gratuito

Sob o selo Cultura Acadêmica, os livros frutos da parceria entre a Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Unesp (Propg) e a Fundação Editora da Unesp podem ser baixados sem custo Já estão disponíveis para download gratuito, no site Cultura Acadêmica, 18 novos livros da Coleção Propg-Digital produzidos por docentes, pós-graduandos e pós-graduados da Universidade Estadual Paulista (Unesp). As obras abrangem as áreas de Artes, Ciência da Informação, Ciências da Motricidade, Ciências Sociais, Comunicação, Educação, Estudos Literários, Geografia, História, Letras, Linguística e Psicologia e são frutos da tradicional parceria entre a Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Unesp (Propg) e a Fundação Editora da Unesp. O lançamento aconteceu na noite desta quinta-feira, 22 de junho, durante o I Fórum de Pós-Graduação, que reúne até sexta-feira os 149 coordenadores de programas de pós-graduação da Unesp, no câmpus de Bauru. Na ocasião, o reitor da Unesp Sandro Roberto Valentini destacou que a subvenção da Reitoria à Fundação Editora da Unesp é uma resposta afirmativa à relevância e ao rigor científico do selo Cultura Acadêmica. “Conta com toda a nossa respeitabilidade”, disse. “É um orgulho para o reitor ter uma editora desta qualidade.” Para o diretor-presidente da Fundação Editora da Unesp, Jézio Hernani Bomfim Gutierre, não é falsa modéstia se ufanar da Editora Unesp. “Tanto o mercado como a academia internacional reconhecem a Editora Unesp como uma das melhores editoras universitárias: não só em termos de quantidade, publicamos cerca de 200 títulos por ano, mas sobretudo pela qualidade editorial, além de formamos profissionais especializados”, relatou. Gutierre lembrou que a publicação de livros é uma preocupação que nasceu praticamente junto com a criação das universidades medievais italianas, no século XI, e que na Inglaterra, no século XVI, Oxford e Cambridge implantaram suas editoras que hoje são as maiores exportadoras do país. A Universidade de Chicago criou sua editora antes mesmo de fundar a universidade. “São exemplos que demonstram a relevância da comunicação científica, que este programa vem atender plenamente. Hoje, temos mais de 20 milhões de downloads em 20 países”, informou. “Além do baixo custo e da visibilidade à produção acadêmica de qualidade, o Programa permite que pesquisadores estejam em sintonia”, destacou o pró-reitor de Pós-Graduação da Unesp, João Lima Sant’Anna Neto. Ele lembrou que o livro com mais downloads recentes é justamente um de sua área: Dengue no Brasil. O Cultura Acadêmica é o segundo selo da Fundação Editora da Unesp (o primeiro é o Editora Unesp), idealizado para atender ao contingente de demandas editoriais dos múltiplos câmpus da Universidade Estadual Paulista. A missão primordial é a de prestar-se a “novas experimentações”, com abertura “a parcerias editoriais com órgãos da direção central da Unesp assim como com suas várias unidades universitárias e cursos de pós-graduação, buscando sempre a qualidade pautada nos conselhos editorias e comissões científicas responsáveis por cada um dos volumes publicados”. Confira abaixo, por áreas, os títulos publicados: Artes   Título: É um livro…? Mediações e leituras possíveis Autor: Camila Feltre – IA – São Paulo Título: Mediação cultural em museus e exposições de história: Conversas sobre […]

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ONU: uma em cada cinco refugiadas é vítima de violência sexual

No Dia Laranja Pelo Fim da Violência contra as Mulheres deste mês – 25 de junho –, a ONU alerta sobre a violência contra mulheres e meninas refugiadas. Estudos acadêmicos estimam que uma em cada cinco refugiadas – ou mulheres deslocadas em complexos contextos humanitários – tenha sofrido violência sexual, número ainda subnotificado. No Dia Laranja Pelo Fim da Violência contra as Mulheres deste mês – 25 de junho –, a ONU alerta sobre a violência contra mulheres e meninas refugiadas. Estudos acadêmicos estimam que uma em cada cinco refugiadas – ou mulheres deslocadas em complexos contextos humanitários – tenha sofrido violência sexual, número ainda subnotificado (1). A discriminação contra as mulheres e meninas é causa e consequência do deslocamento forçado e da apatridia. Muitas vezes, esta discriminação é agravada por outras circunstâncias, como origem étnica, deficiências físicas, religião, orientação sexual, identidade de gênero e origem social. De acordo com os dados do relatório “Tendências Globais” do ACNUR – a Agência da ONU para Refugiados –, 49% das pessoas refugiadas eram mulheres em 2016. Aquelas que estão desacompanhadas, grávidas ou são idosas estão ainda mais vulneráveis. Muitas dessas mulheres estão fugindo de conflitos em sua terra natal e sofreram violências extremas e violações dos direitos humanos, incluindo o assassinato e o desaparecimento de seus familiares, a violência sexual e de gênero e o acesso restrito a alimentos, água e eletricidade. Algumas foram repetidamente deslocadas ou foram exploradas ou abusadas em busca de segurança. As mulheres refugiadas também são muitas vezes as principais cuidadoras das crianças e dos membros idosos da família, o que aprofunda ainda mais sua necessidade de proteção e apoio. Com oportunidades econômicas limitadas, suas opções para construir meios de subsistência geralmente são limitadas ao trabalho informal de baixa remuneração, o que aumenta o risco de serem colocadas em situações precárias de trabalho. Em todo o mundo, as mulheres refugiadas têm demonstrado uma enorme resiliência ao refazer suas vidas e a de seus familiares, levando desenvolvimento e progresso às comunidades de acolhida. Segundo a representante do ACNUR no Brasil, Isabel Marquez, a história das mulheres e meninas refugiadas no Brasil demonstra um “grande poder de resiliência e uma imensa colaboração para o desenvolvimento de nossa sociedade”. Para ela, o empoderamento das mulheres e meninas, assim como a igualdade de gênero e de oportunidades, são essenciais para prevenir o deslocamento forçado e promover o desenvolvimento humano sustentável. “Precisamos garantir que as mulheres migrantes e refugiadas conheçam seus direitos, incluindo o direito a viver uma vida livre de violência. Que a Lei Maria da Penha seja cumprida para todas as mulheres, com atenção redobrada para aquelas em situação vulnerável como migrantes e refugiadas que estão chegando ao país ou que aqui já vivem há anos. As instituições têm que estar preparadas para providenciar serviços de qualidade”, destacou Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres no Brasil. “É fundamental que haja orçamento suficiente e pessoal qualificado para a atenção das mulheres e que a saúde, a segurança pública, o Judiciário e a educação trabalhem em parceria […]

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Novo satélite buscará planetas similares à Terra

Jornal da USP –  Satélite com telescópios irá procurar variações no brilho de estrelas durante passagem de planetas em suas órbitas Descobrir planetas fora do sistema solar é o objetivo da missão Trânsito Planetário e Oscilação de Estrelas (Plato), anunciada pela Agência Espacial Europeia (ESA) no último dia 19 de junho. A busca será feita por um satélite equipado com um conjunto de telescópios, que irá procurar variações na intensidade do brilho de estrelas causadas pela passagem de planetas em suas órbitas. No Brasil, o programa é coordenado pelo professor Eduardo Janot Pacheco, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP. O lançamento do satélite está previsto para 2026. “O Plato buscará por exoplanetas, isto é, planetas fora do sistema solar, pelo método dos trânsitos, mas o fará com muito mais precisão que os experimentos anteriores desse tipo, como os satélites Most e CoRoT, e a sonda espacial Kepler”, explica Pacheco. “A busca será feita por um satélite com um conjunto de cerca de 30 telescópios – o CoRoT, por exemplo, tinha apenas um telescópio – o que permitirá obter imagens mais precisas das estrelas e detectar variações de luz”. A missão irá monitorar aproximadamente um milhão de estrelas. O método dos trânsitos consiste em procurar pequenas variações regulares de intensidade em seu brilho que seriam causadas pela passagem de planetas em suas órbitas (eclipses). “A busca terá ênfase em planetas do tipo terrestre, ou seja, planetas rochosos como a Terra, onde há possibilidade da existência de vida”, conta o professor, “orbitando estrelas semelhantes ao Sol, em sua zona habitável, isto é, em distâncias da estrela que possibilitem a existência de água líquida na superfície do planeta”. O projeto também será capaz de detectar atividades sísmicas em algumas dessas estrelas (sismologia estelar), que servirão para determinar suas massas, tamanhos e idades. Essas informações ajudarão a compreender melhor cada sistema planetário. Contribuições Diversos centros de pesquisa brasileiros já colaboram com a missão Plato, com contribuições científicas e de engenharia (software e hardware). “Com isso, teremos acesso aos dados do satélite, num regime de compartilhamento com os outros países que fazem parte do projeto”, afirmou Janot. “Na parte de engenharia, pesquisadores brasileiros desenvolvem o software de controle do satélite. Um grupo do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul (Grande São Paulo), constrói uma réplica dos componentes que fazem a leitura das imagens captadas para os telescópios, de forma a poder de resolver problemas de funcionamento em terra quando o satélite estiver em órbita”. . Na área científica, os cientistas de diversas instituições do Brasil participam das comissões responsáveis pelas previsões e observações preliminares do Plato, e com o lançamento do satélite, das observações em solo que complementarão a observação no espaço. “O IAG pesquisa os exoplanetas e sua habitabilidade”, diz Janot. “Além disso, também são feitos estudos de sismologia estelar [estudo da estrutura interna de estrelas pulsantes], fundamentais para determinar o tamanho das estrelas, e dos planetas que orbitam em torno delas. Os planetas rochosos, similares à […]

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São Paulo precisa redescobrir a relação com seus rios

Por Denis Pacheco – do Jornal da USP – Pesquisa analisa o processo histórico que tornou os rios da capital paulista símbolos de descaso e degradação “Hoje a gente só percebe o rio quando ele transborda ou cheira mal. Ou seja, só de uma forma negativa. Apesar de a água refletir a luz do sol e render uma paisagem bonita, só percebemos o rio quando ele paralisa automóveis.” A melancólica constatação é do arquiteto José Paulo Neves de Gouvêa, pesquisador da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Segundo dados do Instituto Trata Brasil, apenas 47% dos dejetos recebem tratamento atualmente na região Sudeste do País – os que não recebem vão parar em rios e represas, corroborando o diagnóstico de Gouvêa. Não por acaso, nomes como Tietê e Pinheiros se tornaram símbolos do descaso com o qual o governo trata seus rios. Com o objetivo de compreender como os rios da capital paulista chegaram a esse estado de degradação, o arquiteto realizou uma pesquisa que culminou em tese de doutorado defendida na FAU. “Eu queria entender qual foi o processo histórico que levou os rios a ocuparem uma posição tão desprivilegiada na cidade como hoje”, revela. Seu trabalho analisa como se deu a apropriação privada dos rios de São Paulo e sua participação na produção do espaço da cidade, aprofundando aspectos relativos ao desenvolvimento social, político e econômico, desde sua fundação no século 16 até o início do século 20. . Partindo das obras de canalização dos rios Tamanduateí, Tietê e Pinheiros, a pesquisa traçou um recuo histórico até o momento em que os rios e córregos de São Paulo se constituíam como um bem comum e sua principal característica era o uso de suas águas e terras. Mapeando a história Filho de geógrafos, Gouvêa trabalhou sua pesquisa intercalando resgate histórico, estudo e elaboração de mapas. “No meu mestrado eu estudei cartografia histórica em São Paulo para entender a relação da cartografia com o desenvolvimento da cidade, e a pesquisa coincidiu com o doutorado”, afirma ele. Os mapas foram então utilizados para que o arquiteto pudesse formar uma ideia ampla sobre como os rios influenciaram a cidade e como a cidade influencia o estado atual dos rios. Margeando a pesquisa pelos rumos do desenvolvimento paulistano, o arquiteto pontuou os principais rios da cidade, inicialmente, como fontes de subsistência. “Por vários séculos a cidade usava esse bem comum, as pessoas subsistiam a partir dele. Paulatinamente, começou a nascer uma relação com a água e com o rio que já intermediava trabalho”, conta ele, ao lembrar de funções que não mais existem como a de aguadeiro, um grupo de profissionais constituído geralmente de imigrantes portugueses que pegavam a água do rio e a vendiam fora. “Era um verdadeiro serviço de distribuição de água em tonéis”, diz. . . De 1850 até o começo do século 20, com o desenvolvimento da propriedade privada como a conhecemos hoje e, em especial, da apropriação privada da natureza, a realidade urbana interferiu na relação dos paulistanos com os rios e […]

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Moradores da região com mais água doce do planeta encontram solução coletiva para ter abastecimento em casas e escolas

por Patrícia Kalil* — especial para Rede Mocoronga –  Eles colocam a mão na massa para fazer a captação e distribuição de água encanada para 2500 famílias através de microssistemas de gestão comunitária  Já são 140km de encanamento hidráulico subterrâneo cavado em mutirões pelos moradores da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, levando água potável para casas, escolas e centros comunitários. Sem poder mais esperar que o Estado resolva o déficit de acesso à água em comunidades rurais da Amazônia, os moradores da Resex estão, de forma participativa, empenhados na busca de soluções coletivas de abastecimento que são de baixo custo, atendam com eficiência a demanda local e possam ser facilmente replicadas nos vilarejos da região.   Ao longo dos últimos 20 anos, com apoio técnico do Projeto Saúde e Alegria (PSA), metade das vilas dessa reserva nacional mapearam as casas de quase 2500 famílias. Como as comunidades são em áreas de difícil acesso e distantes umas das outras, no lugar de partirem para um sistema centralizado de abastecimento, a visão foi descentralizar para tornar a gestão e sustenção comunitária possível. Já são 38 microssistemas independentes e com autogestão, feitos com a participação e controle dos moradores, com total transparência na administração de recursos e na prestação do serviço.   Em 38 das 74 comunidades, grupos perfuraram poços e construíram o elevado para sustentar a grande caixa d’água. Enquanto os poços eram feitos com ajuda técnica, outros moradores, também acompanhados por especialistas, cavaram redes de distribuição para levar água tratada de porta em porta, além das escolas e postos de saúde. Ao fim da etapa, todos conheciam em detalhes o funcionamento da rede local. Durante esse processo de construção e aprendizado coletivo, criaram regulamentos de uso próprios, elegeram comitês gestores e definiram metas de qualidade do serviço. A partir de planejamento e planilhas transparentes discutidas em reuniões, usuários pagam em média 10 reais mensais pela água. No custo está o salário dos comunitários responsáveis pela bomba, pela manutenção da rede, pela administração, pelo motorista e pela compra dos materiais necessários para a operação do sistema. Sabem exatamente para onde vai o dinheiro e conseguem até guardar uma reserva para imprevistos. É o caso da aldeia de Solimões, que no ano passado foi a primeira a construir um sistema de bombeamento com uma tecnologia flexível, conseguido nos meses de verão usar exclusivamente energia solar, dispensando a compra de combustível. No primeiro semestre de 2017, é a vez de três outras comunidades terem seus microssistemas: Cabeceira do Amorim, Pajurá e Anumã. Com patrocínio da Fundación Avina e Xyleen, o programa oferece os materiais para a construção e cada comunidade entra com a realização, a operação, a manutenção e a gestão coletiva. O engajamento e participação dos moradores reduz drasticamente o custo da obra. Além disso, o controle social e a transparência da gestão fazem com que as coisas sejam feitas como planejadas, sem os “custos adicionais” tão frequentes em obras infraestruturais pelo país. Para se ter ideia do que isso significa na prática, com aproxidamente R$ 330 […]

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Plano Nacional de Educação está parado nas gavetas do governo

O dia 25 de junho marca três anos de vigência do atual Plano Nacional de Educação (PNE), que teve sua discussão iniciada em 2010, foi sancionado apenas em 2014 e ainda aguarda a conclusão da regulamentação de itens fundamentais para que possa s…

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Editora Unesp disponibiliza 18 livros gratuitos

Já estão disponíveis para download gratuito, no site Cultura Acadêmica, 18 novos livros da Coleção Propg-Digital produzidos por docentes, pós-graduandos e pós-graduados da Universidade Estadual Paulista (Unesp). As obras abrangem as áreas de A…

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EMIRADOS: Crescente Vermelho distribui rações para iftar no Iêmen

Lahij, 15 de junho (WAM) – A Autoridade do Crescente Vermelho dos Emirados Árabes Unidos distribuiu comida do iftar para muitas famílias carentes no Iêmen e colaborou com associações que trabalham com surdos e crianças com paralisia cerebral no…

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C&A e Instituto C&A e a moda mais sustentável

A C&A e o Instituto C&A lançam esta semana seus relatórios globais, que mostram as várias ações desenvolvidas com o objetivo de tornar a indústria da moda mais justa e sustentável. A C&A apresenta em seu Relatório de Sustentabilidade os principais resultados obtidos em sua cadeia de valor a partir de três pilares: produtos, rede de fornecimento e vidas sustentáveis. O relatório traz o progresso obtido pela varejista nessas dimensões ao longo de 2016. Já o Instituto C&A, que representa a C&A Foundation no Brasil, trabalha junto com seus parceiros para apoiar a transformação da indústria da moda como um todo. No relatório do Instituto C&A são descritos os avanços alcançados no Brasil e no mundo nas seguintes frentes: Incentivo ao Algodão Sustentável, Melhores Condições de Trabalho, Combate ao Trabalho Forçado e ao Trabalho Infantil e Fortalecimento de Comunidades, além dos investimentos em Educação. Os relatórios podem ser acessados na íntegra nos seguintes endereços: C&A: http://sustainability.c-and-a.com Instituto C&A: www.relatórioanual2016.institutocea.org.br

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