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“Viagem Gastronômica” ensina receitas inspiradas em Gabriel García Márquez

Para quem gosta de ler e se aventurar na cozinha, a Biblioteca de São Paulo oferece um programa que une as duas práticas em uma atividade só, a oficina Viagem Gastronômica, que mensalmente seleciona obras literárias para reproduzir seus sabores e que este mês convida o público a degustar as iguarias citadas no romance “O amor nos tempos do cólera”, do escritor colombiano Gabriel García Márquez. A atividade é gratuita e ocorre no dia 29 de julho, sábado, das 15h30 às 17h00. A oficina é indicada para maiores de 16 anos e será ministrada pela historiadora Dolores Freixa, com participação da culinarista Solange Botura. Juntas, elas ensinarão a preparar as seguintes iguarias: Berinjela com arroz de coco, cocadinhas de pinhas, além de limonada e café, bebidas citadas por Márquez no trecho: “nas pausas da leitura tomava um gole de limonada ou se detinha roendo um pedaço de gelo”. Mais informações sobre o Viagem Literária podem ser conferidos nos sites: <a href=”http://www.bsp.org.br”>www.bsp.org.br</a>  (Biblioteca de São Paulo), <a href=”http://www.bvl.org.br”>www.bvl.org.br</a>  (Biblioteca Parque Villa-Lobos) e <a href=”http://www.cultura.sp.gov.br”>www.cultura.sp.gov.br</a>  (Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo). (Envolverde)

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Para quem gosta de ler e se aventurar na cozinha, a Biblioteca de São Paulo oferece um programa que une as duas práticas em uma atividade só, a oficina Viagem Gastronômica, que mensalmente seleciona obras literárias para reproduzir seus sabores e …

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Unesp fornece treinamento à Polícia Militar Ambiental

O Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Selvagens (Cempas) da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), campus de Botucatu, está oferecendo, até o dia 04 de agosto, um curso sobre manejo e contenção de animais selvagens em situaçã…

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Salão do livro no Canadá abre inscrições para escritores

Mais do que vender livros, os escritores buscam levar  sua arte e sua maneira de ver o mundo para o universo de leitores. O I Salão do Livro do Canadá está com inscrições abertas para autores brasileiros. Organizado pela ZL Editora, o evento acon…

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Conferência Mundial de Restauração Ecológica

A Conferência Mundial de Restauração Ecológica acontece de 27 de agosto a 1º de setembro, em Foz do Iguaçu, PR. O evento será da maior importância para o país, pois será a primeira vez que será realizado na América Latina. “Dentro do…

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“A reinvenção do The New York Times”

Por Teresa Mioli/AM –   O Centro Knight publicou o novo livro eletrônico em espanhol “A reinvençao do The New York Times: Como a ‘dama cinza’ do jornalismo está se adaptando (com êxito) à era móvel”, do jornalista catalão Ismael Nafría. A partir da análise da disrupção da indústria informativa após o surgimento da revolução digital,  Nafría examina a reinvenção do Times durante os últimos 20 anos. A meta: descobrir lições úteis para outros meios, “independente de seu tamanho ou localização”. “A transformação vivida – e que no entanto continua a acontecer – pelo The New York Times é um dos processos de reinvenção mais proeminentes ocorridos na história da indústria jornalística. O produto jornalístico, o modelo de negócios, a relação com os leitores e anunciantes, a maneira de trabalhar, a configuração da equipe, tudo mudou”, escreveu Nafría. “Apenas uma coisa se manteve invariável durante todo esse tempo: a inequívoca vontade da empresa editora de apostar a todo momento no jornalismo e na informação da mais alta qualidade possível como base principal do seu negócio”. O livro, dividido em quatro partes, começa com textos concisos e resumos visuais sobre a inovação e a transformação do Times, incluindo dez conclusões e lições sobre a reinvenção digital do jornal. Na segunda parte, Nafría faz uma crônica das “duas décadas de reinvenção digital” no Times, desde o lançamento do @times no America Online em 1994 até 2017, quando as edições impressa e digital do Times acumularam mais de três milhões de assinantes. Na terceira seção, Nafría foca em projetos digitais específicos desenvolvidos pelo Times nos últimos anos, incluindo o NYT Beta e as numerosas newsletters produzidas pela publicação. Finalmente, a quarta parte analisa as outras fontes de receita do The New York Times, entre elas a organização de eventos ao vivo e conferências, assim como as viagens educativas. “Eu acredito que este livro pode interessar a diferentes públicos. Por um lado, qualquer pessoa relacionada ao negócio dos jornais: o caso do Times oferece lições que podem ajudar.  A primeira parte do livro foi especialmente desenvolvida para eles”, disse Nafría ao Centro Knight. “Por outro lado, aqueles que gostam, têm interesse ou sentem curiosidade em saber mais sobre o The New York Times encontrarão muita informação neste livro”. O autor acrescentou que o livro pode ser lido facilmente por partes, em função dos temas que mais interessam cada leitor. “Espero –como aconteceu comigo- que os amantes do bom jornalismo descubram o grande trabalho que o Times realiza. O livro está repleto de links que permitem ampliar a informação ou consultar os trabalhos jornalísticos mencionados”, adicionou Nafría. Consultor, editor e diretor de meios durante os últimos 30 anos, Nafría escreve do ponto de vista de um consumidor de notícias, um consultor da indústria, de um estudante permanente das inovações jornalísticas e de um . O livro traz ainda visualizações de dados minuciosamente compilados por Nafría, depois de buscar entre montanhas de informação sobre o jornal referência dos Estados Unidos. O autor disse que, durante este processo, uma das coisas que mais lhe chamou a atenção foi a […]

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Viva a Comunidade Samba da Vela

por Leno Silva, especial para a Envolverde –  Fazia tempo que eu não comparecia a uma apresentação da Comunidade Samba da Vela na Casa de Cultura de Santo Amaro. No dia 24/7/2017 fui para rever os amigos e também por ser o dia exato em que, há três anos, faleceu o meu querido irmão e amigo, eterno presidente e co-fundador dessa instituição de bambas sambistas de São Paulo, José Alfredo Gonçalves de Miranda, o eterno Pakuera. Foi uma edição diferente, a primeira após a celebração dos 17 anos de vida ocorrida uma semana antes, e que reuniu mais de mil pessoas no salão do Esporte Clube Banespa; e também deu início à organização da festa de aniversário de 18 anos. Em função da atmosfera comemorativa, o Grande Chapinha, maestro sensacional dessa comunidade maravilhosa, abriu espaço para manifestações dos participantes. Escolhi a de Max Lechner, um jovem francês que, prestes a retornar ao seu país, fez uma homenagem de gratidão à turma da Comunidade Samba da Vela. Com o seu consentimento, reproduzo a seguir a versão em português traduzida por Ana Queiroz e, no final, o texto original na língua francesa. Por aqui, fico. Até a próxima. “E, de repente, fez-se luz. Uma única vela irradia de sua ardente chama um brilho de esperança. O samba já vai começar. As almas se agrupam; os espíritos se juntam. Cada nota, cada ritmo provoca sorriso e choro, júbilo e tristeza, alegria e dor, felicidade e melancolia. Riso, e lágrimas. Batemos nas palmas das mãos, dançamos, os pés balançantes, e as vozes se misturam para formar um só e único canto. E, já, um sopro de vento faz a chama vacilar. Quando a vela se apaga, a comunidade chora. Todavia jamais morre o fogo no coração do compositor. Do mesmo modo que permanece esta certeza: amanhã, de novo, a vela cantará.” “Et soudain, la lumière fut. Une unique bougie répand de sa flamme ardente une lueur d’espoir. La samba va commencer. Les âmes convergent; les esprits s’unissent. Chaque note, chaque rythme entraîne sourire et pleurs, joie et tristesse, allégresse et douleur, bonheur et mélancolie. Rires, et larmes. On bat la mesure de ses mains, on danse, les pieds se balançant, et les voix se mêlent pour former um seul et unique chant. Et, déjá, um souffle de vent fait vaciller la flamme. Lorsque la bougie s’éteint, la communauté pleure. Mais jamais ne meurt le feu dans le coeur du compositeur. De même que demeure cette certitude: demain, à nouveau,la bougie chantera.”  

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Falta o saneamento, aumentam as mortes

*Washington Novaes –  Os investimentos em saneamento básico no Brasil estão em menos de 2 terços do necessário e em queda livre nos últimos dois anos A cada vez que se divulgam números sobre os serviços de saneamento urbano no País, crescem as preocupações. Agora, as informações são (Estado, 10/7) de que quase metade da população nacional não é atendida pela rede de esgotos – ou seja, perto de 100 milhões de pessoas – e quase 20%, perto de 40 milhões, não tem fornecimento de água nos domicílios. Para completar, mais de um terço de toda a água distribuída se perde no meio do caminho. E a causa de todos os problemas é a falta de investimentos. Tudo se complica ainda mais quando se é informado de que para universalizar até 2033 (daqui a 15 anos) os serviços de saneamento básico o País terá – ou teria – de investir mais de R$ 20 bilhões por ano. Mas entre 2010 e 2015 o investimento médio foi de R$ 11 milhões por ano, pouco mais de metade do necessário. Sem falar em redução ou eliminação das perdas. E para dificultar ainda mais as soluções, hoje boa parte do sistema é administrada por empresas dos Estados, em situação financeira difícil, com patrimônio líquido negativo, dívidas altas, problemas trabalhistas e serviços de má qualidade. Com isso, há dois anos o atendimento urbano de água só chegava a 83,3% do público total. Entre 2014 e 2015 o investimento caiu até 27% – quando se sabe que cada R$ 1 investido em saneamento levará à economia de até R$ 4 no sistema de saúde. Mas o total investido em 2005, por exemplo, ficou entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões; mesmo em 2015 não passou de R$ 12,1 bilhões. Não se deve estranhar, assim, que em Rondônia só 2% da população urbana conte com coleta de esgotos; nada é tratado. Na Bahia, só 3,41% da população tem rede de coleta de esgotos; no Amapá, 3,71% . Onze Estados já contrataram estudos para a expansão, dez já assinaram contratos. Há quem pense que pelo menos parte do problema poderá ser resolvida com a utilização de águas transpostas, por exemplo, do Rio São Francisco, que seriam utilizadas na irrigação de lavouras. João Suassuna, da Fundação Joaquim Nabuco, adverte, porém, que a expansão do agronegócio está exigindo mais irrigação, quando um pivô central pode consumir 2,6 metros cúbicos de água por hora; a captação de água diretamente nos aquíferos em geral envolve questões difíceis: entre 2015 e 2016 as disputas por água aumentaram 27%, segundo números da Comissão Pastoral da Terra (envolvendo 164 mil pessoas em 2007 ou 222 mil em 2016). As causas principais apontadas são a utilização da água como commodity, que leva a conflitos com grupos sociais que a encaram como bem essencial à vida. Há ainda quem aponte efeitos negativos em processos de privatização de sistemas de água. E até casos de conflitos muito graves, em que se tornou necessária a retomada das […]

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Brasil deve dar prioridade ao combate às desigualdades regionais

África 21 Digital, com Agência Brasil –   O Brasil precisa priorizar o combate às desigualdades regionais se quiser alcançar as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), ligados diretamente à criança e ao adolescente, indica estudo divulgado hoje (25) pela Fundação Abrinq, no Rio de Janeiro. Dos 17 ODS, dez têm metas diretamente associadas à infância e adolescência. A pesquisa “A Criança e o Adolescente nos ODS – Marco zero dos principais indicadores brasileiros – ODS 1, 2, 3 e 5” visa complementar relatório voluntário entregue pelo governo à ONU, na semana passada. Nesse primeiro lançamento, foram selecionados quatro dos dez objetivos: erradicação da pobreza, fome zero, saúde e bem-estar e igualdade de gênero. No balanço geral, o Brasil cumpriu sete dos oito Objetivos do Milênio, voltados para os países em desenvolvimento, com exceção da meta de redução da mortalidade materna. A administradora executiva da Abrinq, Heloisa Oliveira, ressaltou que, apesar dos avanços na última década, há regiões do país e grupos sociais cujos dados apontam extrema desigualdade e que são camuflados pela média nacional. Para que os objetivos traçados para 2030 sejam cumpridos, disse ela, todos os grupos sociais e regiões do pais precisam estar incluídos nas metas. “Nossas estatísticas são boas, mas muitos dados precisam ser desagregados. Vivemos em um país extremamente desigual. Olhando a média nacional dá para pensar que alguns indicadores estão bons, mas precisamos olhar para as diferentes realidades brasileiras para enxergar onde estão os desafios”, afirmou. Avanços e discussão “Precisamos implementar os ODS a nível local porque somente assim avançaremos. É preciso aprofundar e detalhar mais a discussão, elaborar um ponto de partida de todos os indicadores, investir em novas estatísticas para sabermos de onde estamos saindo e para onde vamos”, explicou. A Abrinq é uma das oito organizações selecionadas, por meio de edital, para debater e implementar a chamada Agenda 2030 na Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. De acordo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD-2015), 27% dos habitantes vivem com até meio salário mínimo por mês. Mas esse percentual sobe para 40,2% se for feito um recorte da população de 0 a 14 anos, ultrapassando a casa dos 60% de crianças e adolescentes em situação de pobreza em estados como Alagoas, Maranhão, Ceará, Bahia e Pernambuco. “Não podemos falar de uma agenda para 2030 sem priorizar esse grupo que será a população economicamente ativa, adulta, e que vai de fato viver nesse mundo de 2030. Não podemos falar de futuro sem falar de criança e adolescente”, disse a representante da Abrinq. Em relação à mortalidade infantil, apesar de uma progressiva melhora nos indicadores, em 2015, para mil nascidos vivos, 14,3 morreram, pouco mais da metade da taxa do ano 2000 (30,1 por mil nascidos vivos). Já os óbitos entre menores de um ano ficaram em 12,4, para mil nascidos vivos, no mesmo período (a taxa era de 26,1 por mil nascidos vivos em 2000). Em 2015, a taxa de mortalidade materna era […]

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Brasil deve dar prioridade ao combate às desigualdades regionais

África 21 Digital, com Agência Brasil –   O Brasil precisa priorizar o combate às desigualdades regionais se quiser alcançar as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), ligados diretamente à criança e ao adolescente, indica estudo divulgado hoje (25) pela Fundação Abrinq, no Rio de Janeiro. Dos 17 ODS, dez têm metas diretamente associadas à infância e adolescência. A pesquisa “A Criança e o Adolescente nos ODS – Marco zero dos principais indicadores brasileiros – ODS 1, 2, 3 e 5” visa complementar relatório voluntário entregue pelo governo à ONU, na semana passada. Nesse primeiro lançamento, foram selecionados quatro dos dez objetivos: erradicação da pobreza, fome zero, saúde e bem-estar e igualdade de gênero. No balanço geral, o Brasil cumpriu sete dos oito Objetivos do Milênio, voltados para os países em desenvolvimento, com exceção da meta de redução da mortalidade materna. A administradora executiva da Abrinq, Heloisa Oliveira, ressaltou que, apesar dos avanços na última década, há regiões do país e grupos sociais cujos dados apontam extrema desigualdade e que são camuflados pela média nacional. Para que os objetivos traçados para 2030 sejam cumpridos, disse ela, todos os grupos sociais e regiões do pais precisam estar incluídos nas metas. “Nossas estatísticas são boas, mas muitos dados precisam ser desagregados. Vivemos em um país extremamente desigual. Olhando a média nacional dá para pensar que alguns indicadores estão bons, mas precisamos olhar para as diferentes realidades brasileiras para enxergar onde estão os desafios”, afirmou. Avanços e discussão “Precisamos implementar os ODS a nível local porque somente assim avançaremos. É preciso aprofundar e detalhar mais a discussão, elaborar um ponto de partida de todos os indicadores, investir em novas estatísticas para sabermos de onde estamos saindo e para onde vamos”, explicou. A Abrinq é uma das oito organizações selecionadas, por meio de edital, para debater e implementar a chamada Agenda 2030 na Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. De acordo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD-2015), 27% dos habitantes vivem com até meio salário mínimo por mês. Mas esse percentual sobe para 40,2% se for feito um recorte da população de 0 a 14 anos, ultrapassando a casa dos 60% de crianças e adolescentes em situação de pobreza em estados como Alagoas, Maranhão, Ceará, Bahia e Pernambuco. “Não podemos falar de uma agenda para 2030 sem priorizar esse grupo que será a população economicamente ativa, adulta, e que vai de fato viver nesse mundo de 2030. Não podemos falar de futuro sem falar de criança e adolescente”, disse a representante da Abrinq. Em relação à mortalidade infantil, apesar de uma progressiva melhora nos indicadores, em 2015, para mil nascidos vivos, 14,3 morreram, pouco mais da metade da taxa do ano 2000 (30,1 por mil nascidos vivos). Já os óbitos entre menores de um ano ficaram em 12,4, para mil nascidos vivos, no mesmo período (a taxa era de 26,1 por mil nascidos vivos em 2000). Em 2015, a taxa de mortalidade materna era […]

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