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Mês da Alimentação: as empresas e institutos e as metas de nutrição do governo brasileiro

por Liliane Rocha, especial para a Envolverde –  No último dia 16/10 comemoramos o Dia Mundial da Alimentação – criado com o intuito de desenvolver uma reflexão sobre o quadro atual da alimentação mundial e principalmente sobre a fome no planeta.  O tema da alimentação vem ganhando muito destaque nos últimos anos exatamente para garantir não só uma alimentação acessível a todos, mas principalmente saudável, já que os números de doenças e mortes por fatores de má alimentação só crescem em todo o mundo. Um estudo da revista da Academia Americana de Medicina mostrou que deficiência ou a ingestão exagerada de 10 fatores dietéticos, como sódio, carne vermelha, nozes e grãos integrais, explicam 45% dos 702.308 óbitos registrados nos Estados Unidos em 2012 por infarto, derrame e diabetes 2. No Brasil, os números também são alarmantes, o que fez com o governo brasileiro fosse o primeiro a estabelecer metas dentro da “Década da Nutrição”, instituída pela ONU em 2016. A pesquisa da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada no início do ano, mostra que nos últimos 10 anos, a prevalência da obesidade no Brasil aumentou em 60%, passando de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016. O excesso de peso também subiu de 42,6% para 53,8% no período. Tendo em vista esses dados, as empresas e institutos têm demonstrado preocupação com a saúde de seus funcionários e muitas estão investindo em iniciativas para incentivar uma alimentação saudável e garantir o bem-estar de todos. Tenho apoiado empresas interessadas em implantar iniciativas que as levarão a contribuir com as metas da ONU e, o mais importante, proporcionar uma vida saudável e o bem-estar no ambiente corporativo. Todos sabemos que prevenir doenças é o melhor caminho para a economia de recursos, bem como para reduzir o presenteísmo nas empresas. Temos apoiado grandes empresas e institutos para o alcance de algumas metas do ODS 2, no que se refere a melhoria da nutrição. Um dos clientes atendidos pela Gestão Kairós é o Instituto Unibanco, que vem implementando, desde o início do ano, uma série de iniciativas com esse objetivo. O trabalho no Instituto, entre outros, compreende a realização de reuniões para conscientizar e informar o público interno sobre a importância de uma alimentação mais saudável para a vida das pessoas bem como para a sustentabilidade do planeta. Analise dos cardápios de eventos internos e externos e mudanças que visam a melhoraria da nutrição dos colaboradores. “Após as etapas iniciais de conscientização, conseguimos estabelecer como meta prioritária a redução do açúcar refinado e dar a alternativas para o consumo de outros tipos menos refinados; nos cardápios de nossos eventos reduzimos a gordura vegetal e hidrogenada e a saturada, os processados e embutidos e aumentamos a quantidade de fibras, vitaminas e minerais nas refeições”. Fábio Santiago, gerente do projeto IU Saudável do Instituto Unibanco. Esta é uma tendência global, e as empresas e institutos que atuarem nesta frente, certamente estarão na vanguarda da transformação do planeta e […]

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Mês da Alimentação: as empresas e institutos e as metas de nutrição do governo brasileiro

por Liliane Rocha, especial para a Envolverde –  No último dia 16/10 comemoramos o Dia Mundial da Alimentação – criado com o intuito de desenvolver uma reflexão sobre o quadro atual da alimentação mundial e principalmente sobre a fome no planeta.  O tema da alimentação vem ganhando muito destaque nos últimos anos exatamente para garantir não só uma alimentação acessível a todos, mas principalmente saudável, já que os números de doenças e mortes por fatores de má alimentação só crescem em todo o mundo. Um estudo da revista da Academia Americana de Medicina mostrou que deficiência ou a ingestão exagerada de 10 fatores dietéticos, como sódio, carne vermelha, nozes e grãos integrais, explicam 45% dos 702.308 óbitos registrados nos Estados Unidos em 2012 por infarto, derrame e diabetes 2. No Brasil, os números também são alarmantes, o que fez com o governo brasileiro fosse o primeiro a estabelecer metas dentro da “Década da Nutrição”, instituída pela ONU em 2016. A pesquisa da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada no início do ano, mostra que nos últimos 10 anos, a prevalência da obesidade no Brasil aumentou em 60%, passando de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016. O excesso de peso também subiu de 42,6% para 53,8% no período. Tendo em vista esses dados, as empresas e institutos têm demonstrado preocupação com a saúde de seus funcionários e muitas estão investindo em iniciativas para incentivar uma alimentação saudável e garantir o bem-estar de todos. Tenho apoiado empresas interessadas em implantar iniciativas que as levarão a contribuir com as metas da ONU e, o mais importante, proporcionar uma vida saudável e o bem-estar no ambiente corporativo. Todos sabemos que prevenir doenças é o melhor caminho para a economia de recursos, bem como para reduzir o presenteísmo nas empresas. Temos apoiado grandes empresas e institutos para o alcance de algumas metas do ODS 2, no que se refere a melhoria da nutrição. Um dos clientes atendidos pela Gestão Kairós é o Instituto Unibanco, que vem implementando, desde o início do ano, uma série de iniciativas com esse objetivo. O trabalho no Instituto, entre outros, compreende a realização de reuniões para conscientizar e informar o público interno sobre a importância de uma alimentação mais saudável para a vida das pessoas bem como para a sustentabilidade do planeta. Analise dos cardápios de eventos internos e externos e mudanças que visam a melhoraria da nutrição dos colaboradores. “Após as etapas iniciais de conscientização, conseguimos estabelecer como meta prioritária a redução do açúcar refinado e dar a alternativas para o consumo de outros tipos menos refinados; nos cardápios de nossos eventos reduzimos a gordura vegetal e hidrogenada e a saturada, os processados e embutidos e aumentamos a quantidade de fibras, vitaminas e minerais nas refeições”. Fábio Santiago, gerente do projeto IU Saudável do Instituto Unibanco. Esta é uma tendência global, e as empresas e institutos que atuarem nesta frente, certamente estarão na vanguarda da transformação do planeta e […]

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ODS2 – Papa Francisco pede ação contra mudanças climáticas e as guerras

Combater a fome exige lutar contra as mudanças climáticas e prevenir conflitos, defendeu o papa Francisco neste 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação. Em cerimônia na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultu…

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ODS8 – Políticas do FMI atrapalham políticas de direitos humanos

As políticas de empréstimo do Fundo Monetário Internacional (FMI) estão prejudicando algumas das prioridades de direitos humanos e de desenvolvimento das Nações Unidas, assim como promovendo políticas “fracassadas” de privatização e auster…

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ODS13 –Iniciativa Empresarial em Clima faz Webinar sobre a COP23

As organizações membro da IEC – Iniciativa Empresarial em Clima convidam a participar do Webinar de Preparação para a COP 23, que será realizado no dia 20 de outubro (próxima sexta-feira), das 14h às 15h, com transmissão via YouTube.
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Políticas do FMI impedem que países cumpram obrigações de direitos humanos

As políticas de empréstimo do Fundo Monetário Internacional (FMI) estão prejudicando algumas das prioridades de direitos humanos e de desenvolvimento das Nações Unidas, assim como promovendo políticas “fracassadas” de privatização e austeridade, alertou o relator da ONU Alfred de Zayas, em Nova Iorque. “O FMI atualmente impõe condições que desencorajam o gasto social e, portanto, impedem que os Estados cumpram suas obrigações de direitos humanos”, disse ele. “Frequentemente, essas condições aumentam o desemprego, reduzem os padrões que regem trabalho, saúde e meio ambiente, e diminuem o acesso à educação gratuita de qualidade”, completou. “A dimensão de direitos humanos nos empréstimos não pode mais ser ignorada”, disse Alfred de Zayas, relator independente para a promoção de uma ordem internacional democrática e equitativa, à Assembleia Geral da ONU. Apresentando uma série de propostas de mudanças, o especialista das Nações Unidas disse que era hora de políticas de empréstimos “inteligentes” que estimulem os Estados a honrar seus compromissos de direitos humanos e desenvolvimentos, em vez de dificultar esse processo. “Deploro o fato de que as práticas de empréstimos das instituições financeiras internacionais muitas vezes vão contra os objetivos das Nações Unidas, não apenas no campo dos direitos humanos, como também na conquista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, disse o relator ao apresentar relatório sobre o tema. “O FMI atualmente impõe condições que desencorajam o gasto social e, portanto, impedem que os Estados cumpram suas obrigações de direitos humanos. Frequentemente, essas condições aumentam o desemprego, reduzem os padrões que regem trabalho, saúde e meio ambiente, e diminuem o acesso à educação gratuita de qualidade.” O especialista disse ainda que o Banco Mundial e o FMI precisam trabalhar em conjunto com o Sistema ONU, incluindo suas agências especializadas, fundos e programas, como a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Ele pediu ao FMI que abandone sua insistência “desatualizada” na privatização estilo “Velho Oeste”, na desregulamentação do mercado e na austeridade nos serviços sociais, que segundo o relator não garantiram a estabilidade econômica, geraram violações de direitos humanos e são vistas como “políticas fracassadas”. Zayas propôs um conjunto de sete condições que os países devem aceitar antes de receber empréstimos, incluindo moratória sobre gastos militares (exceto salários e pensões) e novas leis para combater a evasão de impostos de pessoas físicas e jurídicas e de cidadãos que mantêm dinheiro ilegalmente no exterior. Segundo o relator, impostos também deveriam ser aplicados às transações financeiras, e deveria ser proibido o FMI emprestar dinheiro para os países pagarem os chamados “fundos abutres”, que especulam com títulos de dívida dos países com maiores chances de “default”, ou mecanismos de reestruturação de dívida como os holdouts, que também têm como alvo situações de risco de calote. Os países também teriam que proibir os paraísos fiscais, garantir que todas as empresas pagassem impostos, proibir “desvio de lucros” – quando empresas transferem lucros para uma outra jurisdição fiscal – e, finalmente, aprovar e aplicar leis anticorrupção. “Essas propostas garantirão que os Estados gerem […]

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Iniciativa Empresarial em Clima convida para Webinar sobre a COP23

As organizações membro da IEC – Iniciativa Empresarial em Clima convidam a participar do Webinar de Preparação para a COP 23, que será realizado no dia 20 de outubro (próxima sexta-feira), das 14h às 15h, com transmissão via YouTube.
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Banco Mundial: América Latina ampliou educação, mas população pobre ainda tem menos oportunidades

Nações Unidas –  Na América Latina e Caribe, apenas 50% das crianças de três anos de idade oriundas dos 20% mais pobres está na escola. No caso dos meninos e meninas que fazem parte dos 20% mais ricos, a taxa sobe para 90%. Em faixas etárias mais avançadas, disparidades também podem ser observadas. Em média, apenas 20% dos adultos de 21 anos de idade estão na escola. Todavia, entre os 20% mais ricos, o índice chega a 60%. Dados são de uma nova análise do Banco Mundial sobre acesso a educação. Divulgado nesta semana por ocasião do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, lembrado em 17 de outubro, o levantamento do organismo financeiro aponta que países latino-americanos e caribenhos conquistaram um avanço importante na democratização da educação — os jovens de hoje têm escolaridade superior à de seus pais. Todavia, a juventude nascida dos segmentos menos educados continua tendo uma probabilidade mais elevada de permanecer entre o grupo com menor nível educacional, quando comparada com sua própria geração. Para organismo internacional, desigualdades não foram devidamente enfrentadas. Diferenças significativas persistem sobretudo na educação infantil, no ensino médio e no superior. O Banco Mundial avaliou a proporção de crianças nascidas da metade da população que é menos educada, mas que consegue chegar, posteriormente, aos 25% com o nível mais alto de escolaridade. Em um mundo de perfeita isonomia, no qual todas as crianças tivessem acesso às mesmas oportunidades educacionais, cada criança teria 25% de chance de estar no segmento de capacitação mais elevada. Contudo, na América Latina e no Caribe, o índice da maioria dos países está abaixo dos 15%, com algumas poucas exceções, como a Costa Rica. Sete nações da região estão no grupo de pior desempenho, com El Salvador, Guatemala e Panamá entre os de pior resultado. A região testemunha um fenômeno exclusivo, de acordo com o Banco Mundial. Os ganhos das últimas décadas levaram a um aumento da taxa de mobilidade absoluta — calculada com base na comparação entre gerações —, mas a mobilidade relativa — referente à possibilidade de transitar entre segmentos (de renda ou escolaridade, por exemplo) numa mesma geração — continua refletindo lacunas consideráveis entre grupos sociais. O cenário preocupa o organismo financeiro porque quanto menor o acesso a níveis superiores de ensino, menores as chances de melhorias a longo prazo no que tange à distribuição de renda, à redução da miséria e à produtividade. A instituição também chamou atenção para os problemas específicos da população indígena. Segundo o Banco Mundial, 43% dos indígenas vivem em situação de pobreza moderada na América Latina, e 24% em pobreza extrema. Esse último índice é 2,7 vezes superior ao de não indígenas vivendo em condições de miséria extrema. Além da maior probabilidade de viverem na penúria, os indígenas também têm uma visão menos otimista da mobilidade do que os outros cidadãos, ressalta o Banco Mundial. Citando o relatório América Latina Indígena no Século XXI, de 2015, o organismo lembra pesquisa que revelou que, quando se pede aos indígenas que classifiquem […]

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Papa Francisco: fim da fome exige compromisso contra as mudanças climáticas e contra as guerras

Nações Unidas –  Combater a fome exige lutar contra as mudanças climáticas e prevenir conflitos, defendeu o papa Francisco neste 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação. Em cerimônia na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, o líder da Igreja Católica descreveu como “infeliz” a decisão de alguns países de se retirar do Acordo de Paris   Combater a fome exige lutar contra as mudanças climáticas e prevenir conflitos, defendeu o papa Francisco neste 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação. Em cerimônia na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, o líder da Igreja Católica descreveu como “infeliz” a decisão de alguns países de se retirar do Acordo de Paris. Em 2017, a data está sendo observada pela ONU com um alerta — a fome voltou a aumentar, afetando 815 milhões de pessoas em 2016. O número representa uma alta de mais de 38 milhões de indivíduos na comparação com 2015. O crescimento, segundo as Nações Unidas, foi causado pela proliferação de conflitos e de eventos climáticos extremos — ambos os tipos de fenômenos associados também a deslocamentos populacionais. “Está claro que as guerras e as mudanças climáticas são algumas das causas da fome. Logo, não apresentemos a fome como se se tratasse de uma doença incurável”, afirmou Francisco em pronunciamento na FAO. O chefe do Vaticano fez ainda um apelo a líderes mundiais, para que garantam a segurança dos migrantes, se comprometam com o desarmamento e protejam o planeta conforme utilizem os recursos naturais para a produção e consumo de alimentos. O papa descreveu como “infeliz” a decisão de alguns Estados-membros da ONU de abandonar o Acordo de Paris. “O que está em jogo é a credibilidade de todo o sistema internacional”, disse o pontífice. Lembrando as negociações do Pacto Global para a Migração Segura, Regular e Ordenada, Francisco defendeu que o gerenciamento da mobilidade humana “requer ações coordenadas, sistemáticas e intergovernamentais, em acordo com as normas internacionais (já) existentes, e plenas de amor e de inteligência”. Para marcar o dia mundial, a FAO escolheu o tema “Mudar o futuro da migração. Investir em segurança alimentar e desenvolvimento rural”. “É nossa meta abordar as causas da migração, como pobreza, insegurança alimentar, desigualdade, desemprego e falta de proteção social”, explicou o diretor-geral da agência da ONU, José Graziano da Silva, durante o evento. “Acreditamos firmemente que aumentar investimentos em segurança alimentar, no desenvolvimento rural sustentável e em esforços para adaptar a agricultura às mudanças climáticas ajudará a criar as condições por meio das quais as pessoas, especialmente os jovens, não mais terão de ser forçadas a abandonar suas terras para buscar uma vida melhor em outro lugar”, acrescentou o dirigente. Também presente no encontro na capital italiana, David Beasley, diretor-executivo do Programa Mundial de Alimentos (PMA), disse que o maior problema do mundo é “o conflito produzido pelo homem”. Segundo o chefe da agência humanitária, situações de confronto armado consomem 80% do orçamento do […]

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Prêmio Itaú-Unicef anuncia parcerias premiadas regionais

Serão premiadas 32 parcerias entre Organizações da Sociedade Civil (OSC) e escolas públicas, que receberão R$ 20 mil cada O Prêmio Itaú-Unicef inicia nesta sexta-feira (20), em Belo Horizonte, as premiações das 32 parcerias regionais de sua 12ª edição, selecionadas entre as 96 finalistas divulgadas na etapa anterior. O Programa, que neste ano tem como mote “Educação Integral: Parcerias em Construção”, reconhece e estimula as parcerias entre Organizações da Sociedade Civil (OSC) e escolas públicas no desenvolvimento de ações socioeducativas que ampliem tempos, espaços e conteúdos de aprendizagem para crianças e adolescentes na faixa etária dos 6 aos 18 anos. Desde 1995, já recebeu mais de 17 mil inscrições, premiando iniciativas em 1.752 cidades. Nesta fase, serão reconhecidas quatro parcerias por região, uma de cada porte orçamentário (micro, pequeno, médio e grande). “Por esse método, as organizações concorrem dentro de suas regionais com outras do mesmo perfil orçamentário. Como finalistas da etapa anterior, OSC e escola receberam R$ 10 mil cada uma. Agora, como regionais premiadas recebem mais R$ 20 mil cada”, explica a coordenadora de Fomento da Fundação Itaú Social, Camila Feldberg. Os projetos inscritos passaram por análise preliminar e foram divididos em oito regionais: Belém (que inclui os estados da região Norte), Belo Horizonte (estado de Minas Gerais), Curitiba (estados do Sul), Goiânia (estados do Centro-Oeste e Distrito Federal), Recife (estados do Nordeste), Rio de Janeiro (Rio de Janeiro e Espírito Santo), Ribeirão Preto (interior do estado de São Paulo) e São Paulo (região metropolitana e litoral de São Paulo). No evento da próxima sexta-feira (20), na capital mineira, serão conhecidas as parcerias premiadas das regionais Belo Horizonte e Rio de Janeiro. No dia 27, em Belém, serão reveladas as das regionais de Belém e Goiânia. Em 9 de novembro, em São Paulo (SP), serão apresentadas as parceiras premiadas das regionais de São Paulo, Ribeirão Preto e Curitiba. Por fim, no dia 14 de novembro, serão apontadas as da regional Recife. A premiação nacional está prevista para o dia 11 de dezembro, no auditório Ibirapuera em São Paulo, quando serão anunciadas as quatro parcerias premiadas nacionais (uma de cada porte orçamentário) e OSC e escola receberão mais R$ 100 mil cada uma. O prêmio total para cada instituição reconhecida na última etapa somará R$ 130 mil. “O Prêmio ajuda a fortalecer organizações que transformam o território onde atuam e a vida de milhares de crianças e adolescentes em todas as regiões do País. Elas ampliam as oportunidades e contribuem para garantir o direito de aprender de algumas das crianças que mais precisam”, afirma a representante do UNICEF no Brasil, Florence Bauer. Nesta edição, o Prêmio Itaú-Unicef recebeu 1.651 inscrições de todos os estados do país. “A diversidade e relevância das parcerias inscritas no Prêmio revelam projetos fundamentais para garantir o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Elas são muito inspiradoras para o trabalho conjunto entre escolas e organizações”, avalia a superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), Mônica Franco. O Prêmio […]

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