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Província argentina trata água como questão de Estado

Por Ruy Galvão Martins, especial para a Envolverde  – Imagine você no meio de um deserto. Agora, imagine este deserto na margem leste da cordilheira dos Andes, na América do Sul. Um solo árido, com muito pedregulho, de vegetação rasteira e escassa. Como sobreviver neste ambiente hostil e seco? Onde a amplitude térmica é enorme, com variações de 30°C entre dia e noite no verão. O índice pluviométrico é baixíssimo e na época das chuvas, as precipitações podem chegar a no máximo 40 mm. Essa é a situação da província argentina de Mendoza, uma das regiões de agricultura mais produtiva da Argentina. Graças às técnicas seculares de irrigação dos Huarpes, habitantes originais da região, foram criados oásis para possibilitar a agricultura e condições básicas para a vida humana. Esses oásis foram possíveis graças à água proveniente do degelo da cordilheira dos Andes. Um ano com pouca neve na cordilheira no inverno gera primavera e verão com escassez de água na região. Por razões de sobrevivência, o povo Huarpe aprendeu a tratar e valorizar a água, pois sabia que sem este poderoso elemento da natureza, a vida ficava comprometida. Quando os espanhóis dominaram aquela região, eles foram sábios o suficiente para preservar as técnicas de tratamento da água e irrigação dos Huarpes. Com a chegada de novos imigrantes, predominantemente espanhóis, italianos e também franceses, e o desenvolvimento econômico da região, Mendoza assumiu uma vocação agrícola baseada em frutas provenientes de regiões áridas, do mediterrâneo ou oriente médio. A força da agricultura vem dos seguintes cultivos: uva para produção de vinho, alho, cebola, azeitona, ameixa, nozes, castanhas e outras frutas secas. Os oásis cresceram, mas a terra só tinha valor se tivesse irrigação, ou se estivesse dentro de um oásis, que por sua vez é irrigado. Portanto, o elemento água continua tendo um valor muito maior que a terra, pela razão de oferta e demanda. Quem tem água, tem vida, quem não tem, perece de forme sede. Por razões econômicas e também de sobrevivência, a água devia ser tratada como um bem maior, com um assunto estratégico, como um assunto de Estado e não de governo. A diferença é que os assuntos de governo podem mudar radicalmente conforme os governantes e legisladores de turno, enquanto o tema de Estado é um assunto estratégico e de extrema importância para a sustentabilidade da sociedade. Portanto, ele deve ser tratado com visão de longo prazo, de forma a atender ás demandas de sobrevivência de uma civilização e não ás demandas econômicas ou políticas de um governo passageiro ou interesses particulares de setores da sociedade. Com esta visão estratégica e de longo prazo, se criou uma autarquia independente do governo da província, exclusivamente para a gestão das águas. A província de Mendoza conta com um “Governador das Águas”, como se conhece popularmente ao “Superintendente de Irrigación”, o qual é aprovado pelo Senado local. Esta autarquia se chama “Departamento General de Irrigación” O objetivo principal do Governador das Águas é manter a província viva, pois sem água […]

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Documentário “O Complexo” é exibido neste mês de agosto em feiras de cultura indígena em São Paulo

por Sucena Shkrada Resk –  O documentário O Complexo (Teles Pires) será exibido, neste mês, em feiras de Cultura Indígena, em São Caetano do Sul, e em Campinas, SP (veja a programação abaixo), com espaço aberto para debate. O público poderá conferir durante 26 minutos, as falas de indígenas, agricultores, representantes do Ministério Público Federal, e da Academia, entre outros personagens, que retratam quais estão sendo os efeitos cumulativos socioambientais e de direitos humanos, no ponto de vista desses atores, sobre a construção de um complexo de quatro usinas hidrelétricas, na sub-bacia do Teles Pires, na Bacia do Tapajós, entre Mato Grosso e Pará. Com roteiro de João Andrade e Thiago Foresti e realização do Fórum Teles Pires (FTP) e da Forest Comunicação, a produção  tem o apoio do Instituto Centro de Vida (ICV), da International Rivers – Brasil e da Mott Foundation. O Complexo já foi exibido no Cine Kurumin – Festival de Cinema Indígena, na Bahia, em julho, e é um dos documentários do Festival Internacional de Cinema Ambiental Planeta.Doc, em Florianópolis, Santa Catarina. Recentemente foi selecionado na categoria Meio Ambiente, no  The 10 th Internacional Kuala Lumpur Eco Film Fest, que será realizado em Kuala Lumpur, na Indonésia, em outubro. Confira a agenda de exibição de O Complexo, agora, em agosto: 25/08 – às 18h – Roda de Conversa sobre Direitos Indígenas – Rua São Francisco, 626, bairro Santo Antônio, em São Caetano do Sul, SP. Organização: Opção Brasil – Programa Índios na Cidade; 26 e 27/08 – 14h – VIII Feira de Cultura Indígena – no Espaço Verde Chico Mendes, em São Caetano do Sul, SP. Organização: Opção Brasil – Programa Índios na Cidade; 31/8 e 01/09 – às 19h, na II Feira de Cultura Indígena – Mercado Mundo Mix Indígenas – na Estação Cultura de Campinas, SP. Realização: Programa Índios na Cidade/Etno Cidade.  

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Retorno dos lobos a Yellowstone restaura o equilíbrio da natureza

O retorno dos lobos ao Parque nacional de Yellowstone depois de 70 anos extintos na região mudou completamente o comportamento das outras espécies que vivem na região. Isso restaurou o equilíbrio ambiental entre os animais e na natureza do parque….

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USP libera na íntegra aulas de 27 disciplinas de graduação e pós-graduação

Você já ouviu falar do Canal USP? É mais uma opção cheia de conteúdo para você dar aquele upgrade em seus conhecimentos A USP acaba de lançar um Canal no YouTube com 27 disciplinas de graduação e pós-graduação. Cada disciplina conta com uma sequência de vídeos totalizando mais de 1.000 vídeos explicativos. Além destes vídeos, você também poderá conhecer várias atividades da Universidade como atividades em laboratório, seminários, palestras e trabalho em grupo. São mais de 1.000 vídeos de diversos assuntos para você aproveitar e conhecer mais sobre a Universidade USP. Conheça os cursos gratuitos da USP Acessando o Canal USP, você poderá ter acesso a 27 cursos gratuitos, alguns deles chegam a ter até 90 vídeos explicativos. Conheça os cursos! 1 – Física I para escola politécnica Esta disciplina é ministrada por Marcelo Martinelli, traz aulas de informações quânticas, leis de Newton, forças da natureza, trabalho da energia, leis de Kepler e muito mais. Clique aqui para conhecer as aulas. 2 – Matemática financeira e introdução às finanças Aqui você aprenderá mais com o Prof. Dr. Adriano Azevedo Filho sobre métodos de cálculo, inflação, taxa de juros, capitalização, fluxo de caixa e muito mais. Confira as aulas aqui. 3 – Economia monetária O curso conta com mais de 75 vídeos e os mais variados assuntos como monetaristas e neoclássicos, o que é dinheiro, inflação, desemprego, crise econômica e muito mais. Ministrado pelo professor João Sayad. Clique aqui para conferir. 4 – Teoria geral do direito penal Teoria Geral do Direito Penal I está entre as disciplinas obrigatórias do 1o período do curso de Direito da Faculdade de Direito da USP. Aqui você encontrará 19 vídeos que falam sobre os princípios das leis penais, teoria do delito, triplicidade objetiva e muito mais. Confira todos os vídeos aqui. 5 – Estudos comparados de literaturas de Língua Portuguesa I A Profa. Fabiana Buitor Carelli fala sobre os fundamentos da literatura comparada, o escravismo colonial e muito mais. Clique aqui para conhecer as aulas. 6 – Temas e prática em relações internacionais Uma série de palestras e seminários realizados por vários especialistas em relações internacionais. Conheça todos os vídeos aqui. 7 – Introdução à economia e macroeconomia São 5 aulas completas ministradas pela Profa. Dra. Denise Cavallini Cyrillo, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEAUSP). Acesse os vídeos aqui. 8 – Agricultura brasileira e a economia contemporânea São 6 vídeos de uma palestra completa que aborda as principais questões do setor de agricultura do Brasil. Confira aqui. 9 – Perspectivas da crise O Prof. Dr. Simão Silber explana o assunto crise econômica e seus maiores efeitos sobre a economia nacional e internacional. Clique aqui para conhecer a palestra. 10 – Tópicos de ética e educação Ao todo são 65 vídeos explicativos que abordam temas como educação e cultura, competências docentes e uma série de vídeos do curso Ética e Educação. Veja aqui os vídeos. 11 – Astronomia – Uma Visão Geral I Uma série de videoaulas ministradas pelo Profº João Steiner, onde você poderá aprender mais sobre telescópios, espectrógrafos, […]

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Corredores verdes para transporte de soja podem reduzir custos e impactos ambientais

Pesquisa da Escola Politécnica da USP avalia tecnologias que melhoram eficiência logística em termos sociais, econômicos e ambientais. Um dos principais corredores utilizados para a exportação da soja brasileira liga a região de Sorriso, onde se localiza a maior produção dessa commodity no estado líder no cultivo da soja, o Mato Grosso, ao porto de Santos, no litoral paulista. Por esse corredor passaram 8,5% da soja produzida neste estado destinada ao mercado externo. Uma pesquisa desenvolvida na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) mostra que a adoção de tecnologias que transformem essa rota em um corredor verde poderia reduzir em 55,5% as emissões de gás carbônico e em 84,8% as de óxido de nitrogênio, além de diminuir o tempo relativo das viagens em 15,8%, o congestionamento na região portuária em 16,7% e o custo do transporte em 3,1%. Esse é um dos três corredores usados para o escoamento da produção de soja estudados por João Ferreira Netto, pesquisador do Centro de Inovação em Logística e Infraestrutura Portuária (CILIP), vinculado ao Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da Poli-USP. Ele propõe em sua tese de doutorado a adoção das melhores práticas de um corredor verde também para a rota Sorriso – Paranaguá (Paraná) e para a ligação entre a região da cidade de Sapezal (também no Mato Grosso) a Santarém (Pará). Corredores verdes são estruturas pelas quais se transporta grandes volumes de mercadorias, utilizando a combinação dos modais rodoviário, ferroviário, fluvial e marítimo com a aplicação de novas tecnologias que ajudam a equilibrar a produtividade e sustentabilidade, reduzindo os impactos ambientais. O conceito surgiu na Europa, com o objetivo de tornar o sistema logístico mais eficiente e reduzir seus impactos, e tem sido aplicado em corredores que ligam diversos países, como o que vai da Escandinávia até a Itália e outro que liga a Suécia à Alemanha. “Diversos requisitos são observados para transformar um corredor em corredor verde: combustíveis, motores, tecnologia da informação, aspectos operacionais, regulatórios etc, tudo que ajude o setor de transporte e logística a realizar viagens mais objetivas, usando as menores distâncias e reduzindo as emissões de gases poluentes por meio da diminuição do consumo de combustíveis”, explica. “Em minha pesquisa, estudei três rotas utilizadas para escoamento da produção de soja e constatei que é possível, sim, implementarmos corredores verdes no País, apesar das sérias deficiências em infraestrutura”, acrescenta Netto. O Brasil é o segundo país produtor de soja no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, e exportou 51,6 milhões de toneladas do produto no ano passado, de acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. A produção na safra 2016-2017 deve ser de 113,923 milhões de toneladas, em uma área plantada de 33,890 milhões de hectares, segundo dados da Embrapa. Os números dão uma dimensão do quanto a produção de soja impacta a questão do transporte no País e justificaram a seleção desse produto e, por consequência, dos corredores de escoamento da produção para a pesquisa que avaliou a possibilidade e os ganhos […]

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BNDES e BID vão debater investimentos em infraestrutura sustentável

BID e BNDES formalizam parceria para aproximar os investimentos em infraestrutura dos objetivos de desenvolvimento sustentável O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e apoio da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EBAPE), realizam no dia 31 de agosto, no Rio de Janeiro, o InfraInvest – Sustainable Infrastructure, evento que reunirá especialistas, gestores públicos, tomadores de decisão e investidores públicos e privados para discutir os caminhos necessários para o cumprimento das metas do Brasil com relação à redução das emissões de carbono e aumento dos investimentos em infraestrutura sustentável, como forma de atingir estes objetivos. Serão discutidos os arranjos necessários, os quadros normativos e legais e regulamentos que possam permitir os investimentos em infraestrutura sustentável; as melhores práticas em execução de projetos sustentáveis alinhadas às boas práticas internacionais; e os mecanismos de financiamento, que irão considerar os instrumentos necessários para alavancar os investimentos do setor privado e também avaliar a percepção dos investidores sobre o tema, assim como o papel dos green bonds (títulos verdes) e securitização. A Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil inclui metas ambiciosas de reduzir, até 2025, as emissões em 37% em relação aos níveis de 2005 além de restaurar 15 milhões de hectares de pastagens degradadas e aumentar para 45% a parcela dos recursos renováveis em sua matriz energética. Para atingir estes objetivos são necessárias mudanças significativas na maneira como o país e a região concebem, constroem e usam a sua infraestrutura, principalmente em setores chave como energia, transporte, água e saneamento. Ainda, é necessário que sejam feitas análises substanciais e processos de engajamento entre os setores para acelerar o desenvolvimento sustentável, especialmente no que se refere ao cumprimento dos compromissos globais e objetivos de desenvolvimento nacional, não só de sustentabilidade ambiental, mas também sociais e econômicos. O evento contará com a participação do ambientalista e importante estudioso da Amazônia Dr. Thomas Lovejoy, considerado o “Padrinho da Biodiversidade” e do professor Tomas C. Heller, fundador da Climate Policy Initiative e que atua diretamente nos temas de controle climático internacional e uso global da energia. Serviço: Evento: InfraInvest – Infraestrutura Sustentável para o Brasil Data: 31 de agosto de 2017, às 09h30 Local: Centro Cultural da Fundação Getúlio Vargas – Praia de Botafogo, 190 – Rio de Janeiro – RJ Inscrições: https://events.iadb.org/calendar/eventDetail.aspx?lang=pt&id=5354& O evento será aberto à imprensa e o credenciamento deve ser feito na página do evento. Sobre o BID O Banco Interamericano de Desenvolvimento tem como missão melhorar vidas. Criado em 1959, o BID é uma das principais fontes de financiamento de longo prazo para o desenvolvimento econômico, social e institucional da América Latina e o Caribe. O BID também realiza projetos de pesquisas de vanguarda e oferece assessoria sobre políticas, assistência técnica e capacitação a clientes públicos e privados em toda a região. Sobre o BNDES Fundado em 1952, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é um dos maiores bancos de desenvolvimento do mundo e o principal instrumento do Governo Federal para o financiamento de longo prazo, principalmente aqueles voltados […]

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R20 e FecomercioSP promovem evento de energia sustentável para empresas 

Já estão abertas as inscrições para o seminário “Eficiência Energética e Geração Distribuída”, realizado junto com a fundação criada por Arnold Schwarzenegger, que contará com palestras de Pierre-Yves Mourgue, CEO da Green Yell…

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Brasil dá um passo atrás na adoção de metas para controlar poluição do ar

Reunião do Conama em Brasília sinaliza não adotar prazos para atendimento dos padrões definidos pela OMS; para o ambientalista Carlos Bocuhy, presidente do Proam, “resultado foi muito negativo” e mortes continuarão
O Brasil ficou ainda mais di…

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Programa de Educação para o Desenvolvimento Sustentável une empresas e ONG para fortalecer ODS

Arcos Dorados é a primeira apoiadora do programa Impacta ODS, criado pela organização humanitária internacional Aldeias Infantis, com apoio do Instituto Mauricio de Sousa, Pacto Global ONU, CEBDS e GRI Brasil A organização humanitária internacional Aldeias Infantis SOS Brasil lançou, nesta quinta-feira, 17 de agosto, o Impacta ODS, programa de educação e disseminação dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU – uma agenda de metas para a humanidade até 2030, que prevê educação de qualidade, erradicação da pobreza e maior colaboração entre as instituições, entre outros compromissos. Realizado em parceria com Instituto Mauricio de Sousa, Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável – CEBDS, Rede Brasil do Pacto Global ONU e Global Reporting Initiative – GRI, o Impacta ODS é voltado a empresas e instituições de ensino e contará com uma série de 18 gibis protagonizados pela Turma da Mônica e conteúdo interativo digital educativo (EaD). A primeira empresa a firmar parceria com a Aldeias Infantis SOS Brasil é a Arcos Dorados, máster franqueada do McDonald´s para a América Latina. Empresas e escolas que aderirem à iniciativa poderão contribuir para a disseminação dos ODS, incentivando a formação de funcionários e professores, num período de um a dois anos. Com o investimento nesse processo educativo, as empresas e escolas contribuirão para os programas da Aldeias Infantis SOS no Brasil, que impactam oito dos 17 ODS: Acesso a cuidados básicos (ODS10), Acesso a educação e formação (ODS4),Desenvolvimento de talentos, habilidades e auto estima (ODS4), Redução da pobreza (ODS1),  Inserção no mercado de trabalho e na economia (ODS8), Integração na sociedade e redução das desigualdades (ODS10), Crianças e adolescentes crescem em um ambiente familiar protetor (ODS16), Construção de um mundo com mais paz e justiça (ODS16). “Todos são responsáveis pela criação de um mundo mais sustentável, por isso, desenvolvemos uma iniciativa pioneira para disseminar os conceitos de desenvolvimento da ONU para 2030 de forma educativa e inclusiva. Como uma organização global que fez parte da construção dos ODS, com foco na garantia dos direitos de crianças, desejamos que esse projeto faça com que elas se sintam protagonistas da transformação, responsáveis pelo futuro que queremos construir”,explica Mariana Chiavini, gestora de Parcerias e Sustentabilidade da Aldeias Infantis SOS Brasil. Para o McDonald’s, a iniciativa está alinhada ao seu projeto de estímulo à leitura na primeira infância, aliado aos valores e crenças sobre o desenvolvimento sustentável que a empresa já emprega em sua operação. Além disso, proporcionará o engajamento por meio do Programa Bom Vizinho – que conta com os funcionários em uma rede de voluntariado corporativo. Em maio deste ano, a empresa já distribuiu cerca de 400 gibis para alunos de escolas da cidade de Birigui, em parceria com a Prefeitura da cidade, com excelentes resultados. “Queremos contribuir com a formação de cidadãos conscientes de seu papel e que sejam protagonistas nas mudanças que necessitamos para ter um desenvolvimento sustentável do planeta. Esperamos que as crianças, ao receber esse tipo de informação, sejam influenciadoras da sociedade, começando pelas suas próprias famílias”, explica Leonardo Lima, Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Inovação […]

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Empresas tem mais consciência em sustentabilidade, mas faltam decisões

Pesquisa mostra que empresários estão preocupados em investir em sustentabilidade. Tema é discutido em Curitiba na próxima semana Pesquisa realizada ao longo dos últimos cinco anos durante a realização do Fórum Sustentabilidade e Governança mostra que a maioria dos executivos e gestores tem elevada consciência do impacto das questões ambientais nos seus negócios, porém “falta cultura empresarial” para uma adesão maior a práticas responsáveis. “De forma geral, os gestores sabem da importância do tema sustentabilidade e governança, têm consciência dos riscos envolvidos e das medidas necessárias para a sua implementação, sabem também que não podem esperar eficiência das ações governamentais, porém a mudança dessa cultura é muito mais difícil”, afirma Miguel Milano, engenheiro florestal e um dos organizadores do Fórum. Além desse aspecto, 65% dos pesquisados, em sua maioria coordenadores, gerentes e diretores, reconheceram que bens e produtos com origem produtiva comprovadamente legal, eficiente e sustentável merecem uma precificação (prêmio) diferenciada. Outros 35% defendem que as práticas sustentáveis não deveriam influenciar no preço, pois a “produção eficiente e legal é uma obrigação empresarial”. Pesquisa mundial realizada pela ISEAL Alliance confirma esse diferencial, ao constatar que os resultados de longo prazo identificados em 53% dos casos foram o aumento do lucro, a diminuição de custos (30%) e a melhoria reputacional (60%)”. A razão para as práticas não serem adotadas mesmo em empresas “já convertidas”, já que existe consciência das vantagens, pode ter sido traduzido pelo resultado da pesquisa realizada, pois 45% dos entrevistados apontam para a “falta de conhecimento e cultura no assunto, falta de clareza no assunto e a falta de coordenação em cadeia”. A pesquisa do Fórum mostra ainda que: apenas 37% dos entrevistados têm conhecimento de iniciativas na área ambiental em âmbito federal. O desconhecimento reflete a descrença na efetividade dos mecanismos de incentivo existentes. Na média dos cinco anos de pesquisa, mais da metade (52%) dos entrevistados respondeu que consideram ineficientes as ações governamentais das quais têm conhecimento. A vulnerabilidade às mudanças climáticas também entrou na agenda de preocupações dos gestores. Em conjunto com a escassez e poluição da água, esses fatores somam dois terços das respostas do ano passado ao questionamento sobre quais limitações ecossistêmicas poderiam afetar o crescimento da empresa ao longo de dez anos. O índice de preocupação com os eventos climáticos (20%) foi o mais expressivo de todos os anos estudados, o que mostra uma consonância da consciência dos empresários com o que está sendo discutido globalmente. Sobre o Fórum Sob o tema “O caminho natural do desenvolvimento”, o Fórum Sustentabilidade & Governança realiza sua sexta edição em Curitiba, nos dias 22 e 23 de agosto e oferece espaço para que iniciativas inovadoras que envolvam sustentabilidade e negócios sejam discutidas e compartilhadas com os principais atores envolvidos no tema. Entre os palestrantes estão: David Brand, CEO da companhia australiana New Forests,  que conta com mais de 30 anos de experiência com investimentos na área florestal e de políticas públicas; e Manoel Sobral Filho, Diretor Executivo do Fórum de Florestas da ONU, que vai falar sobre as metas […]

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