Banco do Brasil e WWF-Brasil se unem para promover sustentabilidade na cultura do Milho

Equipe WWF Brasil e Banco do Brasil reunidos.<br />© © Victoria Cordeiro / WWF-Brasil” border=”0″ align=”left” hspace=”4″ vspace=”2″ /></a>Nesta segunda, reuniram-se em Brasília cerca de 15 pessoas para discutir sobre as diretrizes de sustentabilidade para o crédito no setor do Milho. O evento é uma continuidade de uma <a href=série de encontros sobre commodities, desenvolvido pelo WWF-Brasil em parceria com o Banco do Brasil. O objetivo desses workshops é trazer para o debate diferentes atores que possam ajudar a construir as diretrizes de sustentabilidade do Banco do Brasil de acordo com a realidade de cada setor.

Entre os participantes deste segundo encontro, estavam representantes de instituições financeiras, terceiro setor e iniciativa privada. Maura Rosângela, da Divisão de Risco Socioambiental do Banco do Brasil, foi uma das participantes e comentou sobre a relevância do evento para as estratégias do BB. “As discussões nos ajudam não apenas a identificar riscos socioambientais para o crédito, mas também a mapear as melhores formas de mitigá-los de acordo com a realidade específica de cada commodity”.

Com a análise desses critérios socioambientais, o Banco do Brasil, maior financiador do agronegócio brasileiro, passa a ser, também, um dos maiores indutores de boas práticas para uma produção responsável de milho no país. 

Metodologia do workshop

A metodologia usada no encontro e que será parâmetro para os workshops de todas as commodities é chamado de Supply Risk Analysis e foi desenvolvido pelo WWF Estados Unidos justamente para ajudar grandes empresas mundiais a mapearem seus riscos socioambientais. Ao todo, são cerca de 40 critérios, incluindo desmatamento, mudanças climáticas, uso de trabalho análogo ao escravo, etc. 

Durante o workshop do Milho, 10 critérios foram mapeados pelo grupo, que discutiu os riscos específicos do setor, inclusive de acordo com os diferentes cenários em cada estado do país. Miguel Gontijo, da Embrapa, reconhece que o crédito é muito importante para os produtores e comenta sobre o cenário do milho no Brasil. “A cultura do milho é bastante relevante pois é plantada em basicamente todas as regiões, com um perfil muito grande de produtores – do pequeno ao médio e grande produtor. E essa questão do crédito agrícola é muito importante para a maioria desses produtores que trabalham com a cultura do milho.”. 

Sobre sua experiência no workshop, Alan Malinski, da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) afirma que os debates podem facilitar a atuação do BB nas linhas de crédito. “Com o aprofundamento e o entendimento sobre a situação da agricultura e dos produtores, o Banco poderá atuar pontualmente nos problemas que estão aparecendo e já foram identificados. E, dessa forma, será possivel montar planos de negócios novos para que o produtor de fato possa ter acesso a essas linhas de crédito.”, comenta.

Banco do Brasil e a Economia Verde

Ligado no cenário de expansão da produção e consumo de commodities ao mesmo tempo em que é cada vez mais necessário conservar os recursos naturais e utilizá-los de forma mais eficiente, o Banco do Brasil já busca este equilíbrio por meio de suas estratégias de Economia Verde.

Por meio da parceria com o WWF-Brasil, que existe desde 2010, a gestão de riscos e impactos socioambientais vem sendo aplicada em diferentes setores e commodities, promovendo a produção e o consumo sustentáveis. Se você quer conhecer mais a fundo as atuais Diretrizes de Sustentabilidade do Banco do Brasil, clique aqui.

Quer saber mais sobre Risco Socioambiental? Conheça a nossa metodologia Supply Risk Analysis aqui.

O próximo workshop acontece amanhã (03/10/17) e trará atores do setor de Algodão.

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