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Brasileiro estuda metade que um alemão e fica abaixo de diversos países

Os dados da UNESCO mostram os países cujos cidadãos frequentam a escola por mais anos e, também, os países em que há maior percentual de crianças e adolescentes fora da escola. Todos os dados são segmentados por gênero e o Brasil figura em toda…

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FS Bioenergia abrirá sua segunda usina de etanol de milho no Brasil

A FS Bioenergia, a primeira usina de etanol 100% do milho do Brasil, anuncia a implementação de sua segunda planta no Brasil, no momento em fase de licenciamento que antecede a construção. Localizada em Sorriso, Mato Grosso, a unidade terá um inve…

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Resíduo da Piraquê se transforma em ração animal

Nos últimos dois anos, a Piraquê – uma das mais conhecidas fabricantes de biscoitos, massas e refrescos do país – vem reunindo esforços para reduzir os resíduos destinados para o Aterro Sanitário em Nova Iguaçu ou Seropédica na Baixada Fluminense. Ao longo deste período foram planejados e desenvolvidos projetos cujos resultados a Piraquê contabiliza que deixa de enviar de 350 toneladas de resíduos, por mês, para o aterro sanitário. Porém, o mais positivo das ações é que os programas encontraram finalidades sustentáveis para a destinação, como por exemplo, o aproveitamento de resíduos das massas de biscoitos e de macarrão e as sobras e os retalhos de biscoitos e massas fora do padrão de qualidade Piraquê, onde aproximadamente 320 toneladas por mês, se transformam em ração animal. Agindo assim, o que antes era descartado no aterro atualmente é destinado a várias fazendas do interior do Rio de Janeiro. Uma das empresas que recebe o retalho de biscoito é a Mantiqueira, granja produtora de ovos. Outro projeto que foi desenvolvido é o aproveitamento dos resíduos gerados na preparação dos alimentos e a sobra de comida provenientes das refeições dos próprios colaboradores, 10 toneladas por mês, que são realizadas em restaurante próprio da empresa, vão para compostagem na empresa Vide Verde, na Cidade de Cachoeiro de Macacu. Por meio de um processo simples, os resíduos de alimentos são transformados em adubo utilizado para o cultivo de alimentos orgânicos. Com este insumo, a Vide Verde produz coco totalmente orgânico. Os paletes de madeira, as caixas e os caixotes utilizados na fábrica, cerca de 18 toneladas por mês, são encaminhados a uma empresa de manufatura que reutiliza toda esta madeira. Com isso, a companhia contribui para o uso consciente de recursos naturais. A empresa também destina para reciclagem papelão, embalagens plásticas e sucatas metálicas, de forma a reduzir a produção de embalagens com novos produtos. As estopas com solvente passam por uma blendagem – processo que mistura resíduos compatíveis, gerando um produto completamente alternativo que serve de matéria-prima para abastecer fornos de cimenteiras. Estas estopas são totalmente descaracterizadas e geram um produto de alto poder calorífico. Segundo Carlos Roberto Coutinho – Engenheiro e Gerente de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Saúde da Piraquê – a empresa tem tratado seus resíduos com foco na política dos 3 Rs – reduzir, reutilizar e reciclar – com efetivo controle dos processos produtivos, mitigando os riscos, controlando as perdas de formar a garantir uma produção segura e sustentável. Neste contexto, outro projeto no controle de resíduos relacionado com a borra mista da sua produção de gordura, a partir do óleo vegetal – cerca de 100 toneladas /mês – se transformam em insumo para produtos de limpeza. Já o óleo lubrificante dos caminhões e os solventes contaminados na limpeza de peças da sua oficina mecânica são vendidos para uma empresa especializada que direciona para purificação, transformando-os em novos produtos de 2ª linha. Além do resíduo industrial, o consumo de energia elétrica também merece atenção especial da área de Meio […]

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Celso Amorim: “Para quem viveu os tempos da ditadura, essa prioridade absoluta da segurança interna é preocupante”

Anna Beatriz Anjos, da Agência Pública –  Em entrevista, ex-ministro da Defesa critica tratamento a imigrantes venezuelanos e diz que intervenção no Rio é política e não militar Ex-ministro das Relações Exteriores no governo de Luís Inácio Lula da Silva e da Defesa durante o primeiro mandato de Dilma Rousseff, o diplomata Celso Amorim considera “grave” a permissão para que as Forças Armadas atuem na segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Para ele, é um erro separar o problema da segurança de questões sociais econômicas, como educação, saúde e emprego. “É um ataque ao sintoma e não às causas reais”, afirma. A intervenção foi determinada por decreto presidencial assinado pelo presidente Michel Temer na última sexta-feira (16). Caso aprovado na Câmara dos Deputados em votação nesta segunda (19), segue para o Senado. A primeira operação após o anúncio da medida se iniciou na tarde desta segunda-feira na zona norte do Rio. Em entrevista à Pública, Amorim falou também sobre o crescente fluxo de imigrantes venezuelanos ao Brasil e a forma com que o governo Temer tem lidado com a situação. Ambas as ações são, para ele, resultado de uma visão que tem a segurança interna como prioridade, em meio a “uma onda publicitária do governo para tentar encobrir os aspectos negativos da política econômica e social”. Por que o fluxo de imigração venezuelana ao Brasil tem se intensificado? A Venezuela vive uma crise muito pronunciada que tem várias causas. A queda do preço do petróleo, de fato, influiu muito, e pode ter havido erros de planejamento. Há também um boicote óbvio internacional à área financeira. Quando você tem uma situação desse tipo num país muito dependente de um único produto – como é o caso da Venezuela em relação ao petróleo –, a queda do preço afeta a renda e toda capacidade de importação, inclusive de alimentos. Normalmente, nessas situações, recorre-se a empréstimos internacionais, coisa que está praticamente fechada para a Venezuela, a não ser por poucos países, dentro dessa política de isolamento. Na realidade, tirando o petróleo que os próprios Estados Unidos precisam comprar, há um bloqueio como se fosse o feito à Cuba. Isso causa problemas muito graves e nós sabemos que essas políticas de isolamento sempre dão errado. Os Estados Unidos levaram mais de 50 anos para perceber que estavam errados com relação a Cuba – o Obama percebeu, não sei a situação vai se reverter agora com o Trump. Com a Venezuela está sendo assim, de maneira não decretada, mas é óbvio que está acontecendo. Claro que não é o único fator, mas isso gera uma situação que leva a esse fluxo crescente de refugiados. É possível comparar este movimento de imigração com algum outro que tenha ocorrido antes no Brasil? Houve o caso dos haitianos, mas foi uma coisa mais lenta que, mesmo assim, criou problemas para o Acre. Sempre se tentou tratar a questão com humanidade; na época em que fui ministro da Defesa, inclusive, tinha participação indireta, mas a presidenta Dilma, eu me […]

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Montello SpA e TOMRA: quando a excelência encontra o sucesso

Quarenta máquinas TOMRA com a mais inovadora tecnologia de sensores, permitem que o centro localizado perto de Bérgamo, Itália, dê uma segunda vida às toneladas de plástico pós consumo que chegam de toda região de Lombardia. Montello SpA, Bérgamo é uma história de sucesso. Um exemplo de reconversão industrial visando a economia verde. Voltamos a 1996 quando, no período de crise da indústria siderúrgica, a administração decidiu suspender a produção de barras de ferro para construção civil e se transformar em um dos mais avançados centros de tratamento de resíduos da Europa, o único na Itália que realiza o ciclo completo. Foi uma decisão acertada. Atualmente, Montello S.p.A. ocupa uma área industrial de 350.000 m2, 120.000 m2 são cobertos e emprega cerca de 500 funcionários. A tecnologia domina toda a empresa, especialmente pela escolha de máquinas de seleção ótica da TOMRA Sorting Recycling, capaz de identificar os diferentes tipos de plástico e deixar apenas uma percentagem muito pequena para o trabalho manual. Cerca de 150 mil toneladas de embalagens de plástico pós consumo são recuperadas e recicladas, que para o meio ambiente representam cerca de 200 mil toneladas de emissões de CO2 por ano. Além disso, a empresa faz triagem e tratamento de cerca de 300 mil toneladas de resíduos orgânicos coletados separadamente, da qual a empresa extrai o biogás (para a produção de energia que alimenta suas instalações) e fertilizantes de alta qualidade. A colaboração com TOMRA Sorting Recycling se deu desde o início. Em 1999 foi construída a primeira planta de seleção automática na Itália para selecionar garrafas plásticas de acordo com os requisitos do consórcio italiano para reciclagem e recuperação de plásticos, COREPLA (PET transparente, PET azulado, PET colorido e PEAD). Esta escolha foi tão eficaz que o fluxograma do processo definido nesta primeira instalação ainda é considerado como referência em todas plantas de triagem COREPLA equipadas com sistemas de seleção baseada em sensores. Hoje, a planta Montello possui 40 máquinas de seleção AUTOSORT, que são usadas principalmente para selecionar e reciclar embalagens plásticas pós consumo. As máquinas AUTOSORT da TOMRA combinam sensores de espectroscopia NIR (infravermelho próximo) e VIS (espectro visível) em um sistema de seleção modular que rápida e precisamente reconhece e separa grande quantidade de material de acordo com o seu tipo e composição, obtendo assim frações de cada material com grande pureza. A tecnologia NIR é utilizada para a detecção dos polímeros e a tecnologia VIS para as cores. Além das embalagens plásticas de Milão e Bergamo, 60% do plástico proveniente da Lombardia também chega na planta de Montello. No caso de Milão (através da empresa de coleta de resíduos AMSA), junto com os plásticos são levadas as latas de alumínio, que também são selecionadas. O trabalho de triagem é realizado através de peneiras, balísticos e aspiradores, mas, acima de tudo, pelos separadores AUTOSORT da TOMRA de alta resolução NIR (infravermelhos), distribuídos em 6 linhas diferentes; a separação é realizada por tipo de polímero e, no caso das garrafas de PET, também por […]

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Reciclagem de material escolar ganha programa de empresa

O Programa Nacional de Reciclagem de Instrumentos de Escrita Faber-Castell que está promovendo o concurso “Faxina nos Armários” e irá premiar uma instituição de ensino pública com kits de material escolar pelo período de um ano. Entre os res…

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Código Florestal é julgado no STF nesta quarta-feira

Nesta quarta (21/2), as ações de inconstitucionalidade contra o novo Código Florestal voltam a ser debatidas no Supremo Tribunal Federal (STF). É mais uma oportunidade para o STF refletir sobre a lei à luz de todo o conhecimento científico gerado nos últimos anos. Espera-se que, mesmo havendo pressões políticas e econômicas, os ministros tomem decisões que beneficiem toda sociedade, e que essas decisões sejam pautadas em evidências científicas. Conheça a opinião de um especialista da USP, Jean Paul Metzger, especialista em Ecologia da Paisagem e Biologia da Conservação, professor titular. “Falamos de uma das leis ambientais mais importantes do Brasil, já que rege a conservação da vegetação nativa em propriedades privadas, o que representa cerca de 280 milhões de hectares ou metade de toda nossa vegetação nativa. Uma lei fraca significa um sério risco ambiental para o país. A comunidade científica já se pronunciou, diversas vezes, em publicações científicas do Brasil e do exterior, incluindo a prestigiosa revista Science, e por compilações de dados científicos que foram organizadas pelas maiores e mais importantes sociedades científicas do Brasil, como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Associação Brasileira de Ciência Ecológica e Conservação. Esses documentos mostram que algumas das mudanças aprovadas na revisão do Código Florestal, em 2012, são perigosas para a segurança hídrica, climática e alimentar do Brasil. Há amplas evidências científicas que mostram que a vegetação nativa é importante para a regulação do clima e da vazão dos rios, a provisão de água e energia, o controle de pragas e polinização em diversos cultivos, propiciando condições para o aumento da produtividade agrícola. A manutenção de paisagens com coberturas acima de 30% de florestas reduz a propagação de algumas zoonoses, como a hantavirose, o que pode ser relevante diante do risco de propagação de outras doenças, como a febre amarela. A restauração da vegetação nativa pode propulsionar uma nova cadeia econômica, desde a produção de mudas até o acompanhamento e a manutenção das áreas restauradas. A preservação e a restauração das florestas e demais formas de vegetação nativa podem levar a uma situação onde todos saem ganhando. Há que se manter os acertos e as boas inovações da lei, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e os incentivos econômicos para a manutenção da vegetação nativa. Deve-se, no entanto, corrigir algumas graves distorções. Entre elas, podemos citar a redução e obrigação de restaurar apenas parte das Áreas de Preservação Permanente (APP), que fragilizam a proteção dos rios, aumentando as taxas de assoreamento e contaminação por pesticidas, reduzindo a qualidade das águas, o potencial pesqueiro e a vida média dos reservatórios; a possibilidade de usar 50% de espécies exóticas para recompor as Reservas Legais (RLs), o que reduz a necessidade de cobertura vegetal nativa, favorecendo principalmente as grandes propriedades, mas produzindo efeitos perversos sobre a biodiversidade, o clima e a água; a compensação de RL em um mesmo bioma, o que deve reduzir substancialmente a cobertura vegetal em áreas mais degradadas, onde a restauração […]

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Zoonose de São José dos Campos promove doação de cães e gatos

O Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura de São José dos Campos promove neste sábado (24), das 8h30 às 13h30, a 2ª Feira de Adoção de Cães e Gatos de 2018, em sua sede localizada na Rua George Willians, 581, Parque Industrial, na região …

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USP busca se internacionalizar e ampliar horizontes

A internacionalização é uma das diretrizes da USP. A Universidade entende que é de extrema relevância o estabelecimento de parcerias com entidades de diversos países, para a criação de novos laços de integração e também da manutenção e fo…

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Maranhão desenvolve nas escolas projeto contra escravidão

Realizado pela ONG Repórter Brasil, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) do Maranhão e com apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Ministério Público do Trabalho (MPT), o projeto “Escravo, nem pensar!

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