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ODS8 – Premiação dos vencedores do The Next Startup

O concurso The Next Startup chega ao final nesta quarta-feira com a premiação dos quatro ganhadores. Os participantes tiveram que desenvolver seus próprios planos de negócio empreendedores, e agora os melhores serão reconhecidos. Será a última o…

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ODS6 – FIRJAN junta-se à Coalizão Cidades pela Água

No momento em que a perspectiva de uma crise de água volta a preocupar os moradores de diversas regiões do estado do Rio de Janeiro, a Coalizão Cidades pela Água, que tem como objetivo contribuir para a segurança hídrica de 12 das maiores regiõe…

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Escolhas lança Hub de Estudos de economia e meio ambiente

por Maura Campanili, para o Instituto Escolhas –  O Instituto Escolhas disponibiliza em seu site, a partir de hoje (5/12), o Hub de Estudos (http://escolhas.org/hub-de-estudos/), uma plataforma online de pesquisa bibliográfica sobre a temática Economia e Meio Ambiente. “É uma ferramenta voltada a estimular e facilitar a pesquisa e a produção de conhecimento nesta área, objetivo da Cátedra do Instituto Escolhas”, explica Sergio Leitão, diretor executivo do Instituto. O Hub de Estudos possibilita uma busca inteligente por temas, o resumo e o respectivo link para acesso aos documentos (estudos, artigos, teses e dissertações, relatórios e outros) que tratam do tema. Traz também matérias destacando estudos nacionais e internacionais que colaboram para difundir o debate sobre os custos econômicos, sociais e ambientais de políticas públicas e projetos relacionados à sustentabilidade. O Hub é um atalho para que pessoas que não são especializadas no tema possam ter acesso a uma informação de qualidade da maneira mais rápida e direta possível. Além disso, o Hub ajudará a disseminar estudos de um campo que ainda conta com poucas pesquisas no Brasil. A Intenção do Escolhas é também estimular que mais economistas e pesquisadores de diferentes áreas se interessem pela temática Economia e Meio Ambiente. “A ferramenta pode ser usada tanto por estudantes e especialistas da área socioambiental e econômica, quanto por qualquer pessoa que esteja buscando informações sobre algum assunto específico relacionado a temas como florestas, energia, transportes, habitação, com esse enfoque”, completa Leitão. O Hub de Estudos capta trabalhos publicados em sete revistas especializadas internacionais (entre elas a Energy Economics, a Ecological Economics, Journal of Environmental Economics and Management, Journal of Development Economics, Journal of Public Economics,Quarterly Journal of Economics e American Journal of Agricultural Economics), além de outros estudos. A busca pode ser feita em inglês e/ou português. Com atualização mensal, em breve o Hub trará mais novidades em publicações nacionais e internacionais. Acesse o Hub de Estudos em http://escolhas.org/hub-de-estudos/.

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Ambev investe R$ 1 bilhão para atingir metas ambientais

Cervejaria reduziu consumo de água, energia, matéria-prima e emissão de gases de efeito estufa entre 2013 e 2017 Em linha com seu compromisso por um mundo melhor, a Ambev chega ao final de 2017 atingindo seis das sete metas ambientais estabelecidas pela AB InBev, grupo do qual faz parte, para todos os 25 países onde o grupo global atua. Nos últimos cinco anos, a cervejaria investiu cerca de R$ 1 bilhão em diversas iniciativas que incluem redução nas emissões de gases de efeito estufa, no consumo de água, energia e matérias-primas e até mesmo a troca de refrigeradores em bares, lanchonetes e supermercados por modelos ecológicos. “Nossas metas estão alinhadas ao nosso sonho de unir as pessoas por um mundo melhor. Um mundo melhor engloba sustentabilidade, preservação do meio ambiente e dos recursos hídricos, além do menor consumo de energia. Temos um histórico de busca por excelência que se traduz também em atitudes cada vez mais sustentáveis”, afirma Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade e Suprimentos daAmbev. Combatendo o efeito estufa Um dos resultados mais significativos foi a redução da emissão de gases de efeito estufa. A meta estabelecida consistia em reduzir a emissão em 10% entre 2013 e 2017. Em 2016, no entanto, a Ambev já tinha diminuído as emissões em quase 40% com a implantação de iniciativas de eficiência energética, como redução no consumo de combustíveis e energia elétrica e diversificação da matriz energética. Em termos práticos, a redução de 40% no volume em toneladas de CO2 emitidos equivale ao consumo médio de 18,7 milhões de árvores – ou 10 mil campos de futebol por ano. Outra meta estabelecia a redução na emissão de gases de efeito estufa na cadeia logística em 15%. A Ambev superou a meta em 7 pontos percentuais, totalizando uma diminuição de 22% nas emissões graças à otimização logística e ao programa Frota Compartilhada, que faz com que veículos que retornariam às cervejarias vazios depois de abastecerem os centros de distribuição realizem os trajetos de volta com cargas de empresas parceiras. Preservação da água A água é outra grande preocupação da Ambev – afinal de contas, ela é a principal matéria-prima da cerveja –, que mantém diversos projetos ligados a preservação de bacias hidrográficas, eficiência no uso e aumento no acesso à água potável. Entre as sete metas estabelecidas pela AB InBev, duas se relacionavam diretamente a esse tema e também foram batidas pela Ambev. Uma delasera reduzir para 3,2 litros de água o volume necessário para envasar 1 litro de bebida. No ano passado, já eram consumidos apenas 3,04 litros de água para cada litro de bebida. Para isso, a cervejaria investiu em tecnologias como o sistema de reutilização de efluentes, em campanhas de redução, treinamentos e medição contínua em todos os principais pontos de consumo, entre outras iniciativas. A meta que envolvia a proteção de bacias hidrográficas foi atingida graças ao Projeto Bacias, que atua junto a produtores rurais com o objetivo de oferecer incentivo financeiro aos agricultores que se comprometem com práticas de conservação em suas propriedades. Além de promover o Projeto Bacias, a Ambev é a principal patrocinadora do Coalizão Cidades […]

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ODS8 – Profissional capaz de conciliar tecnologia e sustentabilidade será mais valorizado

A aplicação de novas tecnologias é parte indispensável das estratégias de inovação e governança das empresas, tendo ainda como pano de fundo a sustentabilidade. Por isso, nos próximos anos, a demanda por profissionais capazes de fazer essa con…

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ODS9 – Banimento do amianto é um marco para a qualidade de vida do trabalhador

Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria de votos, proíbe a extração, industrialização, comercialização e distribuição do amianto no Brasil. A Corte Superior colocou um ponto final sobre a longa batalha jurídica que se arrastou…

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ODS7 – Setor elétrico e meio ambiente é tema de obra de referência

Artigos de mais de 50 especialistas em áreas relacionadas à produção de energia e a questões ambientais estão reunidos na obra “O setor elétrico e o meio ambiente” (Editora Synergia, 750 pág., R$ 160), lançada nesta quinta-feira (30), na hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR). Sob coordenação de Adriana Coli e Pedro Dias, o livro é uma compilação inédita na área, com 39 artigos que são uma referência para ajudar a compreender o mosaico da delicada relação entre os dois temas. Segundo Adriana Coli, advogada especialista em Direito Ambiental e mestre em Engenharia da Energia, o livro é um projeto antigo dentro do FMASE. “Estou no Fórum desde 2007 e sempre discutimos a necessidade de organizar todo o material que é produzido relacionando meio ambiente e o setor elétrico. Esse livro é a realização desse projeto, e com ele pretendemos também apresentar esse conhecimento para um público mais amplo, além do meio acadêmico e científico”, pontuou. À venda em livrarias, sites e na loja da editora: www.livrariasynergia.com.br (Envolverde)  

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Proibido discutir Belo Sun

por Anna Beatriz Anjos | Agência Pública –  Em entrevista, a professora Rosa Acevedo Marin conta como foi a agressão do prefeito de José Porfírio (PA) aos pesquisadores que debatiam Belo Sun no campus da UFPA Na última quinta-feira (29), pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) se reuniriam no campus de Belém para realizar o seminário “Veias Abertas da Volta Grande do Xingu”. No encontro, apresentariam os resultados de estudo feito com as comunidades afetadas pela hidrelétrica de Belo Monte e que sofrem, neste momento, uma nova ameaça: a instalação, em sua área, do maior projeto de extração de ouro a céu aberto do país, conduzido pela mineradora canadense Belo Sun (leia mais em “À espera de Belo Sun”). A programação, no entanto, não chegou a acontecer. Dirceu Biancardi (PSDB), prefeito do município de Senador José Porfírio, na região do Xingu, ocupou o auditório acompanhado por um grupo de cerca de 40 pessoas, formado, segundo os presentes no evento, por servidores e moradores da cidade, vereadores e até um deputado estadual, Fernando Coimbra (PSD). Os pesquisadores contam que foram impedidos de expor seus trabalhos enquanto o prefeito e seus apoiadores fizeram falas agressivas em apoio à Belo Sun. Rosa Acevedo Marin, coordenadora do projeto de pesquisa que seria apresentado na ocasião e professora titular da UFPA, diz ainda que o auditório foi trancado pelo grupo de Biancardi. “Eu quis sair da sala porque a situação estava ultrapassando os limites, mas o prefeito ordenou ao seu grupo o fechamento do auditório e ficamos 40 minutos lá”, explica. Registros do episódio circulam nas redes sociais e motivaram manifestações de repúdio da reitoria da UFPA e da OAB Pará. O Ministério Público Federal também abriu investigação para apurar o que ocorreu no campus da universidade. “Tenho muitos anos de universidade e foi a primeira vez que vi isso – pessoas confundindo a universidade com palanque”, afirma Marin. O que aconteceu exatamente durante o seminário “As veias abertas da Volta Grande do Xingu”, no último dia 29 de novembro? Temos um projeto chamado “Nova Cartografia Social dos Povos Tradicionais da Volta Grande do Xingu”. Ele trata tanto dos efeitos da construção da hidrelétrica de Belo Monte como deste outro projeto que é seu irmão-gêmeo, a mineração na área da Volta Grande do Xingu, que obedece ao esquema da grande mineração, da mineração industrial. Neste empreendimento está envolvida uma empresa canadense chamada Belo Sun. Temos uma série de atividades nesse projeto – levantamento de dados, materiais de imprensa – e em trabalho de campo realizamos oficinas de cartografia na Vila da Ressaca, que fica na Volta Grande do Xingu, na Ilha da Fazenda e em quatro travessões do Projeto de Assentamento Ressaca, que é parte de uma gleba chamada Itatá. Nossa proposta nos dias 28 e 29 era primeiro fazer um seminário na Universidade do Estado do Pará [UEPA] com instituições públicas, como a Secretaria do Meio Ambiente e Sustentabilidade [Semas] do estado do Pará, o Ministério Público, Incra, o SPU [Superintendência do Patrimônio da União]. Mas, principalmente, fazer indagações sobre a […]

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Paradoxo na economia: “a gente sabe o que funciona e estamos fazendo exatamente o contrário”

por Marco Weissheimer, do portal Sul 21 –  “Estamos destruindo o planeta em proveito de uma minoria, enquanto os recursos necessários ao desenvolvimento sustentável e equilibrado são esterilizados pelo sistema financeiro mundial. (…) Quando oito indivíduos são donos de mais riqueza do que a metade da população mundial, enquanto 800 milhões de pessoas passam fome, achar que o sistema está dando certo é prova de cegueira mental avançada”. Essa é uma das teses centrais do novo livro do economista Ladislau Dowbor, “A era do capital improdutivo. A nova arquitetura do poder: dominação financeira, seqüestro da democracia e destruição do planeta” (Outras Palavras/Autonomia Literária), que analisa a captura dos processos produtivos e políticos da sociedade mundial pelo capital financeiro. Na avaliação do professor titular de Pós-Graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o neoliberalismo repousa sobre “balelas” e a concentração de renda e de riqueza no planeta atingiu níveis obscenos. Em entrevista ao Sul21, Dowbor fala sobre o seu novo livro e sobre os desdobramentos dessa hegemonia do capital especulativo no Brasil. O déficit no Brasil, defende o economista, não foi criado por gastos públicos, mas sim pelo desvio dos gastos públicos para os bancos no serviço da dívida pública: “Muito curiosamente, o teto de gastos paralisa as atividades próprias do Estado em educação, saúde, segurança, etc., mas libera a continuidade da transferência de recursos públicos para os bancos. O Brasil tem, hoje, cerca de 60 milhões de adultos que estão negativados. Essas pessoas não conseguem pagar suas contas relativas a comprar anteriores e, muito menos, efetuar novas compras. E as empresas também estão endividadas. Esse sistema é absolutamente inviável”. Sul21: O que é, exatamente, o capital improdutivo, conceito central do teu novo livro? Ladislau Dowbor: Nós devemos distinguir o investimento, produtor de bens e serviços, que desenvolve atividades econômicas, da aplicação financeira. São dois campos distintos. No Brasil, se confunde, voluntariamente, investimento e aplicação financeira. Quando você compra títulos do Tesouro, faz especulações sobre moedas ou compra ações poderá até ganhar bastante dinheiro, movimentar um monte de papeis, sem que, com isso, apareça sequer um par de sapatos, uma bicicleta ou uma escola a mais no país. Você não gerou nada. Se você ganhou bastante, está se apropriando do que outra pessoa perdeu. Se você previu que o dólar ia subir, comprou na baixa e ele subiu, quem te vendeu perdeu dinheiro. Toda essa esfera de aplicações financeiras é essencialmente especulativa, não contribuindo para o processo produtivo. O que contribui para o processo produtivo é o investimento que financia atividades que geram bens, serviços, empregos, impostos e que fazem a economia girar. Falamos de capital improdutivo quando passa a render mais você aplicar em papeis do que investir em alguma coisa. No mundo, hoje, o PIB correspondente à produção de bens e serviços aumenta em média algo entre 2 e 2,5% ao ano, enquanto que o rendimento dos papeis aumenta cerca de 7% ao ano. A explicação é muito simples. O dinheiro vai para onde rende mais. Gerou-se um sistema em que […]

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ODS8 – Faturamento das empresas do turismo cresce 4,3%

Pesquisa trimestral do MTur mostra que 66% do setor pretende realizar novos investimentos ainda este ano e aponta o aumento de 4,3% no faturamento médio das empresas do setor de turismo no terceiro trimestre do ano, na comparação com o mesmo períod…

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